Pular para o conteúdo principal

Igreja proíbe homossexuais de serem aceitos como membros



Comitê doutrinário decidiu não integrar pessoas em discordância com vida de obediência a Cristo
Igreja Presbiteriana da Irlanda decidiu banir casais gays de sua membresia Foto: Pixabay




Na Irlanda, a Igreja Presbiteriana adotou uma nova política que determina que qualquer pessoa que esteja envolvida em um relacionamento homossexual não poderá ser classificado como membro. A mesma regra se aplica aos filhos de casais do mesmo sexo.




A decisão surgiu após a igreja na Irlanda, que tem mais de 200 mil membros no norte do país, ter cortado relações com a Igreja Presbiteriana na Escócia, que tem uma atitude mais liberal em relação ao homossexualismo.

O novo estatuto foi determinado na última sexta-feira (8), após intenso debate na Assembleia Anual da igreja, realizada na cidade de Belfast.

– Diante de nosso entendimento bíblico e da profissão de fé da Igreja, fica claro que casais do mesmo sexo não podem ser parte da membresia e tampouco estão qualificados para terem seus filhos batizados. Acreditamos que o estilo de vida e a conduta destas pessoas está em discordância com uma vida de obediência a Cristo – disse o relatório do comitê doutrinário da Igreja Presbiteriana irlandesa.

A atitude dividiu opiniões de líderes da denominação no país. O reverendo John Dunlop se posicionou contra a decisão, enquanto o reverendo Stafford Carson argumentou que a Igreja precisava se posicionar claramente sobre o fato de não ser a favor de relacionamentos anti-bíblicos.

Pleno News

Comentários

Adriana Wagner disse…
Está correta a posição tomada pela liderança .
Jamais poderia ser ao contrário .

Postagens mais visitadas deste blog

Brasileiros são acusados de machismo e racismo na Copa da Rússia

Em vídeo viral, um grupo de homens se aproveita do fato de uma jovem russa não saber português para assediar a moça





A Copa da Rússia mal começou e algumas atitudes de torcedores brasileiros provocaram reações inflamadas na internet. Em um vídeo publicado na noite de sábado (16/6), alguns homens se aproximaram de uma jovem estrangeira, aparentemente russa, e fizeram uma gravação com ela. Nas redes sociais, o ato foi apontado como uma demonstração de machismo e racismo. Entre outros impropérios, o grupo cantou “essa buceta é bem rosinha”, referindo-se à cor da mulher. A moça, que obviamente não entende uma única palavra em português, cantou junto a eles, sem ter noção do desrespeito. A objetificação pela qual a estrangeira passa – uma pessoa é reduzida aos órgãos genitais – foi considerada ofensiva pelos internautas. Além do machismo alarmante, tendo em vista que um grupo de adultos achou por bem fazer comentários grotescos sobre o corpo de uma desconhecida na rua, há indícios de racismo…

Veja a lista dos deputados que querem uma CPI para acabar com a Lava Jato

O PT está no centro da articulação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de investigar a suposta venda de “proteção” em delações premiadas por parte de advogados e delatores. Trata-se da "CPI das delações", com potencial para afetar os trabalhos da operação Lava Jato e até extingui-la. 

Segundo o líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), trata-se de uma investigação sobre a "indústria da delação". Os pontos de partida serão as delações dos doleiros Vinícius Claret, o Juca Bala, e Cláudio de Souza, integrantes do esquema comandado por Dario Messer, chamado de “doleiro de todos os doleiros”, que acusam o advogado Antonio Figueiredo Basto, um dos maiores especialistas do País em colaborações premiadas, de cobrar uma “taxa de proteção” de US$ 50 mil mensais (cerca de R$ 185 mil) de outros integrantes do esquema entre 2005 e 2013.
Veja quem são os deputados que assinaram o pedido: 


Cármen Lúcia arquiva processo sobre menção de Joesley a ministros do STF Presidente do STF determinou extinção da investigação aberta, a pedido dela, para apurar citação a ministros na delação de executivos da empresa JBS Por Agência Brasil

Cármen Lúcia: "Não poderia pender qualquer tipo de mais leve dúvida sobre a conduta daqueles que compõe, que integram este Supremo Tribunal Federal" (Rosinei Coutinho/SCO/STF/Agência Brasil) A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, informou, na abertura da sessão plenária desta quinta-feira (21), ter determinado a extinção e o arquivamento definitivo da investigação aberta, a pedido dela, pela Polícia Federal, para apurar citação a ministros da Corte na delação de executivos da empresa JBS, do grupo J&F. A decisão foi tomada após o diretor-geral da PF, Rogério Galloro, entregar o relatório final das investigações à Cármen Lúcia. De acordo com o documento, “não foram encontradas gravações que indicassem qualquer participação de ministros do Supremo Tribunal Federal envolvidos e ou citados em qualquer ato ilícito”. Com base no relatório da PF, Cármen Lúcia afirmou que “não houve, não há qualquer dúvida, que tenha sido extraída de qualquer doc…