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Adversários ainda não sabem o que fazer para confrontar Bolsonaro




Por Rosinaldo Pereira/ colunista do Jornal 21 Brasil

Jair Bolsoanro continua isolado na corrida ao planalto como também em coligação com partidos.
Os adversários do Militar ainda não chegaram a consenso sobre como confrontar o capitão.

Campanhas dos adversários do presidenciável do PSL ainda não chegaram a um consenso sobre  a melhor maneira  de confrontar o líder nas pesquisas, diz a colunista Vera Magalhães do jornal do Estado de SP.

Na véspera do primeiro debate na TV aberta da elçeição presidencial, o da Band amanhã, as campanhas dos adversários de Jair Bolsonaro ainda não sabem a melhor maneira de confrontar o líder nas pesquisas.

Enquanto a necessidade de fazê-lo desidratar nas pesquisas poderia sugerir que ele seja alvo natural dos ataques de todos os demais, as recentes sabatinas e entrevistas das quais o candidato do PSL à Presidência participou levaram os QGs rivais a reverem essa estratégia.

Um dos responsáveis pela preparação de um dos oito contendores observa que o
" bizarro, o inusitado" não tira votos de Bolsonaro.

Ao contrário, parece forttalecê-lo diante de seus eleitores fiéis.

A seguir essa leitura, melhor seria deixá-lo "quieto", sem forçar um confronto direto no qual ele pode sair "vencedor" segundo uma régua que não é a convencional da política.

 A descontrução de Bolsoanro seria feita , aí sim, na propaganda eleitopral de TV, quando seus adversários vão dispor de um latifundio  de tempo para atacà-lo, e ele não terá  nenhum para contra-atacar ou se defender. Para esses estrategistas, as redes sociais não tem poder de fogo para rebater uma campanha destrutiva.

Resta saber se todos vão resistir  a tentação de um tête-a tête com o primeiro colocado no páreo. Isso vale principalmente para Ciro Gomes(PDT), que pode querer aproveitar a ausência do candidato petista no confronto para ser o antípoda de Bolsonaro diante do eleitor de esquerda.

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