Pular para o conteúdo principal

Adversários ainda não sabem o que fazer para confrontar Bolsonaro




Por Rosinaldo Pereira/ colunista do Jornal 21 Brasil

Jair Bolsoanro continua isolado na corrida ao planalto como também em coligação com partidos.
Os adversários do Militar ainda não chegaram a consenso sobre como confrontar o capitão.

Campanhas dos adversários do presidenciável do PSL ainda não chegaram a um consenso sobre  a melhor maneira  de confrontar o líder nas pesquisas, diz a colunista Vera Magalhães do jornal do Estado de SP.

Na véspera do primeiro debate na TV aberta da elçeição presidencial, o da Band amanhã, as campanhas dos adversários de Jair Bolsonaro ainda não sabem a melhor maneira de confrontar o líder nas pesquisas.

Enquanto a necessidade de fazê-lo desidratar nas pesquisas poderia sugerir que ele seja alvo natural dos ataques de todos os demais, as recentes sabatinas e entrevistas das quais o candidato do PSL à Presidência participou levaram os QGs rivais a reverem essa estratégia.

Um dos responsáveis pela preparação de um dos oito contendores observa que o
" bizarro, o inusitado" não tira votos de Bolsonaro.

Ao contrário, parece forttalecê-lo diante de seus eleitores fiéis.

A seguir essa leitura, melhor seria deixá-lo "quieto", sem forçar um confronto direto no qual ele pode sair "vencedor" segundo uma régua que não é a convencional da política.

 A descontrução de Bolsoanro seria feita , aí sim, na propaganda eleitopral de TV, quando seus adversários vão dispor de um latifundio  de tempo para atacà-lo, e ele não terá  nenhum para contra-atacar ou se defender. Para esses estrategistas, as redes sociais não tem poder de fogo para rebater uma campanha destrutiva.

Resta saber se todos vão resistir  a tentação de um tête-a tête com o primeiro colocado no páreo. Isso vale principalmente para Ciro Gomes(PDT), que pode querer aproveitar a ausência do candidato petista no confronto para ser o antípoda de Bolsonaro diante do eleitor de esquerda.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cuba, Venezuela, Bolívia, Angola, Guiné Equatorial e Congo não investirão mais no Brasil se Bolsonaro for eleito.

Bolsonaro já disse, não tem acordo com a esquerda. países como, Cuba, Venezuela, Bolívia, Angola Guiné equatorial Congo e entre outros, não levarão nenhum centavo do povo brasileiro.

O Paí já colocou R4 2 Bilhões na Ilha que ficou mais conmhecida como Ilha de Fidel. Dinheiro que poderia modernizar nossos aeroportos, portos e rodovias.
Uma risonha presidente Dilma Rousseff inaugurou, ao do ditador cubano Raúl Castro, a primeira fase do Porto de Mariel, em Havana.

 Na época a presença de Dilma se devai a uma razão principal : a conta foi paga por ela- na verddae, por todos os brasieliros. O Mariel custou US$ 957 milhões de dólares, dos quais US4 802 milhões vieram de financiamento concedido pelo banco nacional de Desenvolvimento Econômico e Social(BNDES).

 O montante equivale a 2 bilhões.Dinheiro que poderia modernizar nossos aeroportos, portos e rodovias.

Istoé notícia-Jornal 21 Brasil

Bolsonaro volta a defender castração química para estupradores

O candidato Jair Bolsonaro (PSL) voltou a defender a castração química para estupradores em debate da Band, na noite desta quinta-feira. Ele foi questionado pelo senador Alvaro Dias (Podemos) sobre o que deveria ser feito para combater o crescimento do número de estupros e a desigualdade de gênero no Brasil.
O Brasil registrou 60.018 estupros, 164 casos por dia, e 221.238 crimes enquadrados na Lei Maria da Penha (606 casos por dia) ao longo de 2017. O número de estupros representa um crescimento de 8,4% em relação a 2016, mas não é possível saber a variação relativa aos casos de violência doméstica, já que este é o primeiro ano que o Fórum Brasileiro de Segurança Pública captou dos Estados dados dessa natureza.
Especialistas do Fórum acreditam que ambos os registros estejam subdimensionados dada a dificuldade de registro na polícia desses crimes. Ainda assim, a quantidade é considerada alarmante e pede a implementação de políticas específicas.

IstoÉ

A carta de princípios de Bolsonaro

Jair Bolsonaro não vai apresentar ao TSE um programa de governo tradicional, mas uma carta de princípios.

Segundo a Folha, o candidato vai dar ênfase à Segurança Pública, propor o corte de mais de uma dezena de ministérios e detalhar um pouco mais o plano econômico de Paulo Guedes.

Haverá ainda uma parte dedicada ao combate à corrupção. “A ideia de Bolsonaro é se apresentar para o eleitor como o único candidato à Presidência que manterá o funcionamento da Operação Lava Jato”.
A equipe de Bolsonaro estuda ainda zerar impostos e complementar a renda dos mais pobres.
O Antagonista