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Jair Bolsonaro admite privatizar a Petrobras


Presidenciável deu declaração em sabatina do canal Globonews, embora se diga 'pessoalmente contra' a privatização da petrolífera

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, admitiu nesta sexta-feira, 3, que pode privatizar a Petrobras caso seja eleito. A afirmação de Bolsonaro foi dada durante sabatina no canal Globonews, quando o presidenciável foi questionado pelos jornalistas a respeito da política de preços da estatal petrolífera, e especificamente, sobre se manteria os subsídios do governo do presidente Michel Temer ao óleo diesel.
“Se não tiver solução, eu sugiro a privatização da Petrobras, acaba com esse monopólio estatal e ponto final. Vamos buscar soluções senão ou eu ou qualquer outro vai privatizar a Petrobras”, afirmou o deputado federal. “Se não tiver acordo, não tiver caminho, não tem outra solução”, continuou.
Ele ressaltou, no entanto, que é pessoalmente contrário à privatização. “Eu entendo que a Petrobras é estratégica, por isso não gostaria de privatizar a Petrobras, esse é um sentimento meu. Agora, se não tiver solução, um acordo, não vai ter outro caminho”, complementou.
Em junho, indagado por VEJA, Bolsonaro disse que a privatização da estatal “entrou no seu radar”, mas que ainda não tinha uma definição. 
Negociada com o governo Temer com os caminhoneiros que entraram em greve em maio, a medida provisória com o desconto no litro do óleo diesel tem validade até o dia 31 de dezembro de 2018. O valor do subsídio é de 0,46 reais por litro do combustível.
Na sabatina na Globonews, Jair Bolsonaro voltou a se esquivar de questões sobre economia e a dizer que as respostas ao assunto devem ser buscadas junto a Paulo Guedes, o responsável pelo programa econômico de sua campanha e possível ministro da Fazenda em um governo Bolsonaro. “Falei que não entendo [de economia] por questão de humildade, perto do Paulo Guedes eu não entendo nada”, afirmou.
“Houve uma aproximação por acaso. Se eu tenho ao meu lado uma pessoa com Paulo Guedes, por que eu vou falar de economia, meu Deus do céu? Eu sei fazer integral, sei fazer derivada, sei calcular um tiro de barragem, eu sei o que o povo precisa”, disse o candidato.
Ele citou, sem entrar em detalhes, que pretende manter “inflação baixa, taxa de juros menor do que está ai, dólar que não atrapalhe quem queira exportar e importar, juro baixo sem aumentar imposto, desregulamentar, abrir o comércio sem viés ideológico, ir para o mercado livre aqui no Brasil, liberalismo”.
Indagado sobre a política de aumentar juros para conter inflação, Bolsonaro afirmou brevemente que “se a solução for essa, que se faça, mas imagina a taxa de juros com 4 trilhões de dívida interna, vai explodir a dívida”.
Sem dar detalhes e visivelmente nervoso ao ser questionado sobre economia, ele também disse ser favorável à reforma da Previdência, mas não nos termos da proposta enviada pelo governo Temer ao Congresso, e à independência “política” do Banco Central.
Revista Veja

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