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30 de agosto de 2010

Blogueira, esposa de pastor, solta a franga e sai do armário!



Vanessa Meira

Em anos recentes a situação tem ficado quase insuportável.

Não dá mais para ficar escondendo algo que faz parte de mim.

Pode soar politicamente incorreto e suscitar os preconceitos de alguém, mas eu preciso confessar isso publicamente.

Espero que minha família e meus amigos me entendam e me apoiem...

Então assumo:

- Eu NÃO sou gay! Eu sou heterossexual. Sou heterossexual, cristã e casada. Gosto de homem, sempre gostei. Pronto, falei!

Nunca pensei em mulheres. Nunca achei desejável o corpo feminino.

Cresci numa família comum... Minha infância foi brincando de bonecas e casinha... E eu sempre era a esposa, a mãe...

Na adolescência, no despertar da minha sexualidade, eu fantasiava, sonhava com romances incríveis e impossíveis...Com homens! Professores, primos, amigos...
Sempre hetero...

Meu mundo é e sempre foi hetero!

Sei que posso enfrentar críticas e preconceitos numa sociedade completamente patrulhada pelo homossexualismo. Mas decidi sair do armário, e não volto atrás.

Depois que "entraram" no armário Ray Boltz, Tonéx e Jennifer Knapp, declarando sua homossexualidade, corro o risco de parecer uma puritana dentro da própria igreja, mas espero que meus irmãos crentes liberais me entendam e continuem me amando.

Amo a Jesus e pretendo servi-lo assim, com a minha "opção" sexual.

Se você chegou até aqui, no final deste post, te agradeço e peço que me entenda. Saiba que assim como eu, muitos outros heteros estão por aí, pressionados, vivendo um grande dilema, sofrendo o medo do preconceito e do rótulo.

E você meu amigo hetero e reprimido:

- Se joga! Ahaza!

- Temos esse direito!

Obs da Rô: Eu também estou saindo do armário, Eu Sou Heterossexaul. Pronto falei. srrsrs

Genizah

O que é, e o que não é santidade




Por Hubert von Zeller

Mais do que mirabolantes façanhas místicas ou heroísmos de faquir, a santidade consiste numa correspondência de amor. Trata-se de descobrir a presença de Deus em tudo, dando-lhe glória através das mais corriqueiras realidades do dia a dia

Se alguém pensa que santidade pessoal significa ter o nome no topo de um ranking, está enganado. Se pensa que é algo que dá direito a ter uma data comemorativa no calendário da Igreja, está enganado. Se pensa que é algo que traz consigo o poder de fazer milagres, está enganado. Se pensa que é ter o olhar embevecido, num estado de piedoso contentamento (ou de doce êxtase, ou de nobre e virtuosa distração), está enganado. Santidade não tem nada a ver com estar acima dos outros, como que pairando sobre eles.

O melhor é pensar na santidade como a atitude de quem, sendo generoso e fiel à graça, devolve a Deus o amor que Ele lhe depositou na alma. Por isso, se podemos querer ser santos, é mais por causa de Deus do que por iniciativa própria. Não buscamos a santidade por sermos ambiciosos nem por querermos subir numa espécie de carreira fantástica, mas porque Deus quer-nos santos e nós o louvamos quando lutamos para alcançar a santidade.

Qualquer um pode ser santo – ou melhor, fingir que é santo – e ouvir elogios das pessoas: “Nossa, como você é um santo”. Cedo ou tarde, porém, essa santidade acaba dando em nada. Ou a pessoa percebe a armadilha em que caiu, faz-se humilde, e tenta encaminhar-se para uma santidade real, ou então o esforço por manter as aparências torna-se insustentável, provocando uma reação que a faz voltar-se para o mundanismo e talvez até para um estado final de maldade. Todo o segredo da santidade está em que ela depende da graça e por isso nunca pode ser considerada um simples papel a representar.

Isso significa que mesmo que você esteja decidido a ser santo, não o será se confiar só na sua força de vontade. A única coisa que pode levá-lo à santidade é a graça de Deus. Você precisará de toda a sua força de vontade para trabalhar junto com a graça de Deus, mas não imagine que para chegar ao final do caminho basta tomar umas resoluções suficientemente firmes. Deus permitirá que você falhe em cumprir alguns dos seus melhores propósitos antes mesmo de começar a caminhada, para que você se ponha no seu devido lugar e veja que nada pode fazer sem Ele.

Estando humildemente convencido de que sozinho não se pode cumprir nem mesmo aquilo que mais se quer, você estará então pronto para ser um instrumento de Deus. Primeiro você vai ser amaciado como um bife. Quando toda a altivez, todo o orgulho e todas as idealizações da santidade tiverem sido arrancados pela ação da verdade, e você tiver os pés no chão, Deus terá matéria com que trabalhar. Sem falsas noções e sem projetos fantasiosos, você começa a perceber o que é a verdadeira santidade e quais são os planos que Deus tem em mente a seu respeito.

A razão disso é que Deus não está premiando o trabalho de outrem, mas o dEle próprio. Não se pode esperar que Ele reconheça uma santidade para a qual não tenha contribuído. A única perfeição, a única santidade é a de Deus. Deus permite que o homem invente a sua própria idéia de santidade. Mas Deus não o ajuda a realizá-la simplesmente porque ela não existe; é uma perda de tempo. É como procurar a luz do luar numa noite sem Lua. Quando você percebe que a luz do luar emana de um determinado lugar, e que só existe nele, já terá aprendido alguma coisa.


Hubert von Zeller
Monge Beneditino da Abadia de Downside (Inglaterra), autor de numerosos livros sobre a Sagrada Escritura e sobre temas de espiritualidade

Este texto é só uma parte, pois o texto todo é bem maior.

29 de agosto de 2010

Kajuru acusa Político de destruir sua família.


Hoje no programa do Raul Gil Kajuru afirmou categoricamente que um político de Goiás destruiu seu casamento ao mandar estuprar sua ex-esposa que hoje não mora mais no Brasil e que só conseguiu sair do Estado de Goiás depois que conseguiu escolta para protegê-la.



No mesmo programa ele não tira o chapéu para Zezé de Camargo porque logo depois do ocorrido com sua família, Zezé teria lhe dito gratuitamente que nunca mais cantaria em comícios desse político, mas poucos dias depois já estava cantando e o faz até hoje.
Marconi Perillo resolveu processar Kajuru em 2004 depois de suas declarações no programa “Boa Noite Brasil”, do apresentador Gilberto Barros, o Leão. No dia 18 de março de 2004, o jornalista disse que teve de sair de Goiás porque sua ex-mulher foi agredida e violentada a mando do governador. Também afirmou que Marconi Perillo mandou distribuir panfletos ofendendo sua família. Tudo com um intuito: queria que ele saísse do estado para não mais falar das supostas irregularidades do governo.


Abaixo um vídeo de sua ex-esposa e aqui deixo algo para vocês pensarem:


Se alguém quiser saber quem é um homem ou uma mulher, pergunte a sua esposa ou ao seu marido. Uma ex-esposa que fala o que esta mulher maravilhosa fala de seu ex-marido só pode ser uma pessoa do bem. Deixo aqui o meu clamor a favor da vida deles, pedindo ao Pai que os abençoe, conduza, dirija, proteja e os leve a encontrar Sua maravilhosa graça e perdão.


Também clamo para que a verdade venha a tona e os verdadeiros culpados sejam punidos, sendo ou não a mando de um político ou quem quer que seja.

Que o Amor de Jesus Cristo os abrace, os cure, restaure e os ajude na cicatrização das feridas da alma. Em o Nome de Jesus. Amém.

28 de agosto de 2010

Macedo prega aborto como forma de planejamento familiar. Lamentável





Postado por Rô

Como pode alguém se posicionar em favor do aborto com um argumento de planejamento familiar?? desde quando fazer planejamento familiar tem que haver assassinato?
Se um líder de uma igreja se posiciona dessa maneira, como ficam as suas ovelhas?? Que Reino é este que ele prega e vive? que Deus é este que este homem serve?
Como ele disse: Minha mãe teve vários abortos... Seria bom se ela o tivesse abortado, pois seria menos um herege para combatermos. Fico vendo a comparação que ele faz: O que é melhor, matar ou deixar uma criança mendigar no lixão?? Que horror. Este homem é um louco. Bem se vê que ele não tem fé e nem inteligência. Quer dizer então, que pra não nascer uma criança pobre e revoltada é melhor aborta-la para nos defendermos de um mal na Sociedade que poderá nos prejudicar?? Só porque é filho de pobre irá para o lixão e virar problema para Sociedade?? Este homem esta condenando alguém antes de nascer.
Por isso eles fazem vasectomia nos seus pastores e obreiros.
E o mais triste de tudo isso, é que tudo acontece com consentimento de suas próprias ovelhas.
É lamentável!

“Os homens não sabem dar prazer sexual às suas mulheres”





A revolução sexual dos anos 70 não trouxe a liberdade sexual. Ao contrário, hoje somos mais exibicionistas, mais preocupados com nossa aparência e até imitamos os atores do cinema pornográfico, quando estamos na cama com nossos parceiros. Essas são algumas das conclusões do médico psiquiatra paulista Flávio Gikovate, que lança o livro Sexo (MG Editores). Gikovate, há mais de quarenta anos na profissão e autor de mais de 25 livros, entre eles A Libertação Sexual e Ensaios sobre Amor e Solidão, agora se propõe a rever como encaramos a sexualidade. O psiquiatra ainda diz que há ainda muito preconceito entre o feminino e o masculino e que a valorização excessiva da beleza atrapalha os relacionamentos. Para quem quiser conhecê-lo, Gikovate irá fazer um bate- papo com leitores, no sábado 28, na livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo. Segue a entrevista que fiz com ele por telefone:

Em seu livro, você diz que a emancipação sexual não levou à liberdade sexual. Por que?

O que se vê hoje é um momento de exibicionismo feminino, uma rivalidade maior entre as mulheres para saber quem tem maior sucesso entre os homens e uma disputa maior entre os homens para conseguir as mulheres mais atraentes. Além disso, há uma ênfase exagerada na aparência física e uma obsessão pelas coisas superficiais. As pessoas ainda fazem práticas sexuais, de acordo com os filmes pornográficos, que se tornaram referência para as trocas eróticas. O resultado é muito triste e é o oposto do que se pretendia com os movimentos pela emancipação sexual.

Mas não houve um avanço nas conquistas femininas?

O mais relevante foi a emancipação das mulheres e a pílula anticoncepcional que criou uma oportunidade de igualdade entre homens e mulheres. Porém, infelizmente, as mulheres copiaram os padrões masculinos. No movimento hippie, era o contrário: os homens buscavam um jeito mais delicado de ser. Eles usavam bolsas, batas indianas, chinelos de dedo. Nos anos 80, elas começaram a usar o terno e a gravata e passaram a competir mais com os homens. A entrada das mulheres no mercado de trabalho dessa maneira foi ruim, porque atiçou ainda mais a disputa entre todos os lados. É importante dizer que foram elas que ganharam essa disputa. Hoje há mais mulheres nas universidades e, em países como os Estados Unidos, elas já ganham mais que os homens. Só que elas fizeram isso dentro de um padrão masculino.

Por que você diz que os homens ainda não sabem dar prazer às mulheres?

Os homens começaram a oferecer mais prazer às mulheres, mas por conta da indústria pornográfica, eles retrocederam. Nos anos 70, o relatório Hite (Relatório Hite sobre a Sexualidade Feminina, de Shere Hite) explicou que a maioria delas tinha orgasmos com a estimulação clitoriana e não pela penetração vaginal. Para as mulheres, isso foi um grande alívio, porque muitas das que tinham orgasmo clitoriano se sentiram normais. Antes disso, a psicanálise considerava o orgasmo clitoriano como algo infantil, o que era uma bobagem. Então esse relatório liberou as mulheres para terem o orgasmo clitoriano. Só que com o avanço da indústria pornográfica, o orgasmo vaginal voltou a ser valorizado, talvez por ser mais cinematográfico. Então, as mulheres voltaram a se sentirem frustradas e, hoje fingem orgasmos vaginais como nunca, até imitando os filmes, com os barulhos e vozes.

O acesso à pornografia na internet tem algum tipo de influência nos relacionamentos?

Claro que sim. Há 15 anos, as mulheres detestavam o sexo anal. Agora, ele é bom. Quem inventou isso? A indústria pornográfica. Sempre doía, agora não dói mais. Isso parece moda. Quando eu era menino, o sexo anal era mais comum, porque as meninas queriam permanecer virgens. Se elas faziam sexo anal, os meninos achavam o máximo conseguir a relação vaginal. Teve uma época que nem prostituta fazia sexo oral. Hoje qualquer menino de 14 anos faz sexo oral na paquera, antes mesmo de beijar. Curioso isso, não?

Você diz que é importante distinguir desejo de excitação. Por quê?

O que eu digo é que na criança só existe excitação. Porque sexo e amor são coisas bem distintas. Então, quando você não separa essas duas coisas, parece que a criança sente desejo sexual pela mãe, o que não é verdade. O que ela sente é amor pela mãe e o que ela quer é o colo, um remédio para o seu desassossego, um alívio, um amparo. O amor acontece desde o primeiro momento de vida da criança. Já o sexo aparece quando ela tem dois anos e começa a tocar certas partes de seu corpo e descobrir que há sensações agradáveis, a excitação. Portanto, descobre a excitação por nós mesmos, enquanto que precisamos do outro para saber o que é amor. A excitação segue assim por toda a infância, mesmo quando as crianças brincam de trocar carícias e imitam o que vêem como parte da vida adulta. Na vida adulta, o desejo aparece a partir da puberdade por conta da estimulação visual, principalmente nos homens. Já as mulheres ficam excitadas ao perceberam que são desejadas. Elas desejam serem desejadas. Portanto, isso não é desejo e sim excitação. O desejo é mais ativo, é a vontade de atacar o outro, de agarrar o outro e envolve um objeto externo, como estimulador do sexo. A excitação pode ser feita sem o outro, só pela via táctil.

É possível separar o sexo do poder?

Sexo e poder tem parentescos muito próximos. E eu não gosto desse lado aristocrático do sexo, porque justamente favorece uma pequena maioria e prejudica a grande maioria. E tudo o que se tentou fazer no movimento “faça amor e não faça guerra” não deu certo, porque o sexo está a serviço da guerra. Nos homens, é muito forte a relação entre sexo e agressividade. Quando se libera a sexualidade, a agressividade é liberada. Não existe o “fazer amor”, existe o “sentir amor”.

Por que você diz que existe ainda hoje uma maior disponibilidade feminina do que masculina?

Entre o feminino e masculino existem duas grandes diferenças, uma é a do desejo visual. A outra é que, no homem, existe um período chamado refratário. Depois que ele ejacula tem um período de desinteresse sexual, de quase aversão à sexualidade que pode ir de dois minutos até 24 horas. Dependendo da idade do homem, da parceira. Isso é uma indisponibilidade sexual. A mulher mesmo depois mesmo depois de um ou múltiplos orgasmos, ela tem uma excitação residual. Ela continua disponível sexualmente. Isso faz com que ela possa ter dez relações sexuais numa noite. Nos casais, é sempre melhor que a mulher tenha orgasmo primeiro. Até na indústria de sacanagem, quando o homem ejacula, para o filme.

Por que você diz que dar valor à beleza pode se levar a um complexo de inferioridade?

Porque a grande maioria das pessoas não tem a beleza. Em uma cultura que se valoriza excessivamente a beleza, ela condena à frustração e a um sentimento de inferioridade mais de 90% das mulheres, por conta do desejo masculino estar ligado ao visual. Se você diminui a chance de moços e moças e isso não era absolutamente relevante. A competição entre homens e mulheres não poderia ser maior que a de hoje.

Você afirma que se o mundo fosse mais liberal, teríamos mais bissexuais. Explique.

Seria de se esperar um aumento da bissexualidade, se vivêssemos num mundo mais liberal. Os meninos continuam a não se encostar uns nos outros, porque senão seriam gays para sempre. O preconceito contra a intimidade entre dois homens continua tão forte quanto no passado. O menino mais delicado e menos afeito aos esportes continua sendo mal visto pela família e até pela própria mãe. Com as meninas sempre foi diferente – elas sempre puderam brincar umas com as outras. Na minha adolescência, elas andavam de mãos dadas, algumas até se beijavam e não eram homossexuais.

Como você vê a exposição sexual na internet?

O sexo virtual vai substituir o casual. Isso porque o sexo casual já é virtual. Quando um homem sai com uma prostituta que o chama de bem e não um por nome, isso não é uma relação. A relação a dois implica ter mais intimidade. As feministas detestavam falar que mulher gosta de ser objeto do desejo. Na verdade, elas sempre adoraram isso. Hoje, elas vão à internet para serem desejadas. Uma das fantasias femininas é estar num clube de strip-tease e todos os homens estarem babando. Tirar a roupa na internet é levar essa realidade para o mundo virtual. Isso é parte do exibicionismo feminino.

Explique a seguinte frase de seu livro: “os cafajestes são a referência masculina e os que não são o invejam”.

É verdade, porque no sexo casual, no sexo do desejo, prevalecem os cafajestes. No sexo romântico, prevalece a excitação. Se eu estou casado há 20 anos com a mesma mulher, evidentemente não morro de desejo por ela. O desejo visual vai se desgastando no convívio, mas o prazer e a troca de carícias não se esgotam da mesma maneira. No sexo romântico, predomina a excitação. No amor, o sexo não é protagonista. Nesse mundo da conquista, o sexo é o protagonista. O cafajeste é o que tem mais cara de pau, fala mentiras, promete casamento e, com essa cara de pau, ele mexe com a vaidade feminina. As mulheres se sentem tão estimuladas que acabam cedendo. E os bobões que querem ser sinceros, aqueles que não mentem, se tornam irrelevantes. Mas isso também vai mudar, porque no mundo virtual, os cafajestes não se sobressaem.

E aí o que vocês acham?? o homem não sabe dar prazer a suas companheiras?? Ele ainda esta aprendendo?? Ou só existe um jeito de sentir prazer?? tem como analisar a forma com que uma pessoa escolhe sentir prazer??

Fonte: E no libertos do Opressor

27 de agosto de 2010

Padre com duas amantes renuncia ao clero após denúncia













Pra evitar que digam que só falamos mal de pastores gays!
Aqui tem espaço pra todos, até para padres garanhão. rsrs

Padre com duas amantes renuncia ao clero após denúncia
Um padre colombiano de 73 anos renunciou ao clero da Igreja após a revelação
de que ele tinha duas amantes, informam hoje as autoridades eclesiásticas locais.
O arcebispo coadjutor da Arquidiocese de Cali (sudeste da Colômbia), Darío de Jesús Monsalve, disse em declarações à agência Efe que Rodrigo Carvajal Vargas, o padre em questão, renunciou na quarta-feira, em mensagem enviada a seu escritório, após uma das amantes denunciá-lo.
Carvajal trabalhava no pároco da Igreja de La Merced, no centro histórico de Cali, capital do departamento de Valle del Cauca (sudoeste do país).
"Sua renúncia foi aceita", afirmou Monsalve, que qualificou como doloroso o caso de Carvajal, quem há 20 anos convivia com uma mulher separada, sem que ninguém soubesse disso.
Além dela, ele mantinha há três anos uma relação paralela com outra mulher, também separada. Esta foi quem divulgou à imprensa de Cali os romances do padre.
Segundo o arcebispo, Carvajal enfrentará agora um processo disciplinar, que pode levar a uma "sanção canônica".

Obs da Rô: pelo menos este é homem rsrs



Read more: gospeledeovelha.com

Fonte: Folha Online

Onze sonhos da mulher moderna



Muito legal!

Pr. Fabio

Um e-mail que nos foi enviado:

11 sonhos femininos

1. Um deslumbrante vestido tomara que caia

2. Uma calcinha tomara que tirem;

3. Um sutiã tomara que sustente;

4. Um absorvente tomara que não vaze;

5. Uma meia tomara que não desfie;

6. Uma celulite tomara que não percebam;

7- Um "cabelo" tomara que não chova;

8. Um salto tomara que EU não caia;

9. Um ficante tomara que me ligue;

10. Um namorado tomara que não broxe;

11. Um marido rico... Tomara que morra.


A preocupação e o amor pastoral que dedicamos ao ser humano e, especialmente às mulheres (delicadas e belas que são) não me permite, como pastor, ficar omisso diante desta malvada piada.

As mulheres não devem ser definidas por estas superficialidades. Superficialidade, aliás, é uma característica mais masculina do que feminina.

Vou tentar explicar no corpo do seu próprio e-mail que a preocupação feminina é conseqüência da futilidade masculina:

11 Sonhos Femininos – Um olhar Cristão

1. Um deslumbrante vestido tomara que caia

Elas precisam estar sempre belas e sensuais, porque os homens tornaram-se incapazes de percebê-las na sua essência, na sua inteligência e na sua dignidade de mulher, amiga e companheira. E, por mais contraditório que pareça, parece que elas optaram por se deixarem achar como objetos do desejo masculino, porque isto parece ser "menos ruim" que a indiferença. É a superficialidade do homem que não enxerga um palmo para além de peitos e bundas que as aprisionou nesta neurose estética e descabida.

I Pedro 3:3-4 - O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos; Mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus.

2. Uma calcinha tomara que tirem

Sim, elas querem isto, também. Mas apenas depois de muito carinho e atenção, depois de beijos apaixonados e o aconchego de um abraço, depois de algum tempo de afago, afeto e depois de terem podido falar de seus sentimentos e compartilhar com seu homem suas ansiedades do dia e terem suas preocupações acalentadas pelo peito forte daquele de quem esperam cuidado e dedicação. Depois disso tudo, é possível que elas próprias tirem a calcinha.

Cânticos 2:3-6 - Qual o lírio entre os espinhos, tal é meu amor entre as filhas. Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos; desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento; e o seu fruto é doce ao meu paladar. Levou-me à casa do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor. Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, porque desfaleço de amor. A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace.
3. Um sutiã tomara que sustente

Vide resposta 1.

4. Um absorvente tomara que não vaze.

Essa passa. Não basta sangrar todo mês, ainda ter que se constranger por isso...


5. Uma meia tomara que não desfie

Vou relevar...

6. Uma celulite tomara que não percebam

Gostaria de ver os jornais destacando as ridículas barrigas masculinas, os roncos noturnos, as barbas mal-feitas com a mesma ênfase que estampam as celulites das mulheres, como se isso fosse um pecado imperdoável. E depois querem dizer que elas são superficiais?!

Superficiais são maridos que passam o dia desejando mulheres "gostosas" que não são as suas sem considerar que, aquela que está ao seu lado, pariu seus filhos e sofreu, ao seu lado, o desgaste do tempo, e mesmo que, antes de casar, já não tivesse o corpo perfeito, tinha atrativos bem mais significativos, que, aliás, foram os que o fizeram escolhê-la. Mas que agora parecem ser menos importantes do que uma foto da Playboy contornada por Photoshop e construída nas mesas de cirurgia plástica.

Provérbios 31:28-30 - Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva. Muitas mulheres têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente! Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada.

7- Um "cabelo" tomara que não chova

Nem vou falar do preconceito de tratar cabelos crespos como "ruins" e cabelos lisos como "bons". Nem vou falar de racismo e tampouco da futilidade do homem brasileiro que insiste valorizar traços europeus e norte-americanos como padrões de beleza em detrimento da beleza da nossa mulher mestiça com seus cabelos crespos ou encaracolados.
Cânticos 4:1 - Eis que és formosa, meu amor, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas entre as tuas tranças; o teu cabelo é como o rebanho de cabras que pastam no monte de Gileade.

8. Um salto tomara que EU não caia

Não vou comentar essa.

9. Um ficante tomara que me ligue

"Ficante"? Mulheres não querem ficantes. Mas pode ser que tenham se rendido aos relacionamentos efêmeros pela absoluta impossibilidade de encontrar homens de verdade, em quem possam confiar e com quem possam sonhar compartilhar a vida e o futuro. Homens imaturos, bananas e egoístas não merecem uma mulher ao lado, merecem mesmo que elas os usem e depois descartem. No entanto o "tomara que me ligue" acaba denunciando que elas esperam sempre mais de uma relação.
Procura-se homens! E não é o alavancar da homossexualidade que os consumiu, os homens desapareceram e se apequenaram por detrás da força das mulheres que assumiram seus papéis e tomaram para si a responsabilidade da família (cansadas de suas omissões) e os tornaram supérfluos.
Cânticos 7:9-10 - Os teus beijos são como o bom vinho, vinho que se escoa suavemente para o meu amado, deslizando entre seus lábios e dentes. Eu sou do meu amado, e ele tem saudades de mim.
Cânticos 6:3-5 - Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele apascenta entre os lírios. Formosa és, meu amor, como Tirza, aprazível como Jerusalém, terrível como um exército com bandeiras.Desvia de mim os teus olhos, porque eles me dominam...
Cânticos 2:16-17 - O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios. Até que refresque o dia, e fujam as sombras, volta, amado meu...

10. Um namorado tomara que não broxe

Essa neura não é delas, mas deles. Pelo contrário, apesar de odiarem homens bananas, elas adoram quando seu macho divide com elas suas preocupações, medos e fragilidades; adoram acolher o macho e consolá-lo nas suas frustrações e oferecer todo cuidado e carinho que só elas sabem. Elas entendem e são capazes de se dedicar muito mais e ter muito mais prazer no abraço carinhoso mesmo sem orgasmo, do que em explosões de testosterona sem cumplicidade.
11. Um marido rico... Tomara que morra.

Elas não querem materialidade, querem segurança. Elas não escolhem o homem pelo carro ou pela conta bancária. Elas escolhem homens pelo bem-estar emocional, a segurança e a estabilidade que possam lhes oferecer.

Nesse caso a materialidade se torna um bom sintoma, elas se aproximam avaliando o exterior, mas não permanecerão no relacionamento se o conforto material não tiver correspondência no conforto psicológico e emocional.

Como cada vez menos encontram homens que lhes transmitam esta sensação de segurança, elas decidiram criar sua própria estabilidade e não depender mais deste troglodita egoísta e insensível. Elas já são intelectualmente mais preparadas, economicamente em ascensão, possuem valores e caráter mais sólidos e, quando conseguirem abrir o potinho de azeitona sozinhas, não precisarão do homem para mais nada.

Mas não estarão felizes, porque sabem que estão violentando a si mesmas, pois têm a família e a maternidade correndo nas veias, por isso vivem se condoendo em culpas pelo seqüestro da sua própria identidade que esta emancipação lhes conferiu.
Sim, elas querem um marido que morra... que dê a vida por elas e pelos filhos; que não priorize os próprios sonhos, amigos e trabalho em detrimento de sua família.
Efésios 5:25 - Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela.

Bem, como canta Erasmo Carlos:

Mulher, mulher... Na escola em que você foi ensinada, jamais tirei um dez, sou forte, mas não chego aos seus pés.

Fonte: Susto de amor e Genizah Compartilhando com mulheres Sábias

26 de agosto de 2010

A mesa universal e as redentoras transgressões




A mesa universal e as redentoras transgressões

Tenho desejado ardentemente comer com vocês esta páscoa antes da minha paixão; pois eu lhes digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus. Lucas 22:15,16
Toda subversão deve ser encenada: Jesus soube-o quando lavou os pés dos discípulos; São Francisco soube-o quando despiu-se literalmente diante da multidão e adotou uma vida descalça; Gandhi soube-o quando pendurou o terno e sentou-se diante da roda de fiar.
Os integrantes da comunidade do reino, que de tudo se despojaram, só não se despojarão da sua liturgia. Encenarão até o fim a sua mais característica subversão, porque não querem esquecer que é nisso que seu mestre tinha desejado ser lembrado:

“Perseverando todos os dias no templo, e partindo o pão de casa em casa, comiam com alegria e singeleza de coração”.
E, ao contrário do que nos tornamos habituados a pensar, a porção litúrgica da vida comum reside na segunda porção desse verso, não na primeira; está na mesa compartilhada e não no Templo. Como se verá, “perseverando unânimes todos os dias no templo” não quer dizer muito além de asseverar que os primeiros discípulos continuavam sendo unanimemente judeus. Nenhum deles encontrou incompatibilidade entre a vitalidade do arrependimento e a herança da espiritualidade judaica. Nenhum deles julgava ter adotado uma nova religião; não se consideravam “novos convertidos”, e com toda a probabilidade se mostrariam muito indignados se alguém sugerisse o contrário. Como estavam sempre juntos, e como estavam certos de que terem se dobrado à persuasão de Jesus não interrompia o fato de serem judeus – o próprio Pedro havia, afinal de contas, enfatizado em seu discurso o coração judaico de Jesus e da sua obra – continuavam a encontrar-se todos os dias no Templo de Jerusalém.
Não era em sua presença no templo que sua subversão era encenada, mas no impensável que faziam depois, comendo juntos de casa em casa com alegria e simplicidade, como quem habita um ensolarado final feliz ou uma incessante festa de casamento.
Sentar-se à mesa com alguém, em praticamente todas as culturas, é ato que pertence ao domínio do sagrado; em algumas tradições “comer juntos” envolve mais tabus, trâmites e privilégios do que dividir o ato sexual. Não é à toa que “companheiro”, que se origina no latim companis/cum panis, signifique “aquele com que se divide o pão”: comer com alguém é repartir uma plena horizontalidade, é reconhecer sem reservas uma identidade compartilhada. Dividir o pão é fundir a alma.

É justamente por isso que, em praticamente todas as culturas, a hora da refeição não é algo que se divida com todos.
Convidar para comer esteve, desde sempre, associado a afinidade e critério. A mesa de cada um está por definição reservada para os amigos mais íntimos, para as relações mais bem lubrificadas, para os que habitam as proximidades do coração. Não ignorando o poder dessa linguagem, Jesus tratou de subvertê-la, contando muitas histórias em que os convidados do banquete não são os nobres (com que todos queriam se ver associados) ou os amigos do anfitrião, mas os marginais, os despossuídos, os que não ocorreria a ninguém convidar para jantar. A aprovação de Deus, esclarece o rabi, é um banquete a que os ricos e poderosos não encontram ocasião de comparecer, mas que é revertido gostosamente em favor dos bêbados na sarjeta, das prostitutas da esquina e de todos que a vida largou desatenta pelo caminho. Jesus encenou ele mesmo, e do modo mais exuberante, a provocação que suas parábolas prometiam. Porque, enquanto João Batista se mantinha no deserto comendo como um faquir, Jesus frequentava jantares e festas, fornecia bebida para banquetes de casamento e angariou (provavelmente com alguma justiça) a fama de comilão e beberrão. Jesus não só sentava-se com pecadores e prostitutas, mas comia faceiramente com eles – e somente a segunda coisa era considerada mais inaceitável do que a primeira. Se comer é repartir horizontalidade, como suportar um homem de Deus que ousava partilhar a sua mesa – e portanto a sua identidade – com um bando de pecadores sem qualquer mérito?
A resposta o rabi forneceu muitas vezes e de muitas maneiras, mas resume-se sempre ao mesmo ponto: a ninguém Deus recusa um lugar à sua mesa, pelo que a ninguém deveríamos recusar lugar à nossa. Ser santo como Deus é santo não é adotar a suposta distância que Deus estabelece entre si mesmo e o mundo, mas adotar a ausência de critério que Deus emprega em sua relação com todos. Arrepender-se é escancarar as portas da vida e instituir o Grande Banquete Ininterrupto, em que todos os homens servem e onde todos os homens são bem-vindos.
Conhecedor do potencial redentor desse inæstimabile sacramentum, Jesus tratou de trazê-lo para o centro da sua mensagem, tornando o fulcro mais essencial da sua memória: façam isso todas as vezes que comerem e beberem; façam isso em memória de mim. A comunidade do reino não ignora que a mesa é local sacrossanto e seletivo; apenas confessa que, justamente por essas razões, só é concebível se for universal.

O grupo de romeiros de Pentecostes passa portanto a encarnar, inaugurando-a, a insubordinação com a qual o movimento cristão seria associado ao longo dos seus primeiros séculos de história: a da multidão que reúne-se em suas casas para comer – sem aplicar as mais básicas distinções entre ricos e pobres, nobres e destituídos, puros e maculados, homens e mulheres, amigos e desconhecidos.
Essa mesa universal resgata, simultaneamente, os aspectos de transgressão e tabu com os quais o ato de comer está associado em muitas culturas, particularmente a judaica – e ao mesmo tempo abole e transcende esses aspectos.
Nenhum judeu ignorava que comer era ato tão sério e prenhe de consequências que ocasionara a expulsão de Adão e Eva do paraíso; ninguém desconhecia que comer era ato tão sacrossanto e cercado de responsabilidades que deixara na Torá a marca de inúmeras leis e interdições. Na cultura judaica a santidade, a transgressão e a identidade eram definidas em grande parte pelo que o judeu devia abster-se de comer; essa obediência com respeito à continência alimentar era para ser entendida como postura corretiva e testemunhal, sustentada em puro contraste à deficiência demonstrada por Adão e Eva nessa área – bem como suas suas terríveis consequências.
Certo da ressonância dessa tradição, Jesus tomou providências para garantir que a mesa universal que legava aos seus seguidores se mantivesse, também nesse campo, celebração de uma atordoante subversão. Porque, ao fundamentá-la ao redor do consumo simbólico do corpo e do sangue de um ser humano, o fundador do Banquete Ininterrupto não poderia ter escolhido símbolos mais incômodos e provocadores.
No judaísmo o canibalismo era tamanho tabu que a Torá omite-se até mesmo de nomeá-lo como interdição, e Jesus não se esquiva em ordenar peguem e comam, este é o meu corpo; o consumo de sangue era ostensivamente proibido, do que dão testemunho as recursivas medidas instituídas para livrar de qualquer traço de sangue a carne destinada a consumo humano, e Jesus declara peguem, bebam, este é o meu sangue. E insiste, simplesmente insiste, que essa transgressão ritual deve ser repetida “todas as vezes que vocês comerem e beberem”.
Todas as vezes que comiam e bebiam, portanto, os integrantes da comunidade do reino “encenavam a subversão” que seu precursor havia encarnado em todos os aspectos. Alimentavam-se continuamente, por assim dizer, de tudo aquilo que representavam a pessoa, a postura e o destino de Jesus.
Beber o corpo e o sangue do Filho do Homem nessa transgressão litúrgica unia-os ao homem de Nazaré, mas também reportava-os simbolicamente a Adão e Eva e libertava-os deles. O consumo do fruto proibido na transgressão do Éden levara os homens a ganhar o mundo, mas haviam na transação perdido a Deus e uns aos outros; o consumo do corpo e do sangue na transgressão cristã levava os homens a reconquistarem a si mesmos e uns aos outros, e nessa comunhão restauravam o mundo e reconquistavam a presença divina. Passavam a habitar, e em suas próprias casas, o fulcro temporal e geográfico, parcial e ininterrupto, que Jesus chamara de reino de Deus.
O meio é a mensagem, e o meio apontado por Jesus para indicar sua mensagem foi o sonho de um mundo em que todos os homens comeriam juntos, celebrando continuamente uma simbólica transgressão e encontrando nisso uma comunal redenção.
A mesa universal é sua liturgia.
E quando a horizontalidade for completa, quando ninguém for excluído, quando todos servirem a todos e todos estiverem servidos, então horizontal e vertical se fundirão sem qualquer distinção, e Deus será visto à mesa entre os homens. O mundo estará restaurado, e será o reino de Deus.


Paulo Brabo

Eu acredito na Bíblia



Na contramão do movimento evangélico liberal, pesquisadores afirmam que o texto da bíblia é muito fiel ao original.


Por Leonardo Gonçalves

Em nosso tempo, os teólogos e “novos pensadores” do cristianismo têm arvorado diversas bandeiras diferentes. O cenário teológico está cada vez mais conturbado, e movimentos estranhos surgem com uma rapidez nunca vista. As linhas que regem as crenças do “nova espiritualidade” são as mais diferentes possíveis, podendo variar do marxismo teológico à espiritualidade medieval, ou mesmo do neoliberalismo ao teísmo aberto. Contudo, parece haver um ponto em que os novos pensadores estão de acordo: Todos eles, em maior ou menor proporção, duvidam que toda a bíblia seja a Palavra de Deus inspirada, e alegam que o texto original foi modificado. Ao que parece, a tendência é conservar o elemento místico do cristianismo, sem contudo submeter-se à autoridade da Bíblia como regra de fé.

Na contramão deste movimento está o filósofo, teólogo e fundador do Southern Evangelical Seminary, dr. Norman L. Geisler. Em seu livro “Não tenho fé suficiente para ser ateu” (Ed. Vida), ele afirma que 99,9% do conteúdo do NT é livre de real preocupação, e que nenhuma doutrina central do cristianismo repousa sobre um texto duvidoso. J. B. Payne em sua obra “Enciclopédia de profecias bíblicas” apresenta 191 profecias relacionadas ao esperado Messias e Salvador judeu, e mostra como todas foram cumpridas literalmente na vida, morte, ressurreição e ascensão de Jesus de Nazaré. Também Josh McDowell, um dos mais importantes apologistas contemporâneos, fala de mais de 300 referências ao Messias contidas no Antigo Testamento, as quais se cumpriram em Jesus. Todos estes fatos somados compõem um forte argumento em favor da autoridade e inspiração das Escrituras.

Até mesmo o agnóstico e crítico do Novo Testamento, Barth Ehrman admite que “na verdade, a maioria das alterações encontradas no início de manuscritos cristãos nada tem a ver com teologia ou ideologia”. Segundo ele, tais alterações em muitos casos não passam de “erros ortográficos e acidentais”. Considerando que o NT possui cerca de 5.700 manuscritos, conclui-se que é possível reconstruir o texto à partir da comparação das cópias existentes, de modo a afirmar que o texto atual é bastante fiel ao que foi o texto original, descartando a hipótese de que o texto foi gravemente modificado para servir aos interesses da religião, teoria que quando avaliada à luz de argumentos sólidos mais se assemelha àquelas esdrúxulas teorias conspiratórias que circulam na internet.

Estas e tantas outras evidências que são apresentadas em favor do cristianismo são suficientes para dizer que o texto da bíblia conserva todas as idéias originais do cristianismo, sendo totalmente digno da nossa apreciação e crença. O argumento dos neoliberais brasileiros, no entanto, carece de confirmação e está baseado em falácias óbvias que já foram amplamente desmascaradas ao longo da história.

Por isso, e por muitos outros fatos que não caberiam neste breve artigo, afirmo sem nenhum receio minha crença na Bíblia. Não crer em tantas evidências seria o mesmo que pecar contra minha própria consciência.
Fonte Pulpito cristão e Ministério Beréia Compartilhando com Mulheres Sábias

Pastora Lésbica vai a Tribunal da Igreja Presbiteriana por realizar casamento gay









Esta é a segunda vez que a Rev. Jane Adams Spahr, a lésbica ativista,
foi à corte por violar a lei da Igreja.
Uma sacerdote presbiteriana aposentada está enfrentando processo terça-feira pela manhã, por realizar cerimônia de casamento de mesmo sexo na Califórnia.

Anteriormente, em 2008, ela foi inocentada de má conduta pelo Supremo Tribunal da Igreja Presbiteriana (EUA), a Comissão Judiciária Permanente da Assembléia Geral. O Supremo Tribunal tinha revertido uma decisão pelo comitê judicial regional que encontrou Spahr culpada de haver cometido uma falta quando ela conduziu cerimônias para dois casais de lésbicas em 2004.

Novas acusações foram trazidas contra ela por leigos anônimos depois que Spahr oficializou os casamentos de 16 casais de gays e lésbicas durante o breve perído em que o casamento homossexual era legal na Califórnia, entre Junho e Novembro de 2008. A ministra de São Francisco tem sido acusada de publicamente, intencionalmente e repetidamente violar a lei denominacional.

Recordando o tempo em que proprocionou o casamento aos casais, Spahr disse no The Peter Collins Show que seus amigos se aproximaram dela, pedindo que ela oficializasse suas cerimônias.

“Eles perguntaram-me porque eu era uma pastora e eles puderam ir à corte civil, mas eles disseram que queriam que fosse eu que fizesse," disse Spahr ao programa de rádio.

"O que fazemos na Igreja Presbiteriana ou Igrejas é que você tem a autoridade civil e, em seguida, podemos pronunciar," explicou. “Entao eu pronunciei-os em nome do Estado e em nome da Igreja. “Eu tinha que dizê-lo em nome da Igreja, porque é uma questão da minha fé... e da vocação que tenho."

De acordo com os advogados de Spahr, ela enfrenta julgamento por representar as uniões de pessoas do mesmo sexo que ela presidiu como matrimônios.

O PC(USA) é a maior denominação Presbiteriana do país com mais de 2 milhões de membros. A Igreja define como casamento a união entre um homem e uma mulher e o órgão legislativo mais alto da mesma votou em Julho para manter essa definição.

Spahr tem sido uma sacerdote da ordem Presbiteriana há 36 anos. Ela se aposentou do Ministério em tempo integral em 2007.

O órgão The Presbytery for the Redwoods, de gestão local da PC(USA), está retendo o julgamento na Igreja Presbiteriana Covenant em Napa, Califórnia.

Fonte: Christian Post

25 de agosto de 2010

A Graça da Garça



Maravilhoso, meditem. Dê pause na playlist e ouçam. Paz a todos!

Que pregação! Curtinha, mas com um grande conteúdo! A forma? Diferente! Mas creio na multiforme sabedoria de Deus e nas Suas diferentes formas de Se manifestar.

Sinceramente, gostaria que todos os leitores fizessem um comentário, sendo contra ou favor desse tipo de pregação. Não vai doer nada...




Leia mais: no blog do Irmão René Compartilhando com Mulheres Sábias!

24 de agosto de 2010

Anencefalia x Liberdade . Um Pai até o fim.



Um pai até o fim:

Paulo Tominaga

Após ter um filho anencéfalo no ano passado, é com pesar que vejo como o tema tem sido tratado desde a recente decisão de um dos ministros do STF, na qual se assegura às mães o direito de dispor da vida daqueles que venham a gerar. É interessante notar como apenas de modo passageiro se faz referência a estas pequenas pessoas, ficando a tônica da discussão sobre um tal ''direito à liberdade de escolha'' dos adultos envolvidos no caso. Como se a gravidez correspondesse apenas a uma vida - a da mãe -, podendo prescindir da existência do filho.
Este enfoque parece ilustrar como o egoísmo impera em nossa sociedade. Sempre tinha ouvido falar no amor da mãe por seus filhos como o mais excelso tipo de amor possível. E desde os antigos gregos, este costumava ser indicado, para todos, como um ideal a ser alcançado, na relação com os demais.
Hoje, o que parece preponderar como meta é outra espécie de ''amor'', verdadeiro culto religioso, por uma triste caricatura de ''liberdade'', entendida como absoluta falta de compromissos. Não mais se aceita, nem mesmo, o compromisso de se preservar a vida de um filho, se este não puder corresponder às expectativas de seus pais ou - o que é pior - da maioria da sociedade. Neste quadro, fica claro que, para alguns, só se
tem filhos para uma satisfação da auto-estima, como parte de um projeto pessoal ou para que possam, de certa forma, ''divertirem-se'' com as crianças, utilizando-os, como se fossem um objeto qualquer. Se não há a perspectiva de que uma criança venha a proporcionar alegrias aos pais, então é melhor descartá-la o quanto antes - no ventre da mulher, de preferência -, pois assim termina logo esta existência ''insuportável e sem sentido''!
Uma pessoa não pode ser eliminada simplesmente porque não é como nós gostaríamos que fosse. Criam-se teorias e mais teorias para tentar encobrir o óbvio: está se matando uma pessoa, em nome de se ''eliminar os terríveis sofrimentos, verdadeira tortura'', que sua existência causa a sua mãe, a seu pai. Além do mais, dizem, esta criança está condenada à morte, de qualquer forma. Assim, apenas se está antecipando aquilo que naturalmente iria ocorrer em pouco tempo.
Amigos, a criança já terá uma vida breve. Que saibamos respeitá-la. Posso assegurar, por experiência própria, que este caminho conduz a um crescimento grande no amor entre os cônjuges, e na capacidade de se doar aos demais filhos. Filhos que virão, com certeza, como veio para nós neste ano o pequeno Rafael, talvez a demonstração mais palpável de que não há qualquer ''trauma'' no caso, se os pais souberem agir com serenidade.
Se realmente desejam ajudar aos que passam por tais situações, saibam tratar do tema com um enfoque prático que não distorça a realidade mais óbvia, querendo criar teorias para esconder uma vida ou afirmar cegamente que este filho nunca existiu. O problema de saúde, a má formação da criança, é um fato que atualmente não se pode reverter. A questão não está apenas no que se deve fazer durante a gestação. O grande problema, para os pais - e para a mãe, em especial - é como lidar com o fato ocorrido, depois de este período ter acabado. Porque não é possível se esquecer de um filho: ficará para toda a vida a recordação destes dias. E então, ou a mãe irá se lembrar de que, não podendo ajudar seu filho, matou-o, porque ele não era nem poderia vir a ser como se desejava que ele fosse; ou irá se lembrar, com carinho e ternura, de que seu filho, que teve uma breve existência, foi sempre amado e respeitado.
Amem seus filhos. Garanto que vale a pena.

Precisamos crescer com a vida diante do milagre da fecundação, e dizer não ao aborto. Festejar o nascimento, e dizer não ao abandono de crianças, às violências.Viver a alegria em família, e dizer não às separações, divórcios, lares desfeitos.Crescermos como cidadãos conscientes e responsáveis, e dizer não ao crimes, homicídio, desrespeito com a vida. Envelhecer, junto ao carinho da família, até o fim natural da vida. Paz!

Ciência e Espiritualidade





Escrito por: Leonardo Boff em: 08/10/2007



É de Einstein a frase:"a ciência sem religião é manca, a religião sem a ciência é cega". Com isso queria dizer que a ciência levada até a sua exaustão termina no mistério que produz assombro e encantamento, experiência típica das religiões. A religião que não se abre a este mistério das ciências deixa de se enriquecer, tende a se fechar em seus dogmas e por isso fica cega. A ciência se propõe explicar o como existem as coisas. A religião se deixa extasiar pelo fato de que as coisas existem. O que é a matemática para o cientista é a oração para o religioso. O físico busca a matéria até a sua última divisão possível, os topquarks, chega aos campos energéticos e ao vácuo quântico. O religioso capta uma energia inefável, difusa em todas as coisas até em sua suprema pureza em Deus.

Ciência e religião se perguntam: O que se passou antes do Big Bang e do tempo? Muitos cientistas e religiosos convergem nesta compreensão: Havia o Mistério, a Realidade intemporal, no absoluto equilíbrio de seu movimento, a Totalidade de simetria perfeita e a Energia sem entropia.

Num " momento" de sua plenitude, Deus decide criar um espelho no qual pudesse ver a si mesmo. Cria aquele pontozinho, bilionesimamente menor que um átomo. Um fluxo incomensurável de energia é transferido para dentro dele. Aí estão todas as possibilidades. Potencialmente todos nós estávamos lá juntos. De repente, tudo se inflacionou e depois explodiu. Surgiu o universo em expansão. O Big Bang, mais que um ponto de partida, é um ponto de instabilidade que no afã de criar estabilidade, gera unidades e ordens cada vez mais complexas como a vida e a nossa consciência.

O Princípio de auto-organização do universo está agindo em cada parte e no todo. Neste universo tudo tem a ver com tudo, formando uma incomensurável rede de relações. Deus é a palavra que as religiões encontraram para esse Princípio, tirando-no do anonimato e inserindo-no na consciência. Para defini-lo não há palavras. Por isso, é melhor calar do que falar. Mas se tudo é relação, então não é contraditório pensar que Deus seja também uma relação infinita e uma suprema comunhão.

Ora, esta idéia é testemunhada pelas tradições religiosas. A experiência judaico-cristã narra continuamente as relações de Deus com a humnidade, um Deus pessoal que se mostra em três Viventes: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

O ser humano sente esta Realidade em seu coração na forma de entusiasmo (filologicamente significa ter um deus dentro). Na experiência cristã, diz-se que Ele se acercou de nós, fez-se mendigo para estar perto de cada um. É o sentido espiritual da encarnação de Deus em nossa miséria.

A ânsia humana fundamental não reside apenas em saber de Deus por ouvir dizer, mas em querer experimentar Deus. Atualmente, seria a ecologia profunda, a que cria o melhor espaço para semelhante experiência de Deus. Mergulha-se então naquele Mistério que tudo penetra e tudo sustenta.

Mas para aceder a Deus, não há apenas um caminho e uma só porta. Essa é a ilusão ocidental, particularmente das igrejas cristãs, com sua pretensão de monopólio da revelação divina e dos meios de salvação. Para quem um dia experimentou o Mistério que chamamos Deus, tudo é caminho e cada ser se faz sacramento e porta para o encontro com Ele. A vida, apesar de suas muitas travessias e das difíceis combinações da dimensão dia-bólica com a simbólica, pode então se transformar numa festa e numa celebração. Ela será leve, porque carregada da mais alta significação.

E Aí? Vivemos em uma ilusão ocidental?? monopólizamos a revelação divina e os meios de salvação? O que vocês acham?? Partcipem. Paz a todos!

23 de agosto de 2010

Qual a diferença entre o banho da muher e do homem??



Recebi este e-mail e achei muito legal, espero que gostem!

BANHO DAS MULHERES:1 . Tira a roupa e coloca no cesto de roupa suja.2. Vai para o banheiro de roupão.3. Se cruza com o marido no caminho, cobre o corpo.4. Pára diante do espelho e analisa o corpo.5. Força a barriga para fora para poder se queixar que está mais gorda do que realmente está...6. De costas, empina a bubum para verificar a celulite.7. Antes de entrar no box, organiza a toalha para o rosto, a toalha para os cabelos e a toalha para o corpo.8. Lava o cabelo com xampu.9. Enxágua longamente.10. Repete o processo de lavar o cabelo com o xampu.11. Enxágua longamente de novo.12. Enche o cabelo com condicionador e deixa por 15 minutos.13. Lava o rosto com sabonete esfoliante até que o rosto fique vermelho..14. Lava o resto do corpo com sabonete hidratante para o corpo.15. Tira o condicionador do cabelo.16. Este processo leva 10 minutos. Ela deve estar segura que todo o condicionador foi retirado.17. Depilação de axilas, pernas e área do biquíni.
18. Desliga a ducha. Escorre toda a água dentro da ducha.19. Sai da ducha e se seca com uma toalha do tamanho da África Meridional.20. Enrola uma toalha super absorvente na cabeça.21. Revisa mais uma vez o corpo em busca de detalhes.22. Retorna ao quarto com o roupão.23. Se encontra o marido, se cobre mais ainda e corre para o quarto..24. Uma hora e quarenta minutos depois, está vestida e pronta.

AGORA A MELHOR PARTE!!!
O BANHO DOS HOMENS:1. Sentado na cama, vai tirando toda a roupa, arrotando, soltando gases e jogando tudo no piso em frente.2. Cheira as meias e a cueca, para após lançá-las sobre o montinho formado.3. Vai pelado até o banheiro.4. Se encontra a esposa no caminho, balança o p... imitando um ventilador.5. Pára defronte ao espelho para ver o físico.6. Encolhe a barriga.7. Faz pose de halterofilista.8. Checa o tamanho...9. Por fim, coça ...10. Entra na ducha.11. Não se preocupa com toalhas. Se não tiver por ali uma de banho, vai se secar com a de rosto mesmo ou com o ropão.12. Lava o rosto com sabão.13. Se mata de rir com o eco que faz dentro do box quando solta gases.15. No banho, deixa cabelos no sabão.16. Lava o cabelo com qualquer xampu.17. Não usa condicionador.18. Faz um penteado punk.19. Sai da ducha para ver no espelho como ficou seu penteado punk.20. Morre de rir.21. Faz xixi dentro do box.22. Faz toda a vizinhança ouvir quando assoa o nariz dentro do box.23. Tira o xampu e sai imediatamente da ducha.24. Não se dá conta de que todo o banheiro está molhado pois, tomou banho com o box aberto.25. Quase seco, pára outra vez diante do espelho.26. Contrai os músculos...27. Coça novamente...28. Sai do banheiro e deixa a luz acesa.29. Deixa pegadas molhadas com espuma de sabão.30. Volta para o quarto.31. Se encontra a esposa no caminho, volta a balançar o p.., imitando ventilador.32. Dá um tapa no bubum da esposa.33. Chuta as roupas que estão no piso do quarto para um canto.34. Quatro minutos depois está vestido, pronto e perguntando se a esposa ainda vai demorar muito.

Agora me diga se não é assim... rs

Ex-lésbica Janet Boynes conta comovente testemunho de conversão


Matthew Cullinan Hoffman
16 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — A ex-lésbica Janet Boynes diz que sua homossexualidade começou como começa para muitas mulheres: como reação a abuso sexual e psicológico que ela sofreu como menina.
Ela foi criada por um dos namorados de sua mãe, um alcoólatra que abusava de sua mãe, que por sua vez mostrava pouca afeição por Boynes. Aos 12 anos ela foi abusada sexualmente por um parente, que era então coroinha na igreja dela. Ela começou a sofrer aversão a homens, e descobriu que seu próprio sexo era mais atraente. Ela também começou a usar drogas.
“Eu estava começando a me sentir mais atraída às mulheres”, Boynes disse para a rede de televisão evangélica CBN [do Rev. Pat Robertson] numa entrevista recente. “Tantos homens haviam me magoado que essas mulheres, pensava eu, eram muito mais iguais a mim”.
Sua dor estava acobertada numa falsa masculinidade que a transformou numa valentona de escola, diz ela, e já na escola as pessoas começaram a perguntar se ela era lésbica — uma ideia que ela evitou até os 20 anos de idade, quando sua solidão a levou a seu primeiro encontro sexual com uma mulher.
Embora tivesse experimentado uma conversão ao Cristianismo, Boynes diz que suas experiências lésbicas a levaram a rejeitar sua fé e entrar no estilo de vida homossexual, com todas as suas turbulências e sofrimento. Ela mudava de um relacionamento para outro, ficou mais viciada em cocaína e desenvolveu bulimia, diz ela.
“Minha vida era miserável. Estava começando a ficar literalmente em apuros”, diz Boynes. “Mas eu estava recusando voltar a Deus”.
No entanto, sua vida começou a mudar quando ela foi convidada a visitar uma igreja local que ela muitas vezes havia visto em seu caminho ao trabalho.
“E eu, não pensando no meu perfeito juízo, disse, ‘Certamente, Irei’ e fui vestindo calça de esporte, com aparência encardida, não sabendo o que esperar”, Boynes disse para CBN. “Estou numa sala com outras nove mulheres, mulheres simplesmente belas, femininas, e pensei, ‘no que foi que me meti?’ Estou sentada ali com a cabeça baixa, me sentindo muito envergonhada, achando que essas mulheres são tão cruéis que vão me repreender e me expulsar”.
“Todas se apresentaram, e quando olharam para mim, me perguntaram meu nome, e eu disse, ‘meu nome é Janet’ e disse, ‘estou vivendo uma vida homossexual. Mas se vocês me ajudarem, eu viverei minha vida para o Senhor’”.
Boynes diz que lhe mostraram compaixão e compreensão, e os membros da igreja lhe deram apoio na luta dela para se libertar de seu estilo de vida viciante. Um casal acabou se oferecendo para abrigá-la em seu lar, onde ela viveu durante um ano e recebeu o amor que ela jamais havia experimentado como menina. Ela abandonou o lesbianismo permanentemente, e recuperou sua identidade heterossexual.
“Quero que todas as outras pessoas que estão vivendo a vida homossexual que não tiveram uma grande mãe ou que não tiveram um grande pai experimentem que Deus é pai para os que não têm pai ou mãe”, diz Boynes. “É isso o que ele fez por mim; ele fará por eles também”.
Onze anos mais tarde, Boynes dirige um ministério que oferece ajuda para aqueles que estão tentando escapar do estilo de vida homossexual. Ela recentemente testificou na comissão judiciária do Senado de Minnesota contra a criação do “casamento” homossexual.
Comentando que ela e uma de suas parceiras lésbicas queriam “se casar” e adotar crianças, ela disse para a comissão: “Estou tão grata que não prosseguimos com o plano e que não perpetuamos outra família disfuncional. Crianças precisam de uma mãe e de um pai”.
Ela também comentou que “ao legalizar o casamento homossexual você está apoiando e incentivando conduta que as evidências científicas mostram adoece as pessoas, muitas vezes de forma incurável e fatal. Vi isso confirmado nas vidas de muitos dos meus amigos enquanto eu estava vivendo o estilo de vida lésbico”.
Fonte- Família em Foco, Julio Severo Compartilhando no Mulheres Sábias!

"O IPTU mais caro do Brasil! É isso que eu ganho"

Medo continua em bairro da Zona Sul do Rio após dia de terror - Imagens mostram como foi tiroteio que assustou moradores da Zona Sul do Rio
Depois de trocar tiros com a políca e invadir um hotel de luxo, nove presos foram transferidos para o Conjunto Penitenciário de Bangu.

Dê Pause na playlist e ouça.



Nove bandidos presos neste sábado, depois de invadir um hotel de luxo, no Rio de Janeiro, foram transferidos neste domingo (22) para o Conjunto Penitenciário de Bangu. A violência que explodiu num dos bairros nobres da Zona Sul da cidade foi registrada em vídeo pelos moradores da região. Veja na reportagem de Tatiana Nascimento como foi a Batalha de São Conrado.

No bairro de São Conrado, na Zona Sul do Rio, convivem moradores de uma das maiores favela do Brasil, a Rocinha, e donos de apartamentos luxuosos. Alguns tiveram coragem para registrar o tiroteio entre traficantes e policiais militares que acordou a vizinhança.

“O IPTU mais caro do Brasil. E é isso que eu ganho”, diz um dos moradores ao filmar os tiros do seu apartamento.

Dos andares mais baixos, a movimentação dos bandidos era ainda mais clara. Eram quase 60, nas estimativas da polícia. Um motorista de caminhão de lixo foi parado no fogo cruzado. A moto usada pelos traficantes para de funcionar. Do lado oposto da rua, outro morador grava o momento em que os bandidos sobem na caçamba do caminhão, mas decidem fugir a pé. Um grupo de moradores corre para se abrigar na portaria de um dos condomínios. Depois de um minuto, entre tiros e explosões, o porteiro libera a entrada deles.

Perto dalí, na estrada que liga a Zona Sul com a Zona Oeste do Rio, motoristas tentam fugir de balas perdidas. Carros da polícia ficam parados. PMs parecem estar atentos à ação dos bandidos. Tentam se aproximar de um carro vermelho. Pai, mãe e filho abandonam o carro, se arriscam para tentar escapar. As imagens do tiroteio foram feitas por moradores dos prédios da Avenida Aquarela do Brasil, um caminho entre a Praia de São Conrado e a Favela da Rocinha. Bem no começo da avenida, fica a entrada do Hotel Intercontinental.

Enquanto uma parte dos policiais enfrentava os bandidos, outra cercava o prédio. Sem se dar conta do risco de balas perdidas, alguns hóspedes correram até a janela, para tentar entender o que acontecia. No desespero, um dos hóspedes chegou a fazer uma corda com lençóis para tentar fugir do apartamento, mas foi convencido pelo gerente a mudar de idéia. No momento da invasão dos traficantes, havia 1,5 mil pessoas dentro do hotel. Hóspedes, funcionários e participantes de um congresso: gente que vivenciou momentos de incerteza e muito medo.

De um carro que estaciona na entrada principal saem cinco bandidos, alguns carregando fuzis. Pelo menos outros cinco também participaram da invasão do hotel. A quadrilha seguiu pelo lobby e chegou à cozinha. Era hora do café-da-manhã. 30 funcionários e cinco hóspedes foram feitos reféns. As negociações foram comandadas pelo BOPE, o Batalhão de Operações Especiais, e duraram cerca de duas horas. Imagens feitas pela Polícia Militar mostram a rendição do bando. Um a um, eles deixam o hotel sob a escolta dos policiais.

Neste domingo (22), a rotina em São Conrrado voltou ao normal. Mas o Hotel Intercontinental , que estava lotado, amanheceu com menos hóspedes. Alguns foram embora ontem mesmo. Outros nem vieram: cancelaram as reservas. Um casal que veio do Recife para correr a Meia Maratona acordou com o barulho dos tiros, um bem perto: “Nós pulamos da cama, e quando levantamos, percebemos que um barulho mais forte, um tiro, tinha atingido a janela do nosso quarto”, diz Tássio Ulisses, um dos hóspedes.

Os dez bandidos que invadiram o hotel foram transferidos da delegacia na Gávea. Um deles era menor de idade: completou 16 anos neste domingo, e foi encaminhado ainda de madrugada para uma delegacia especializada. Os outros nove foram levados no fim da manhã numa van escoltada pela Polícia Civil. Os traficantes passaram por exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal e depois foram encaminhados para o conjunto de presídios de Bangu. Eles vão responder por associação para o tráfico, porte ilegal de armas e sequestro. Moradores de São Conrado, que presenciaram as cenas de violência na manhã de sábado ainda querem explicações sobre como começou o confronto entre os bandidos e os PMs?

“Você sabe exatamente como a coisa aconteceu. A polícia fez o que tinha que fazer, mas será que fez da forma adequada? Acho que existe uma série de coisas ainda não esclarecidas...”, diz um morador.

O jornal O Globo publicou neste domingo uma reportagem com informações de que a polícia não teria encontrado os bandidos por acaso, mas estaria de tocaia a espera deles. Ontem o secretario de Segurança Pública negou que a operação tivesse sido planejada.

“A polícia ainda não tinha informação. Essas pessoas, com esse espírito, encontram a polícia, e essas ações infelizmente acontecem”.

A polícia ainda investiga a informação de que o traficante Francisco Bonfim Lopes, o Nem, que controla a venda de drogas na rocinha estaria na festa no Vidigal e teria trocado tiros com os policiais. As imagens do circuito de segurança do hotel e dos condomínios da área onde houve os tiroteios já foram solicitadas. Os investigadores querem ver se reconhecem o traficante nelas.

***

Fonte: Fantástico Globo.com Reportagem apresentada no Fantástico deste domingo (22) divulgada aqui no Mulheres Sábias e no blog do meu amigo PC Amaral

Obs da Rô: Muitos pensam que a violência é só para pobres, a violência assola em todos os lugares.Falando especificamente do Rio, a própria estrutura é diferente das demais regiões do Brasil, pois ha muitos morros que foram ocupados de maneira desordenada. A partir da Década de 70 houve uma imigração em busca de emprego,com isso houve um crescimento de baixa renda em toda cidade. A partir da década de 80 houve uma tolerância muito grande por parte do Governo com as invasões de propriedades, com a violência, acrescido de fornecimentos de armas originada do Exército Americano, que produz muitas guerras, pois quando a mesma acaba essas armas são vendidas em Câmbio negro para grupos de guerrilhas, tráficos, Milícias dentre outros, além do grande número de jovens viciados de todas as classes no Rio. A cocaína passou a dar muito dinheiro. A cocaína vinda da Colômbia e da Bolívia é que gera toda esta mazela. Aqui no Brasil não se faz uma vigilância séria nas Fronteiras Estaduais. Facilitando a entrada de armas e drogas sobregarregando a Polícia estadual e toda Cidade. Paz!

22 de agosto de 2010

ASPECTO CRISTÃO TV - 21.08.2010 - Programa 01

ASPECTO CRISTÃO TV - 21.08.2010 - Programa 01

Dê pause na playlist, E sejam Edificados. Paz seja com todos!



Parte 1


Parte 2




O Programa ASPECTO CRISTÃO é apresentado todos os sábados no horário das 23,30h às 00,00, pela TV POLO, transmitida pela operadora NET de TV a cabo, canal 18 - analógico e 11 - digital, com reprise veiculada aos domingos e terça-feiras à meia noite.















Fonte: Palavra de Mulher

21 de agosto de 2010

A velha Rabugenta


Quando uma velha senhora morreu na seção para o tratamento de doenças da velhice em uma pequena clínica perto de Dundee, na Escócia, todos estavam convencidos de que ela não havia deixado nada de valor.
Então, quando as enfermeiras verificaram seus poucos pertences, elas encontraram um poema. Sua qualidade e conteúdo impressionaram todas as pessoas, e todas as enfermeiras queriam uma cópia do mesmo.
Uma delas levou uma cópia para a Irlanda.
A única herança que a velha deixou a seus sucessores foi publicado na edição de Natal da notícia da União para a Saúde Mental na Irlanda do Norte. Este poema simples, mas eloquente, também foi apresentado com slides. Portanto, esta velha senhora da Escócia, sem posses materiais para deixar o mundo, é a autora deste poema "anônimo" que circula na Internet.
Que veem amigas?
Que veem?
Que pensam quando me olham?
Uma velha rabugenta, não muito inteligente, de hábitos incertos, com seus olhos sonhadores fixos ao longe?
A velha que cospe comida, que não responde ao tentar ser convencida “De, fazer
um pequeno esforço?"
A velha, que vocês acreditam que não se dá conta das coisas que vocês fazem e que continuamente perde a sua escova ou o sapato ?
A velha, que contra sua vontade, mas humildemente lhes permite a fazer o que queiram, que me banhem e me alimentem só para o dia passar mais depressa...
É isso que vocês acham?
É isso que vocês vêem?
Se assim for, abram os olhos, amigas, porque isso que vocês veem não sou eu!
Vou lhes dizer quem sou, quando estou sentada aqui, tão tranqüila como me ordenaram.
Sou uma menina de 10 anos, que tem pai e mãe, irmãos e irmãs que se amam.
Sou uma jovenzinha de 16 anos. Com asas nos pés, e que sonha encontrar seu amado.
Sou uma noiva aos 20, que o coração salta nas lembranças, quando fiz a promessa que me uniu até o fim de meus dias com o AMOR de minha vida.
Sou ainda uma moça com 25 anos, que tem seus filhos, que precisam que eu os guie.
Tenho um lugar seguro e feliz!
Sou a mulher com 30 anos, onde os filhos crescem rápido, e estamos unidos com laços que deveriam durar para sempre.
Quando tenho 40 anos meus filhos já cresceram e não estão em casa. Mas ao meu lado está meu marido que me acalenta quando estou triste.
Aos 50, mais uma vez, comigo deixam os bebês, meus netos, e de novo tenho a alegria das crianças, meus entes queridos junto a mim
Aos 60 anos, sobre mim nuvens escuras aparecem, meu marido está morto; e quando olho meu futuro me arrepio toda de terror.
Os meus filhos se foram, e agora tem os seus próprios filhos...
Então penso em tudo o que aconteceu e no amor que conheci.
Agora sou uma velha.
Que cruel é a natureza.
A velhice é uma piada que transforma um ser humano em um alienado.
O corpo murcha. Os atrativos e a força desaparecem.
Ali, onde uma vez teve um coração, agora há uma pedra.
No entanto, nestas ruínas, a menina de 16 anos ainda está viva.
E o meu coração cansado, ainda está repleto de sentimentos vivos e conhecidos.
Recordo os dias felizes e tristes.
Em meus pensamentos volto a amar e a viver o meu passado.
Penso em todos esses anos que se foram, ao mesmo tempo poucos, mas que passaram muito rápido, e aceito o inevitável... Que nada pode durar para sempre...
Por isso, abram seus olhos e vejam: diante de vocês não está uma velha mal-humorada. Diante de vocês estou apenas “EU”. Uma menina, mulher e senhora, viva!... E com todos os sentimentos de uma vida...

Fonte

Liberalismo e Teísmo Aberto



Postado por Augustus Nicodemus Lopes
Clark Pinnock
Neste domingo faleceu o conhecido defensor do teísmo aberto Dr. Clark Pinnock. A notícia foi dada pelo colega dele, também teólogo relacional, Greg Boyd.

A morte de Pinnock foi comentada por um de seus ex-alunos, Dr. Russell Moore, deão da Escola de Teologia do Seminário Teológico Batista do Sul - uma das denominações mais conservadoras nos Estados Unidos. No início do artigo Moore diz que devemos agradecer a Deus por Pinnock ter influenciado positivamente, no início de sua carreira, vários pastores que hoje são conservadores. E então passa a relatar como Pinnock se desviou da doutrina da inerrância bíblica e passou a questionar praticamente todos os pontos centrais da fé cristã, os quais antes defendia ardorosamente.

Não pude deixar de ver a conexão clara que este ex-discípulo de Pinnock faz entre as posições finais de Pinnock quanto ao teísmo aberto e o seu abandono inicial e gradual da inerrância bíblica.

Transcrevo aqui partes do artigo de Moore em seu blog.

"Clark Pinnock conduziu-me à fé em Cristo. O Evangelho em que acreditei veio a mim através de pregadores que foram treinados por Clark Pinnock. Mais do que isto, a maior denominação evangélica nacional [os Batistas do Sul] nunca teria voltado atrás e adotado de novo a inerrância bíblica não fosse este homem, que mais tarde viria a rejeitar este conceito."

"Pinnock [quando era professor no Seminário Batista do Sul], preocupado que os Batistas do Sul, como outros Batistas antes deles, fossem para o deslize do liberalismo teológico, argumentou fortemente aos seus estudantes em prol da autenticidade completa das Sagradas Escrituras. Mais do que isto, ele apresentou uma narrativa abrangente da obra de Deus em Jesus Cristo de tal maneira a convencer muitos estudantes."

"Não consigo pensar em uma única pessoa que seja de importância crucial para o ressurgimento da influência conservadora na Convenção Batista do Sul que não esteja a dois passos da influência direta de Pinnock."

"Nos anos 1970, ele começou a questionar a sua compreensão prévia da inspiração bíblica... depois disto, começou a questionar a Grande Tradição da ortodoxia cristã, a cada ponto. Ele conduziu este movimento de vida curta em direção ao 'teísmo aberto,' questionando a crença da igreja histórica que Deus conhece todas as coisas, inclusive as futuras decisões livres de suas criaturas. Ele abandonou a sua crença que a fé consciente em Cristo é necessária para a salvação, e começou a ver o Espírito Santo em ação em outras religiões mundiais. Ele denunciou o conceito da punição eterna como cruel e contrário à natureza do Deus. Desvinculado da Sagrada Escritura e da tradição, Pinnock assumiu a vanguarda da inovação evangélica na doutrina, uma após a outra. Isto é lamentável."

Como vemos, neste artigo Russel Moore diz que devemos agradecer a Deus por ter usado Pinnock no início de sua vida acadêmica como instrumento na formação de tantos pastores que, como o próprio Russell, continuam acreditando hoje na inerrância da Bíblia e nas grandes doutrinas do Cristianismo histórico, e que são responsáveis por manter os Batistas do Sul na linha conservadora. Todavia, a marca que Pinnock vai deixar no campo teológico mundial será esta, de alguém que se afastou dos pontos centrais do Cristianismo evangélico e influenciou a muitos nesta mesma direção, inclusive aqui no Brasil.

Não pretendo discutir aqui o pedido do Russell. E nem a doutrina da perseverança final dos crentes.

Quero apenas mostrar aquilo que tantas vezes temos dito aqui: quando uma pessoa começa a questionar as doutrinas fundamentais da fé cristã é por que ela já rejeitou antes a autoridade e infalibilidade das Escrituras.

Fonte:


Obs da Rô: Não consigo entender como alguém que conhece as Escritura, esquece do conceito, da autoridade, infalibilidade e inerrância Bíblica, deixando de acreditar nela. Será que seus achismos são mais corretos que a Bíblia? Quando o homem começa a questionar a inspiração bíblia, com certeza seu caminho é lamentável. Pelo menos deu tempo de ajudar os Batistas do Sul.

Que Deus nos guarde em seu perfeito caminho. Paz!

20 de agosto de 2010

Quando os crentes davam certo


Quando os crentes davam certo

Robinson Cavalcanti

A primeira razão porque os crentes davam certo no Brasil, no passado, é que eles eram discriminados e perseguidos. Só entrava para as Igrejas evangélicas quem estava disposto a pagar o preço. O martírio integrava o protestantismo. Quem não agüentava o tranco, saía. Isso purificava a Igreja e lhe dava grande coesão interna. Todos eram "de mesmo", naquele contexto adverso não havia lugar para "crentes festivos".

Durante a vigência da Constituição Imperial (1824) o documento de identidade era a certidão de Batismo na Igreja Católica Romana. Quem não fosse batizado, nem existia, nem era cidadão. Os protestantes, como os demais não-católicos, não podiam ser funcionários públicos, não podiam se candidatar a cargos eletivos, seus casamentos eram nulos (todo mundo, tecnicamente, "amasiado" por amor a Cristo), porque o único documento de casamento válido era o emitido pela Igreja Romana, e quando a pessoa protestante morria tinha que ser "plantado" em algum terreno, porque todos os cemitérios eram administrados pelas Paróquias católicas romanas, e nele só podiam se enterrar quem tivesse recebido o rito de extrema-unção de um sacerdote daquela confissão.

Com a Constituição republicana de 1891 veio a separação Igreja-Estado, cessaram as discriminações legais, mas aumentaram as perseguições. As novas levas de padres e freiras missionários que foram importados pela Igreja de Romana na Primeira República (1889-1930) vinham com a missão de "combater os protestantes". Crianças e jovens eram perseguidos nas escolas, profissionais nos empregos, proibia-se o aluguel de imóveis comerciais e residenciais para os "nova-seita", também conhecidos como "bodes", Igrejas eram apedrejadas, pessoas fisicamente agredidas, amizades e vínculos familiares eram rompidos. A imprensa incitava contra essa fé "estrangeira". O hino de um Congresso Eucarístico cantava: "Quem não for bom católico, bom brasileiro não é". Bíblias eram queimadas. Paredes de templos protestantes eram levantadas de dia, para serem derrubadas de noite. "Protestante é pobre, burro e feio". Casar minha filha com um deles, nem pensar...

Na cidade de minha família materna, em Alagoas, um padre holandês, se referindo à artéria onde residiam as melhores famílias da cidade, compusera a quadrinha de gozação:

"Na Rua do Rosário, ninguém pode mais passar
São bodes e cabrinhas, todos eles a berrar..."

Com raras exceções localizadas, esse quadro não mudou muito até o início dos anos 1960, e a realização do Concílio Vaticano II.

Mais de um século de dureza! Naquele contexto, que requeria autenticidade, a permanência e o crescimento do protestantismo foram marcados por atos de heroísmo e muito martírio. Naquele contexto, os crentes davam certo...


Edward Robinson de Barros Cavalcanti é um teólogo e bispo da Igreja Anglicana do Cone Sul da América, comandando a diocese de Recife.

Fonte Susto de Amor e Genizah


Obs da Rô: Viver Cristo hoje é diferente do vivê-lo nos primórdios, confessar uma fé Protestante no que se refere o texto acima. Hoje, ser cristão, confessar o nome de Jesus é coisa simples e fácil. O nome de Jesus está em todo lugar (em camisas esportivas, em letreiros nos automóveis, em souvenirs) O inimigo não usa mais o martírio contra cristãos. Não há mais perseguição aqui no Brasil. Não os trucida, não os leva às fogueiras, O tentador mudou de tática: nada de mortes, sofrimentos, ameaças externas. O que ele deseja hoje é destruir o Reino por dentro, no íntimo dos corações e na mente dos cristãos, nos seus ideais sagrados. Coloca ali o desânimo, a acomodação, a desesperança, as frustrações, o sonho com riquezas fáceis e desonestas... Muitos sucumbem, perdem a fidelidade, e o viver em Cristo. Paz!

O amor não é invejoso; (1 Coríntios 13:4-5)




Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume. Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia. Dois dias, e nada...No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse a cobra:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, podes perguntar...
- Pertenço a tua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que queres acabar comigo?
- Porque não suporto ver-te brilhar...

A inveja tem levado a muitos a destruir e perseguir a vida alheia, ela é a insatisfação ou irritabilidade com a conquista do outro. Sabe aquele sentimento de antipatia gratuita que você sente em relação a uma pessoa que mal conhece? Então, normalmente esta pessoa tem características que a destacam: É bonita, bem sucedida, tem uma bela voz ou fala bem em público, ou simplesmente se destaca no meio da multidão. Chama a atenção de todos, é amável atraindo a todos, pois é amiga, e todos gostam dela. Então logo pensamos: “Ih! Que antipática! Pessoinha metida! Olha só, pensa que é o tal!” e desferimos contra o alvo todo o nosso veneno. “Inveja? De jeito nenhum, eu só acho que ‘fulano’ não está com essa bola toda não!” ta se sentindo a última bolacha do pacote, é quando começa a competição até em relação as amizades. Como surge a inveja ?
A inveja surge com um sentimento de roubar o que o outro tem. Quando usamos a palavra inveja, estamos nos referindo a ter inveja de alguém por ter algo que não temos. Muitos não querem conquistar apenas, mas querem arrancar da outra pessoa e trazer exclusivamente para si o que não lhe pertence. Esse tipo de inveja é um pecado e não é uma característica de um Cristão – isso só mostra que ainda estamos sendo controlados pelos nossos próprios desejos (1 Coríntios 3:3). Gálatas 5:26 diz: “Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros”.A inveja vem através do olhar, e quando esta percebe que não tem o que o outro tem e desfruta, vêm os pensamentos que dão o arranque para um desassossego da alma.. Todo invejoso quer ser o centro das atenções, quer ser mais bem sucedido do que fulano.
E quando vem aquela “boa notícia” da tal pessoa de quem ela sente inveja, ela tenta ignorar ou até mesmo mudar de assunto, para não dar a atenção que a outra merece. Infelizmente existe muito deste sentimento perverso no meio de nós. Isso é lamentável, pois quanto mais a pessoa nutre este sentimento que parecem ser algo óbvio, mas a destruição dentro de si vai aumentando.
A inveja não só destrói a vida do invejado, destrói também a vida do invejoso, o que eu quero dizer com isso... É que a semente começa a brotar na mente e no coração, sendo bombardeados com pensamentos malignos, o que devemos fazer então? devemos dominar tal sentimento,mesmo sabendo que ninguém quer admitir que tem tal sentimento, mas todos estamos sujeitos a ele. Ou seja a Inveja.
Mas a Bíblia nos diz que devemos ter um tipo de amor tão perfeito quanto o que Deus tem por nós. “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal” (1 Coríntios 13:4-5). Por mais que nos focalizamos em nós mesmos e nos nossos próprios desejos, poderemos nos focalizar em Deus. Quando endurecemos nossos corações para a verdade, não podemos nos voltar a Jesus e deixar que ele nos cure (Mateus 13:15). No entanto, quando deixamos que o Espírito Santo nos controle, Ele vai produzir em nós o fruto da nossa salvação, que são amor, gozo, paz, longaminidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança (Gálatas 5:22-23). Tiago 3:15 diz: “Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica”.
Ter inveja indica que não estamos satisfeitos com o que Deus tem nos dado. A Bíblia nos diz que devemos estar satisfeitos com o que temos, pois Deus nunca vai nos deixar ou abandonar (Hebreus 13:5). Para combater o sentimento de inveja, precisamos nos tornar mais como Jesus e menos como nós mesmos. Podemos fazer isso ao estabelecer um relacionamento pessoal com Deus. Aprenda a ceder ou a dar, justamente a pessoa por quem você tem este sentimento.
Se você dá, você controla os impulsos do sentimento, que insinua você fazer o contrário.
Em outras palavras, é você quem age de uma forma inteligente, contra a estratégia dos próprios impulsos e que impõe o que tem que ser feito.
Em fim. Se você não gosta de alguém gratuitamente e essa pessoa possui algo que você gostaria de ter, talvez seja inveja. Se esse for o caso, eu encorajo você a reconhecer esse sentimento como pecado, confessá-lo diante de Deus e pedir que o Senhor te ajude a perceber o quanto você é valioso (a) e alvo do seu perfeito amor. Você nunca mais será o mesmo. Paz seja contigo!

19 de agosto de 2010

Caio Fábio chama pastores que falaram a revista Época de “bundões”



Dê Pause na Playlist e ouçam o vídeo!

O reverendo Caio Fábio rechaçou em sua TV nesta semana a reportagem da revista Época sobre Os Novos Evangélicos. Ele não poupou críticas à reportagem, que segundo ele, não traz nada de novo sobre a nova reforma protestante, e traz os velhos personagens reclamantes. “Vocês tinham que ter vergonha que são os novos evangélicos, se vocês são os velhos bundões. São os caras que vivem apenas de botox. Fazendo botox nestas estruturas, pois na hora da pegada eu sei quem vocês são.”

A ampla reportagem da revista Época mostra pastores como os reverendos Renê Kivitz, da Igreja Batista Água Branca, Ricardo Agreste, Ricardo Gondim e Robinson Cavalcanti que fazem uma corrente contra a teologia da prosperidade.
O pastor Caio Fábio comentou, em vídeo, a matéria publicada pela revista Época
neste mês de agosto, intitulada "Os Novos Evangélicos"




O texto confirma ainda uma geração de insatisfeitos com os pensamentos modernos. “Não tem nada sobre novos evangélicos. Eles só são os novos reclamantes. Falam, falam e não fazem nada”. Para o reverendo estes lideres, e outros citados na reportagem da Época, gostam de vitrine e não assumem compromisso com evangelho. “Gostam do clubinho, da brincadeirinha, mas na hora de meter a mão no talo, pegar na chaga, e de carregar as implicações das cacetadas, vocês são uns bundões”, repetiu.

No vídeo de 12 minutos, o reverendo que não poupou nem mesmo a direção da publicação e afirmou categoricamente que estes líderes só ficam olhando para trás. “São todos pensando na proteção que tem, do que no chamado que dizem ter ouvido”.
Fonte
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