Pular para o conteúdo principal

Pondé não está satisfeito com a influência das mídias sociais na política


Pondé não está satisfeito com a influência das mídias sociais na política

“A nova política de enxames” é o título da nova coluna do filósofo Luiz Felipe Pondé publicada no jornal Folha de S. Paulo nesta segunda-feira (11).
“A ‘nova política’ está diretamente ligada às mídias sociais. A máquina política sentirá cada vez mais a pressão, vinda das redes, que as empresas e marcas já sentem há algum tempo”, escreve Pondé.
Realmente, não há como negar a influência das redes sociais no cenário político mundial.
A saída do Reino Unido da União Europeia, a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos e o triunfo histórico de Jair Bolsonaro no Brasil só foram alcançados por causa da força da internet.
O cidadão global agora tem sua voz e é capaz de desmontar narrativas propagadas pela grande mídia durante décadas sem nenhuma contestação.
No entanto, nem todo mundo está satisfeito com esse cenário. O filósofo Pondé é um deles. Segundo ele:
“As mídias sociais são a vitória da imprensa marrom sobre a imprensa com credibilidade. A ética desse tipo de imprensa marrom é de enxame. Por onde passa, arrasa o mundo.”
A declaração não poderia estar mais fora da realidade.
Enquanto a “imprensa marrom” e as redes sociais lutaram arduamente para manter o senador emedebista Renan Calheiros — o retrato da velha política — fora da presidência do Senado, a “imprensa com credibilidade” chegou até a lamentar a derrota da raposa alagoense.
Ao longo do seu trecho, o filósofo divaga bastante com um vocabulário rebuscado, mas o teor do seu discurso pode ser compreendido em pequenos trechos.
“A democracia direta das mídias sociais como utopia é mais um sintoma do retardo mental que assola o mundo”, diz Pondé.
11 de fevereiro de 2019. O cidadão global nunca esteve tão politizado. Mas, de acordo com o nobre filósofo Pondé, o retardo mental assola o Planeta porque políticos de viés esquerdista não estão conseguindo bons resultados nas urnas por causa das redes sociais.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

"A gente vai dar é porrada se não respeitarem a gente", ameaça Lula, após protestos.

O Ex presidente condenado Lula, enfrentando protestos por todos os lugares por onde passa sua "caravana" pelo Sul do Brasil, subiu o tom das ameaças. Lula disse: "A gente vai dá é porrada se não respeitarem a gente", chamando os cidadãos que pedem sua prisão de fascistas.

Fico imaginando o que ele faria se estivesse no poder hoje. Seria mais um Maduro tupiniquim, um ditador cerceando a nossa liberdade e dando ração ao povo.

Cuba, Venezuela, Bolívia, Angola, Guiné Equatorial e Congo não investirão mais no Brasil se Bolsonaro for eleito.

Bolsonaro já disse, não tem acordo com a esquerda, países como, Cuba, Venezuela, Bolívia, Angola, Guiné equatorial, Congo e entre outros, não levarão nenhum centavo do povo brasileiro.

O Paí já colocou R$ 42 Bilhões na Ilha que ficou mais conhecida como Ilha de Fidel. Dinheiro que poderia modernizar nossos aeroportos, portos e rodovias.
Uma risonha presidente Dilma Rousseff inaugurou, ao do ditador cubano Raúl Castro, a primeira fase do Porto de Mariel, em Havana.

 Na época a presença de Dilma se devai a uma razão principal : a conta foi paga por ela- na verddae, por todos os brasieliros. O Mariel custou US$ 957 milhões de dólares, dos quais US4 802 milhões vieram de financiamento concedido pelo banco nacional de Desenvolvimento Econômico e Social(BNDES).

 O montante equivale a 2 bilhões. Dinheiro que poderia modernizar nossos aeroportos, portos e rodovias.

Istoé notícia-Jornal 21 Brasil

TSE suspende propaganda do PT que associa Bolsonaro à tortura

Luis Felipe Salomão, do TSE, suspendeu a propaganda eleitoral em que a coligação petista associa Jair Bolsonaro à ditadura e à tortura.

O ministro atendeu o pedido da defesa de Bolsonaro, que alegou que o programa veiculado viola a lei eleitoral, “uma vez que incute medo na população ao sugerir que se o candidato Jair Bolsonaro for eleito vai perseguir e torturar eventuais opositores políticos”.

“O tribunal tem feito um esforço no sentido de elevar o nível do debate para se evitar a disseminação desse clima de pânico que estão criando”, disse o advogado de Bolsonaro, Tiago Ayres, a O Antagonista.