Pular para o conteúdo principal

Toffoli suspende execução de condenação bilionária contra a Petrobras Ação trabalhista pode obrigar a empresa a pagar R$ 15 bilhões para funcionários ativos e aposentados. Decisão do ministro é provisória


Resultado de imagem para tofoliToffoli destacou que não se pode ignorar o impacto econômico da decisão do TST(foto: Nelson Jr./SCO/STF)
O ministro Dias Toffoli, que está no exercício da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu em caráter liminar, nesta sexta-feira (27/7), os efeitos de uma condenação bilionária sofrida pela Petrobras.


A estatal de petróleo foi condenada em uma ação trabalhista pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e pode ser obrigada a pagar até R$ 15 bilhões. Os valores, de acordo com a decisão, é para complementar salários de trabalhadores aposentados e da ativa.


Além disso, a folha de pagamentos da empresa seria elevada em R$ 2 bilhões por ano. Em comunicado realizado anteriormente, a Petrobras afirmou que o pagamento colocaria em risco a integridade financeira da instituição.


Ao conceder a liminar, Toffoli destacou que não se pode ignorar o impacto econômico da decisão do TST. Por isso, ele decidiu que o assunto deve ser avaliado pelo STF, antes que a sentença seja executada.

Informações G1

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Tite se recusa a encontrar Jair Bolsonaro

Enquanto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tenta se aproximar de Jair Bolsonaro, o técnico Tite quer distância do presidente eleito. Ao ser questionado se aceitaria encontrar o presidente eleito Jair Bolsonaro em solenidade oficial antes ou depois da Copa América, o treinador foi direto. Segundo informações da “Folha“, Tite afirmou: Não. Eu continuo com a mesma opinião. A minha atividade não se mistura e eu não me sinto confortável em fazer essa mistura. Não. Curiosamente, em 2012, após vencer a taça Libertadores da América no comando do Corinthians, o técnico Tite não viu problemas em visitar o então presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva.

Viagem em jatinho pode ter tirado Magno Malta do ministério de Bolsonaro

Magno Malta parece ter saído da lista de ministeriáveis após Jair Bolsonaro receber informações de que ele viajou em aeronave sem informar a Justiça Eleitoral. O presidente eleito Jair Bolsonaro decidiu cortar da lista de possíveis ministros o senador Magno Malta (PR-ES) após receber informações de que o aliado fez viagens para aproximar o empresário Eraí Maggi da campanha do PSL. Malta também teria utilizado sua proximidade com Bolsonaro para defender nomes que poderiam compor um eventual governo. Chegou ao conhecimento do futuro chefe de Estado que o empresário Maggi teria colocado à disposição de Malta um jatinho particular para alguns deslocamentos e ainda aberto sua fazenda para encontro com ruralistas. Malta não registrou deslocamentos em jatinhos do empresário nas prestações de conta ao TSE.

Quem é o passageiro que Lewandowski mandou prender em voo

O passageiro levado pela Polícia Federal a mando de Ricardo Lewandowski durante voo da Gol é o advogado Cristiano Caiado Acioli, filho da subprocuradora Helenita Caiado – que chegou a presidir o CNMP.

Em vídeo que O Antagonista reproduziu mais cedo, Acioli chama Lewandowski e diz: “O Supremo é uma vergonha, viu? Eu tenho vergonha de ser brasileiro quando eu vejo vocês.”

Depois, em novo vídeo, protestou por ter seu direito de expressão cerceado.

Votou em Jair Bolsonaro. O Antagonista