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Michael Jackson foi quimicamente castrado pelo pai, afirma Conrad Murray



     O rei do pop já revelou em entrevistas as diversas crueldades que sofreu durante a infância ao lado do pai     (foto: Kimberly White/AFP)

Conrad Murray, médico declarado culpado pela morte de Michael Jackson, acusou o pai do rei do pop, Joe Jackson, de ter castrado quimicamente o filho para manter a voz do ídolo aguda.

De acordo com um vídeo publicado pelo site The Blast, Murray acusa Joe de ser um dos piores pais pai da história. "A crueldade expressa por Michael que ele experimentou nas mãos de seu pai... O fato de que ele foi castrado quimicamente para manter sua voz estridente está além das palavras", revelou o médico no vídeo.

Joe Jackson morreu em 27 de junho aos 89 anos após sofrer com câncer de pâncreas. "Eu espero que ele encontre redenção no inferno", admitiu Murray, no mesmo vídeo.

Essa não é a primeira vez que o médico se pronuncia sobre as crueldades do patriarca da família Jackson. No livro intitulado This is it! The secret lives of Dr. Conrad Murray and Michael Jackson, Murray acusa Joe de forçar Michael a tomar hormônios para curar as acnes e previnir que a voz do ídolo não mudasse quando Michael ainda tinha 12 anos.

Joe morreu após 9 anos do falecimento do rei do pop, em 2009. À época da morte do pai, a família Jackson se pronunciou sobre o falecimento. "Nós queremos agradecer a todos pelo suporte para enfrentar a perda do patriarca da família. Nós lamentamos a morte do nosso pai e celebramos a vida de um homem que sacrificou tanto para nos dar a vida e o sucesso que temos hoje. Obrigada pelo respeito à nossa privacidade durante esse tempo", revelou a família Jackson em comunicado divulgado pela revista People.

Após condenação pela morte de Michael Jackson, Conrad Murray teve a licença médica suspensa em três Estados norte-americanos(foto: ROBYN BECK)

Murray

Conrad Murray foi acusado de manipular de forma errônea os remédios dados para Michael e foi condenado a quatro anos de prisão. Em outubro de 2013, a pena do médico foi reduzida para dois anos por boa conduta.

    Correio Braziliense

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