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30 de junho de 2011

Inerrância Bíblica - Eu creio . E você???


Rô Moreira.

Sempre digo a todos que creio na inerrância Bíblica, só que quando declaro isso, muitos dizem que eu me preocupo tanto e dou tanta ênfase ao aspecto divino das Escritura que acabo subestimando o aspecto humano.

Mas creio na inerrância, e aceito que a Bíblia possui aspecto humano e divino e que precisamos dar a devida atenção a ambos. Mas, os que levantam esta objeção quase que invariavelmente insistem em que, os aspectos verdadeiramente " humanos" das escrituras devem incluir a presença de alguns erros nas Escrituras. Posso responder que apesar de a Bíblia ser plenamente humana por ter sido escrita por seres humanos, que empregavam a linguagem deles a atividade de Deus que supervisionou a redação das Escrituras e fez com que aquelas palavras também fossem suas, implica que elas são diferentes de todos os outros escritos humanos exatamente neste aspecto: não contém erros. É esse o ponto defendido até mesmo por Balaão, homem pecador, cobiçoso e desobediente, em Números 23:19 o discurso de Deus por intermédio de seres humanos é diferente do discurso de homens comuns porque " Deus não é homem para que minta”. Além do mais, é simplesmente mentira que todos os discursos e escritos humanos contêm erros, pois fazemos todos os dias dezenas de declarações completamente verdadeiras.

Mas eles insistem em dizer que há erros evidentes e claros na Bíblia, mas estes sempre são os que negam a inerrância e, para muitos deles, a convicção de que realmente há erros nas Escrituras é um fator importante que os convence a questionar a doutrina da inerrância.

Aí eu pergunto: onde estão estes erros e quais os versículos ocorrem estes erros? É triste saber que estes questionamentos são por pessoas que mal tem idéia de onde estão os erros específicos, mas crêem que há erros porque outros lhe disseram.

Em outros casos mencionam uma ou mais passagens específicas onde, dizem há uma declaração falsa nas Escrituras. Neste caso é muito importante examinar o próprio texto Bíblico com muita atenção, se cremos que a bíblia é de fato inerrante devemos ter este desejo de entender e não sermos temerosos por inspecionar estes textos.

É claro que nossa expectativa é de que uma inspeção cuidadosa comprove que não há erro,e é surpreendente que uma leitura cuidadosa da passagem em questão em nossa língua traz a luz uma ou mais possíveis soluções para a dificuldade.

É sempre bom consultar alguns comentários sobre o texto. Tanto Agostinho como João Calvino juntamente com muitos comentarista mais recentes, investiram tempo para resolver a maior parte dos supostos “textos problemáticos” e para sugerir soluções.

Há poucos textos em que é necessário um conhecimento de hebraico ou de grego para encontrar uma solução, e os que não possuem um acesso direto a essas línguas podem encontrar respostas ou em comentários mais técnicos ou com pessoas experientes nessas línguas.

É claro que nosso entendimento jamais é perfeito e isso significa que pode haver casos em que não seremos capazes de encontrar uma solução para uma passagem difícil no momento. Isso pode acontecer porque os elementos linguísticos , históricos ou contextuais necessários para compreendermos corretamente a passagem talvez nos sejam desconhecidos por enquanto. Isso não nos deve perturbar num pequeno número de passagem, uma vez que o padrão geral de estudo dessas passagens tem mostrado que na realidade não existe nenhum erro nos pontos em que se levantam suspeitas.

Mas, ainda que tenhamos de admitir a possibilidade de não conseguir resolver algum problema, deve-se também declarar que há muitos estudiosos evangélicos que diriam não conhecer no momento nenhum texto problemático para o que não haja solução satisfatória.

Pode ser que alguns deles venham lhe chamar atenção no futuro, mas durante anos de polêmica sobre a inerrância, nenhum destes textos insolúveis chamo-os a atenção. Por fim não há problemas nas Escrituras a Bíblia em seu todo tem mais 1900 anos e os supostos textos problemáticos sempre estiveram presente mas ao longo de toda a história da igreja tem havido uma firme crença na inerrancia das Escrituras. Isso nos deve fazer crer que as soluções desses problemas estão a mão e que a fé na inerrância esta inteiramente de acordo com uma vida de atenção detalhada ao texto das Escrituras.

Até porque a necessidade de Deus revelar-se a nós também se percebe no fato de que o pecador interpreta erroneamente a revelação de Deus encontrada na natureza. Aqueles que “detêm a verdade pela a injustiça’ são os que se tornaram nulos em seus próprios raciocínios obscurecendo-se o coração insensato pois mudaram a verdade de Deus em mentira [Rm1:18,21,25] . Portanto precisamos das escrituras para interpretar corretamente a Revelação natural, pois centenas de falsas religiões pelo mundo a fora são provas de que os pecadores, sem orientação nas escrituras sempre compreendem erradamente e distorcem a revelação de Deus encontrada na natureza. Mas só a Bíblia nos diz como compreender o testemunho que a natureza dá de Deus. Então meus irmãos, prossigamos em conhecer a Deus. Paz.

Silas Malafaia para presidente do Brasil em 2014?

Fiéis decretam Silas Malafaia como candidato a presidente do Brasil em 2014; Pastor ironiza
O pastor Silas Malafaia disse durante a Marcha para Jesus que não planeja se candidatar à presidência da República. A informação se deu por conta de um cartaz erguido por algumas pessoas durante o evento do dia 23 de junho em São Paulo pedindo a candidatura do líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Malafaia fez o percurso da Marcha para Jesus no trio elétrico principal onde estavam o apóstolo Estevam Hernandes e outras personalidades políticas e religiosas. Quando o pastor da Advec viu o cartaz solicitou que as pessoas guardassem aquela faixa.

Mas tarde esse assunto surgiu ente os jornalistas e Malafaia foi questionado sobre a possível candidatura. “Esta pessoa tem que fazer Zorra Total, show do Tom. É uma piada. O pastor que entra na política deixa de atender o todo para ser parte,” respondeu.
link www.amigodecristo.com
Informações Gospel Mais

Obs da Rô:

Deus nos livre, já basta o fiasco do garotinho como Governador. rss

O discurso me parece de quem pleiteia algum cargo político. Sei não hein....

Comentário do Irmão Alberto. rss

Já pensou num Ministério formado por teólogos da prosperidade?

Jabes na vice-presidência

Maiscedo - Fazenda
Os Hernandes - Transportes (bíblias, meias, cuecas, etc)
RR no Planejamento e Patrocínios
TerraNova - Agricultura
Infeliciano - Assuntos Aleatórios – Corretagem, bugigangas e buzugos
Valdomiro – Edukassão e Kultura
Murdock e Cerullo – (Clubes de Investimento, Bíblias financeiras, mutretas e macetes)
Saúde – quem? quem?

Há nomes e nomes para compor este pretenso staff. Escolha os seus.
A 1ª MP seria para tomar as credenciais de pastores idiotas, contrários à falaciosa TP.

27 de junho de 2011

Igrejas e as Técnicas Carnais


Mais uma chamada pertinente de Washer ao líderes. Ser relevante na sociedade não significa ser carnal como ela é. Para os legalistas da libertinagem, o discurso bíblico sobre relevância passa a ser tropeço para uma queda na embriaguez do sucesso. 

Deus nos incomode a sair de trás da mesa. 





Os propósitos dos milagres


Um dos propósitos dos milagres é certamente autenticar a mensagem do evangelho. No ministério de Jesus isso ficou evidente quando Nicodemos reconheceu dizendo: “sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus, porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele”(Jo 3:02).
Quando os apóstolos começaram a proclamar  o evangelho, isso também se mostrou muito claro, pois Deus dava “testemunho juntamente com eles, por  sinais, prodígios e vários milagres e por distribuição do Espírito  Santo, segundo a sua vontade” (Hb 2:04).
Também podemos ver isso quando Deus enviou Moisés ao Egito. Foi dado a Moisés  sinais milagrosos para provar que sua mensagem era realmente divina (Êxodo 4:1-17). Esses sinais miraculosos que Moisés operou quando seu bordão se transformou em serpente e outra vez em bordão, ou quando a sua mão ficou leprosa e depois sã (Ex 4:2-8),  foram concedidos a Moisés para que demonstrasse ao povo de Israel que Deus o enviara.
E o que dizer quando esses milagres acontecem quando oramos? Por exemplo a resposta de Deus a oração de Elias, quando enviou fogo do céu, foi um milagre(1 Rs 18:24,36-38), e quando orou para que o filho da viúva tornasse a vida?(1 Rs 17:21), e outros milagres que temos na bíblia como referencia do poder de Deus, tais como os de Jesus que curou centenas de pessoas, “todos os [...] enfermos de diferentes moléstias” (Lc 4:40). Paulo também curou os enfermos da ilha” (At 28:9).

Nos cristãos, diariamente temos respostas as nossas orações, pois Deus nos atende pela sua misericordia, mas quando isso é tão admirável, e as pessoas envolvidas ficam assombradas, e isso as faz reconhecem o poder de Deus em ação de modo incomum, então é apropriado dizer que é um milagre.
Mas o que dizer quando isso se torna algo comercial, ou algo que não é para a glória de Deus e sim do homem. Temos visto muito que se dizem homens de Deus, recebendo para si aquilo que é para ser atribuído à Deus. Querem o reconhecimento para si, defendendo os rótulos de suas denominações, nem se quer falam em salvação de almas. Sabemos que quando esses milagres ocorrem , eles evidenciam que Deus está verdadeiramente em ação e portanto favorecem a propagação do evangelho de Jesus Cristo.
Portanto, não vamos esquecer, que o maior milagre é o de salvação de almas, e  que tudo é para a glória de Deus, é para favorecer o ide de Jesus, e não para nos destacar-mos entre os homens.
Que Deus continue nos abençoando
Helena Damasceno.


26 de junho de 2011

Ser ovelha: algumas características...

É muito comum ver quem tenta esconder seus erros e suas fragilidades apontando os erros e fraquezas dos outros. Se trouxermos isto para dentro das Igrejas veremos que é bem mais frequente do que poderíamos imaginar.
Tentamos, a todo custo, justificar nossos erros, nossas atitudes, nossas decisões, baseados em erros e atitudes de nossos líderes, de nossos Pastores. Veja, por exemplo, os desigrejados, os que estão se ‘congregando’ pela internet e tantas outras formas que estão sendo utilizadas com a finalidade de fugir daquilo que não poderemos fugir, a Bíblia nos fala que existiria o joio e o trigo, um perto do outro, ela nos diz que apareceriam falsos mestres e que haveria, em nosso meio, ventos de doutrinas.
Se uma pessoa tem por finalidade ser um pedreiro, o certo é que vá se profissionalizar, fazer um curso para se tornar bom pedreiro. Se quiser ser médico, o único caminho é cursar uma Universidade, fazendo um curso de medicina, e assim por diante. Se quiser ser Ovelha, tenho que ter em mento o que isso significa, tenho que conhecer as características do que representa SER OVELHA.
Em primeiro lugar, teremos que entender que a Bíblia trata do assunto fazendo esta riquíssima comparação através do binômio pastor/ovelha, onde não há como se entender um sem o outro, ou seja, poderíamos dizer que: “A metáfora é rica – ovelha e pastor são como as duas faces de uma mesma moeda”.
O Pastor José Gonçalves nos dá algumas explicações sobre esta relação, onde destaco o seguinte:

“(...).
Os rebanhos de ovelhas servem de símbolo do povo de Deus (Nm 27.17). John E. Hartley observa que a figura de linguagem indica que o povo é ingênuo e deve ser conduzido e protegido por um pastor compassivo (Sl 100.3).
O líder que sabe cuidar do rebanho é chamado de pastor (Jr 3.15). Na cultura hebraica o rebanho de ovelhas estava inseparavelmente ligado à figura de um líder. Hartley ainda observa que quando as pessoas estão sem liderança, são consideradas como ovelhas dispersas sobre os montes, isto é, sem liderança elas não têm orientação para andarem juntas a fim de vencer obstáculos (Rs 22.17; Nm 27.17). E foi cuidando de rebanhos que dois dos maiores líderes de Israel, Moisés e Davi, aprenderam a liderar o povo (Ex 3.1; Sl 77.20; 1 Sm 16.11).” (GONÇALVES, José. As ovelhas também gemem. CPAD. Rio de Janeiro - Rj: 2007. p. 13).

Diante disso, passarei a abordar, em uma série de posts, algumas características do perfil das ovelhas, para que possamos ir aprendendo, de forma gradual, a maneira mais apropriada de nos comportarmos dentro do relacionamento ovelha/pastor.
Para que não paire dúvidas na cabeça de ninguém, estou me baseando no pensamento extraído do livro acima citado, do Pr. José Gonçalves, onde, pela misericórdia de Deus, pude aprender algumas coisas e enxergar, em mim mesmo, algumas outras que precisam ser mudadas. Sigamos com as características.
A primeira característica que se destaca da ovelha é que ela é “um animal limpo”. Ora, aqui devemos ter em mente os conceitos comuns de limpo/sujo, puro/impuro, estes conceitos todos nós temos conosco, diante disso fica mais fácil visualizar o que esta característica da ovelha nos ajuda no SER OVELHA, dentro da igreja.
A Bíblia nos mostra os animais puros e impuros em Deuteronômio 14.1-8:

1 - Vocês são os filhos do Senhor, do seu Deus. Não façam cortes no corpo nem rapem a frente da cabeça por causa dos mortos,
2 - pois vocês são povo consagrado ao Senhor, ao seu Deus. Dentre todos os povos da face da terra, o Senhor os escolheu para serem o seu tesouro pessoal.
3 - Não comam nada que seja proibido.
4 - São estes os animais que vocês podem comer: o boi, a ovelha, o bode,
5 - o veado, a gazela, a corça, o bode montês, o antílope, o bode selvagem e a ovelha montês.
6 - Vocês poderão comer qualquer animal que tenha o casco fendido e dividido em duas unhas e que rumine.
7 - Contudo, dos que ruminam ou têm o casco fendido, vocês não poderão comer o camelo, o coelho e o rato silvestre. Embora ruminem, não têm casco fendido; são impuros para vocês.
8 - O porco também é impuro; embora tenha casco fendido, não rumina. Vocês não poderão comer a carne deles nem tocar em seus cadáveres. (Nova Versão Internacional. Negritei e sublinhei).

Não vou aqui entrar em análise profunda sobre o significado dos animais puros e impuros, pois, segundo Earl D. Radmacher e outros. O Novo Comentário Bíblico – Antigo Testamento, Ed. Central Gospel, podemos ter no mínimo cinco interpretações teológicas sobre o tema. Mas, gostaria de destacar que o texto nos mostra a necessidade da existência simultânea de duas características no animal, para que seja considerado, puro ou limpo: ter o casco fendido e dividido em duas unhas e ser ruminante.
Dentro desta perspectiva, podemos dizer que uma característica é externa, ter o casco fendido e dividido em duas unhas, e outra interna, ser ruminante. Não quero dizer que a característica externa esta relacionada a vestuário ou coisas do gênero, nem que a interna esteja relacionada ao tipo de alimentação material que se faz, por favor não entenda assim.
Perceba que mais a frente o próprio texto classifica o animal com sujo ou impuro mesmo tendo só uma das características, daí a necessidade da coexistência da característica externa e interna, no indivíduo. Não adianta ser limpo apenas por fora, ou somente por dentro, há necessidade de limpeza interna e externa.
Cabe a reflexão: será que estamos limpos por dentro e por fora, para que possamos nos considerar como sendo uma ovelha?
A segunda característica que se destaca da ovelha é que ela é “um animal de fácil domesticação”, quando li sobre esta característica e tentei trazê-la para o nosso meio, até achei graça, pois se olharmos bem dentro da igreja, veremos que muitos de nós não se mostra nada fácil para passar por um processo de domesticação.
A Bíblia nos mostra em Gênesis 4.1,2:

1 - Adão teve relações com Eva, sua mulher, e ela engravidou e deu à luz Caim. Disse ela: "Com o auxílio do Senhor tive um filho homem".
2 - Voltou a dar à luz, desta vez a Abel, irmão dele. Abel tornou-se pastor de ovelhas, e Caim, agricultor. (Nova Versão Internacional. Negritei e sublinhei).

Ora, da análise simples do texto, percebemos que no contexto da Bíblia, estamos diante do início, Caim e Abel são os primeiros filhos de Adão e Eva, um deles, Abel passou a cuidar de animais e o animal, dentre todos os que existiam, que ele encontrou maior facilidade em pastorear foi justamente a ovelha, quero crer pela sua característica de fácil domesticação.
Cabe a reflexão: como estamos nos comportando dentro da igreja, no nosso relacionamento com o Pastor, como ovelhas ou como bodes?
A terceira característica que se destaca da ovelha é que ela é “um animal dócil e responsivo para com a afeição”, bem, esta é uma característica que chama a atenção, pois, muitos poderão até dizer que está difícil de encontrá-la dentro da igreja, mas diria eu que não, pois não podemos achar que a igreja no Brasil é o fiel retrato da igreja que nos congregamos, não esqueçamos que existem muitas ovelhas espalhadas por este Brasil, existem igrejas onde a gente sente, de forma corriqueira, porém muito especial, o poder de Deus, isso em todas as reuniões. Existem trabalhos lindos por este nosso Brasil, é bom que tenhamos isso em mente, não podemos generalizar.
A Bíblia nos relata uma história curiosa, onde podemos visualizar esta característica, que está registrada em 2 Sm 12.1-5:

1 - E o Senhor enviou a Davi o profeta Natã. Ao chegar, ele disse a Davi: "Dois homens viviam numa cidade, um era rico e o outro, pobre.
2 - O rico possuía muitas ovelhas e bois,
3 - mas o pobre nada tinha, senão uma cordeirinha que havia comprado. Ele a criou, e ela cresceu com ele e com seus filhos. Ela comia junto dele, bebia do seu copo e até dormia em seus braços. Era como uma filha para ele.
4 - "Certo dia, um viajante chegou à casa do rico, e este não quis pegar uma de suas próprias ovelhas ou dos seus bois para preparar-lhe uma refeição. Em vez disso, preparou para o visitante a cordeira que pertencia ao pobre".
5 - Então, Davi encheu-se de ira contra o homem e disse a Natã: "Juro pelo nome do Senhor que o homem que fez isso merece a morte! (Nova Versão Internacional. Negritei e sublinhei).

Perceba que as características vão se encaixando, pois a ovelha é um animal limpo, é um animal de fácil domesticação, onde temos a facilidade de criá-la, vem do fato de ser um animal dócil e por responder de forma afetuosa.
Nossa reflexão aqui é: estamos sendo dóceis e respondendo com afeição dentro desta relação ovelha/pastor?
Como disse acima, são várias as características que envolvem o SER OVELHA, por esta razão achei melhor dividi-las em uma série de posts que serão publicados aqui no Mulheres Sábias - Blog da Rô.
Fica aqui a responsabilidade de cada um analisar com calma o que está sendo colocado, para que possamos mudar, não adianta ficarmos só reclamando do outro lado da relação (ovelha/pastor), cada um tem o dever de assumir a sua parcela de culpa e entender que somos humanos e por esta razão somos cheios de falhas.
Não podemos esquecer que Deus nos criou com a capacidade de raciocinar, e que o Espírito Santo pode trabalhar em nossa vida, basta darmos espaço, pois é Ele que nos convence da nossa condição de pecadores.
Eu creio que há possibilidade de revertermos essa situação caótica que estamos experimentando. Faça a sua parte!
Como está escrito em 2 Coríntios 4:13, parte b:

(...): Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos. (Almeida Revista e Atualizada, negritei).

Fiquem na Paz do Eterno.

25 de junho de 2011

A Defesa do Pastor Ricardo Gondim sobre a vinda de Jesus.




Por Ricardo Gondim
Sobram textos bíblicos sobre o retorno de Cristo. Nos evangelhos, nas diversas epístolas e na longa tradição da igreja, cristãos sempre guardaram o grito esperançoso do Maranata – “venha logo, Senhor”.
Escatologia, o estudo do fim, maneja as diferentes passagens do texto sagrado em busca de entender como os eventos se encadearão antes do zênite da história. Cristo voltará, isto sempre foi certo nas diversas comunidades de fé. Porém, nunca houve consenso nos muitos séculos e nas muitas tendências do pensamento cristão sobre quando?; como?; em que circunstâncias?
Um dos teólogos mais ousados no trato da escatologia no século XX foi Jürgen Moltmann. Quando escreveu “Teologia da Esperança”, Moltmann causou espécie. Sua obra encantou. E como todo pensador de vanguarda, importunou. Seu livro foi primeiro publicado em 1964. Alguns o consideraram a concretização de temas que “estavam em suspenso”. Havia alguma intuição sobre o assunto, mas, escatologia era considerada uma seção bem precária da teologia. Lidar com a linguagem profética nunca pareceu fácil.
Alguns chegaram a afirmar que Moltmann cumpriu um kairós, já que seu texto convidava a refletir sobre um tema que não podia permanecer como um simplismo. Ele afirmava que era inevitável encarar de frente uma área da teologia, complicada e controversa.
Moltmann estava sintonizado com um tempo, que amadurecera. Na Igreja Católica Romana, o Concílio do Vaticano II propunha a atualização de missão, liturgia e teologia. Nos Estados Unidos, o movimento pelos direitos civis ganhava força com Martin Luther King Jr., que popularizava o “Evangelho Social”. King mobilizava multidões desde a defesa dos direitos civis dos negros, à guerra do Vietnam e à mobilização trabalhista. Em Cuba, jovens guerrilheiros tomavam o poder de Batista, fantoche do crime organizado estadunidense. Na América Latina, o despertar da esperança se transformava em hino dos pobres. O ambiente já vinha fertilizando pensadores. Tornava-se importante a elaboração de teologias que lidassem com o juízo de Deus sobre a injustiça e sobre a esperança (Rubem Alves, um dos precursores da Teologia da Libertação, escrevia o livro “Da Esperança”)
Reli Moltmann depois de vinte anos. Ao virar as páginas, perguntava-me: “onde estive todos esses anos que não apreendi os conceitos deste privilegiado pensador?”. Moltmann repensava o signficado de “escatologia” – a doutrina das últimas coisas – não para esvaziá-la de sentido, mas para mobilizar a igreja em práxis.
Moltmann sustenta que escatologia precisa exceder o senso comum, deixar de ser uma mera compreensão de como se darão as últimas coisas, para englobar o estudo do mundo, história e humanidade. Estudar os eventos seria, para ele, mais importante que alfinetar uma data para o fim dos tempos. Entender os fios que ligam os acontecimentos históricos é dar sentido à volta de Cristo em glória, o juízo universal e consumação do reino, à ressurreição universal dos mortos e necessidade de uma nova criação.
“Esses acontecimentos finais irromperiam de fora da história para dentro dela e poriam fim à história universal, na qual tudo se move e se agita”. (o grifo é meu)
Moltmann considera, então, que, a razão pela qual a teologia dava a esses acontecimentos pouca importância é porque elas jaziam no limiar do “último dia”. Por isso, a escatologia perdeu força como animadora de ações transformadoras; era uma crença passiva. Projetada como expectativa para os “tempos vividos antes do fim”, escatologia se condenava a ser apenas uma aspiração piedosa. Isso explicaria, segundo ele, porque “as doutrinas do fim vegetavam esterilmente nas últimas páginas da dogmática cristã. Eram como um apêndice meio solto, que definhavam em sua insignificância apócrifa”.
Daí, a ousadia de Moltmann. Ele teve coragem de resignificar a escatologia, trazendo-a para o presente; afirmou que “a escatologia é idêntica à doutrina da esperança cristã, que abrange tudo aquilo que se espera como o ato de esperar, suscitado por esse objeto”. A escatologia não adia, sine die, o apogeu da história, mas o trás para o presente, porque, “o cristianismo é total e visceralmente escatologia, e não só como apêndice; ele é perspectiva, e tendência para frente, e, por isso mesmo, renovação”. Escatologia é convite a sinalizar, aqui e agora, o que esperamos como irrupção do novo, que virá na parousia.
“O escatológico não é algo que se adiciona ao cristianismo, mas é simplesmente o meio em que se move a fé cristã, aquilo que dá o tom a tudo há nele, as cores da aurora de um novo dia esperado que tingem tudo o que existe”.
Para Moltmann, portanto, a doutrina da “escato-logia” deve ser substituída por uma teologia da esperança: “Mas como falar de um futuro que ainda não existe e de acontecimentos vindouros aos quais ninguém ainda assistiu? Não se trataria aí de sonhos, especulações, desejos e temores, todos necessariamente vagos e indefinidos, já que ninguém pode verificá-los?”.
Faz sentido, se doutrina deve ser compreendida “como uma coleção de afirmações doutrinárias que se conhecem a partir de experiências que podem ser repetidas e feitas por todos; o termo logos se refere a uma realidade que está aí, que existe sempre e que pode ser conhecida como verdade na palavra que lhe corresponde”.
Concordo com Moltmann, pois também acredito que “não é possível haver logos do futuro, a não ser que o futuro seja a continuação ou retorno periódico e regular do presente. Mas se o futuro traz algo de surpreendente e novo, sobre ele nada podemos afirmar, nem conhecer sobre ele qualquer coisa que tenha sentido, pois a verdade ‘lógica’ (verdade com logos) não pode existir no que acontece no futuro como novo, mas tão somente naquilo que é permanente e retorna regularmente”.
Moltmann desmonta a arrogância do teólogo que se imagina capaz de fixar a verdade, pois os conceitos teológicos não podem se tornar dogmas. Nada mais inútil que fixar uma data, que pretende estancar a realidade naquilo que ela é. No cristianismo, as análises são provisórias. Tudo depende do desenrolar das perspectivas e suas possibilidades futuras. Conceitos teológicos não devem engessar a realidade, mas ampliá-la pela esperança e assim antecipar seu futuro. "Não devem arrastar-se atrás da realidade, nem olhar para ela com os olhos da coruja de Minerva, mas iluminar a realidade, mostrando-lhe seu futuro”.
Em qualquer teologia que mexa com esperança, Deus não está em alguma parte no além, alheio e indiferente ao desenrolar da vida. Se afirmamos que ele vem é porque sempre esteve presente. Dizer que Cristo voltará implica em aceitar que estamos desde já comprometidos com a promessa de um novo mundo de vida plena. Justiça e verdade se irmanarão como a glorificação final das ações vivenciadas por todos os que "buscaram em primeiro lugar o reino de Deus".
Essa promessa não apazigua; ela não é ópio, mas põe o mundo em questão. O retorno de Cristo não gera desprezo pelo mundo. Apenas avisa que a realidade que é colocada como inexaurível poderia ser diferente.
Pelo fato de o mundo e a existência serem assim questionados, eles se tornam “históricos”, pois são expostos na berlinda e colocados no espelho do futuro prometido. Quando o novo aparece como possibilidade, o velho se manifesta anacrônico.
Quando algo de novo é prometido, vê-se que o antigo se tornou passageiro, e superável. Quando se espera e antecipa o que parece impossível, nasce a liberdade de abandonar o roto. Assim a escatologia cristã faz com que a “história” desabroche a partir da visão de seu término. A concretude do que acontece passa a ser percebida na promessa iluminadora do que, no momento, soa apenas como utopia.
Só assim a escatologia não fica soterrada na areia movediça da história. Ter uma maquete do fim, ao contrário, escancara a história para a vida; viva por meio da crítica e da esperança. A história cruel e desumana é julgada pela luz que brilha desde a transcendência, desde o fim.
A impressão da transitoriedade universal, fica patente quando se faz projeção idealizada do novo mundo. Quem tem olhar prospectivo, percebe em retrospectiva.
Moltamann afirma que a história não tem força para engolir a escatologia (Albert Schweitzer), nem a escatologia engole a história (Rudolf Bultmann). O logos doeschaton é a promessa daquilo que ainda não existe. A promissio, que anuncia o eschaton e na qual o eschaton se anuncia, é o motor, a motivação, a mola propulsora e o tormento da história.
Eu creio que Cristo voltará. Mas esta afirmação não gera comodismo em minha alma. Complacência não pode se confundir com esperança. Nietzsche se revoltou contra a esperança que rouba a gesta transformadora. Esperança postergada, e que se acovarda no enfrentamento da vida, não passa de apanágio ideológico para favorecer o opressor.
Afirmar que Cristo virá de fora (transcendência) significa dizer que a ação humana (imanência) não consertará a história. O Deus que encarnou retornará, de fora da história, trazendo juízo, cura e esperança. Naquele dia, o horizonte utópico se desfará e entenderemos o porquê de toda a mobilização que nos incentivou a trabalhar pelo Reino.
Profecia é incentivo, nunca entorpecimento. A esperança cristã desdenha do capitalismo, que não tem a última palavra sobre o paraíso; critica o marxismo, incapaz do progresso que desemboca em equidade plena; afasta-se da religião, que tenta se confundir com a Cidade Celestial. Por enquanto, Paraíso é maquete. Até aquele dia, a nova Jerusalém nos desaloja da zona de conforto. O ainda não revela que o mundo do jeito que está permanece um acinte ao propósito divino. Mas chegará o dia, grande e glorioso, quando céu e terra se tornarão uma só realidade. Na revelação plena do Cordeiro, saberemos que não lutamos em vão, e celebraremos.
Maranata, venha logo, Jesus!
Bom, fonte segura alega que o vídeo postado anteriormente sobre a Vinda de Jesus, tratava-se de uma reunião privada para tecer comentários acerca da visão do teólogo Junger Moltmann e que não representava o pensamento do pastor Ricardo, mas que, o vídeo teria sido produzido sem o conhecimento e consentimento do Ricardo e de sua igreja. Vídeo esse feito por alguém que, insatisfeito, tinha a intenção de prejudicar seu líder-pastor.
Daí eu pergunto: seria mesmo alguém querendo prejudicá-lo?? Ou a repercussão foi tão grande que ele resolveu desfazer o absurdo que disse?? O que vocês acham ein??

22 de junho de 2011

Vencendo o Homossexualismo


Ana Paula Valadão - Uma declaração de bom ânimo aos homossexuais que se sentem rejeitados pela igreja. Assista esta entrevista onde ela dá uma resposta definitiva de como pessoas que portam esse tipo de posicionamento sexual podem se achegar a Deus de forma tranquila com a certeza de um final glorioso...



Discriminação - O Senhor Jesus é O Deus de misericórdia, de amor e de perdão. Com certeza se estivesse em carne hoje, não deixaria de estender a mão para nenhuma criatura da raça humana.
A igreja de Cristo já acumula diversos testemunhos de pessoas que foram carimbadas desde a infância como seres excluídos da sociedade por conta de serem portadores de vontades e desejos incomuns na área sexual. No video a seguir, o Pastor Silas Malafaia entrevista um ex-homossexual. Confira...



Vontades, ansias e Desejos - Ora, ... todos nós temos vontades e desejos pecaminosos nas mais diversas áreas. E temos que orar incessantemente para que O Espírito Santo nos arranque esses nossos terríveis inimigos que são a fonte "do querer as coisas que não agradam a Deus".



Fonte

21 de junho de 2011

Os Legalistas da Libertinagem


Por Marcello Comuna
O termo legalista é bastante conhecido no meio evangélico. É um adjetivo usado para rotular os que gostam de se amarrar a Lei da Velha Aliança. Jesus teve sérios problemas com essa raça, principalmente a dos fariseus. Hipócritas por si só, os legalistas da religião tendem a manter uma aparência de vida piedosa, contudo, aqueles que são do seu convívio, percebem o desprazer que é lhe dar com essa estirpe.

Porém, quero hoje chamar atenção para outro tipo de legalista, o legalista da Libertinagem ou da Graça.

Sim, ele existe. Assim como os legalistas da religião se apoderam de textos fora de contexto para impor sobre si e (muito mais) sobre os outros os seus gostos doutrinários em forma de mandamentos, os legalistas da libertinagem usam dos seus supostos conhecimentos da Graça para justificar sua promiscuidade e falta de temor e compromisso com Deus.

Cristo nos chamou para liberdade. Com isso, eu sei que sou livre para fazer o que eu quiser, observando a conveniência e subjugando-a a direção do Espírito Santo e do bom senso. Na verdade, quem acha que a era da Graça é uma festa do vale tudo, não compreendeu nem de longe a Graça.

Qualquer um que se debruce sobre as Escrituras, principalmente sobre as cartas paulinas, irá compreender a magnitude da liberdade que temos em Cristo, compreenderá e tomará posse da chave que liberta das cadeias da religiosidade. Terá sua consciência tranqüila para transitar pelas maravilhosas criações artísticas do Pai, mesmo que elas não tenham uma placa no pescoço escrito GOSPEL.

Porém, essa liberdade que Cristo nos deu implica em uma grande responsabilidade. Passamos a ser responsáveis por refletir a glória de Deus, passamos a ser pequenos Cristos caminhando pelas ruas. Passamos a ser morada da mais doce manifestação de Deus, o Espírito Santo.

Observemos para não fazermos da Graça - Desgraça e da Liberdade - Libertinagem.

Mas os legalistas da Graça não são guiados pelo Espírito, são guiados por suas astúcias, e vêem nos textos sobre liberdade da Graça, respaldos para se comportarem inconvenientemente e justificativas para sua falta de esforço em abandonar seus pecados de outrora.

No ambiente acadêmico teológico vemos muito dessas coisas, pessoas teologicamente intelectuais, mas ocas do temor de Deus em seus corações. Aí, vemos homens usando a Graça e a Liberdade de Cristo para justificar suas fornicações e outros pecados.

A Graça nos justifica sim, mas não nos habilita a permanecer na prática dos mesmos pecados.

“Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum!” Romanos 6.1

E é por causa desses fanfarrões da fé que muitos legalistas religiosos sustentam suas doutrinas para manterem esses meninos nos trilhos, imputam sobre eles e consequentemente sobre todo o povo, dogmas e doutrinas humanos e severos, contaminando-se com o princípio maquiavélico de justificar os meios pelos fins.

Durante um tempo eu não tinha uma opinião formada sobre isso, ainda considerava que em algumas situações os fins realmente justificam os meios, mesmo que para isso fosse preciso alguma mentirinha ou omissão “santa”. Mas depois de um bom tempo considerando essa questão em oração, tenho paz para afirmar: Nada aquém ou além da verdade. Sola Scriptura.

Logo, não devemos parar de pregar a Graça e a Liberdade de Cristo com medo dos desvios e legalismos dos libertinos. Devemos lembrar sempre que é o Espírito Santo que sela os corações e convence o homem do pecado e do juízo. Nossa missão é pregar a verdade sempre, doa a quem doer, custe o que custar. Porém, devemos ter nossos corações abertos e dispostos a fazer discípulos, respeitando a dieta bíblica, primeiro leitinho, depois a feijoada.

Precisamos de mais Joãos Batistas nessa geração. Quem se habilita?

Deus abençoe.

Feliz Niver Rô






Por Helena damasceno.

Criei este post somente para avisar aos que não sabem, que hoje 21/06, é um dia muito especial, é o niver da nossa amiga Rô.
Quero felicita la pela passagem do seu aniversario! Você Rô que uma pessoa maravilhosa, verdadeira, amiga pra todas as horas, não posso deixar passar em branco.
Deixo esse post para os seus seguidores ficarem a vontade para lhe dar os parabéns.
Parabéns minha amiga!!

20 de junho de 2011

A Assembléia de Deus é Centenária, e segue avante


Chegamos aos 100 anos. E quem podia imaginar que dois missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, que chegaram em Belém  do Pará, a um século atrás, movidos pelo Espirito Santo,  iriam iniciar um movimento de evangelização pentecostal que se espalharia pelo Brasil e pelo  mundo?
Eles tiveram muitas dificuldades  com idioma, e  ainda sofreram com a falta de recurso financeiros, pois não havia nenhum centro de missões para sustentá-los. Entretanto , pregaram uma doutrina que foi rejeitada por alguns, mas aceita por outros, e assim nasce a igreja  Assembléia de Deus,  escrevendo sua  história  com muitas  perseguições  e lágrimas, mas também com muitas vitórias. Hoje, quando eu leio nos jornais, noticias sobre o centenário da Assembléia de Deus, eu glorifico ao nosso Senhor, pois no inicio, a imprensa não gostava da gente, eles nos perseguiram e nos difamaram. Mas hoje nos procuram para nos entrevistar, e eu glorifico a Deus por isso.
Tenho uma imensa satisfação  por ter nascido e crescido em berço assembleiano, esta instituição tem contribuído com a sociedade, com a evangelização, a igreja oferece elevação espiritual, social e econômica.  Quando alguém se rende a Cristo, o aceitando como o único Senhor e Salvador, crendo que só Ele pode o religar novamente a Deus, é menos um drogado, menos uma  prostituta, menos um assaltante, ou seja, é na verdade mais um que foi  arrancado do caminho das trevas, e por aí vai. Com essa satisfação podemos bater no peito e dizer: Nós somos a geração do Centenário!
 Mas também temos alguns problemas, afinal não somos perfeitos. E a Assembléia de Deus, em sua trajetória continua enfrentando dificuldades,  são tempos duros, vencidos pelas transformações. Houve tempos, que achávamos que iríamos morrer, mas o Deus  do impossível mudou a nossa sorte, nos dando vitórias que superaram as nossas expectativas. Nem sei como expressar a minha alegria pelo que tenho vivenciado nesses últimos dias.  
Como no passado a fé dos pioneiros, fez com que nascesse uma igreja missionária,  depois de cem anos, devemos nos voltar para o ontem para tentar construir o resto do amanhã. Temos como  líder, o Pr Samuel Câmara, que tem feito a obra de Deus com muito empenho, amado por muitos e odiado por tantos outros também, mas uma pessoa como eu e como você.
Foi construído um Centro de Convenções com capacidade para 20 mil pessoas em apenas um ano, só Deus para fazer isso. O Pr Samuel foi desacreditado, muitos diziam que ele não ia conseguir, que estava fazendo uma loucura, que ele ia endividar a igreja, e outras coisa mais horríveis foram ditas por aqueles que não vivem no amor de Deus. Também foi inaugurado um museu histórico nacional das Assembléias de Deus, uma avenida, que é bem grande, pois no inicio seria um passagem bem pequena próximo do templo de Belém, mas Deus preparou outra bem grande e nos surpreendeu novamente, glórias a Deus!
E a festa no estádio Mangueirão! Meu Deus! Como é lindo ver o agir de Deus! Todo aquele povo junto, unido com um só propósito de louvar e adorar a Deus! Dizem que mais de 100 mil pessoas estiveram ali.Em pensar que uma semana antes,  a CGADB organizou uma festa genérica do Centenário. Mas, nos dias 16,17 e 18 de junho, podemos vivenciar o que Deus faz quando o povo se  une.
 Na festa da CGADB, o Pr Firmino com Pr Samuel Câmara e esposa, compareceram no evento, não foram convidados, mas assim mesmo estiveram lá, e foram muito bem recebidos, e o Pr José Wellington com sua esposa, também vieram celebrar conosco no mangueirão.
Mas, o centenário é o inicio de uma nova caminhada, na qual temos que refletir sobre qual legado deixaremos para a futura geração? Enquanto   Jesus não volta, temos que continuar seguindo avante, mas do jeito que a coisa tem andado ultimamente vamos deixar um legado da denominação mais desunida que já existiu.
Deixo aqui o meu elogio, pois Deus tem usado os seu servos para fazer sua obra, tem muita gente séria que realmente faz a obra por amor a Deus, mas também deixo a minha crítica, porque sei nesse meio tem aqueles que são puramente hipócritas, amantes de si mesmo, que estão aí envergonhando e ridicularizando o Evangelho de Cristo.
Como pode, uma igreja crescer tanto em seu organismo e ao mesmo tempo ser tão divida e desunida? Como pode?
Que Deus continue nos abençoando com sua infinita misericordia!
Helena Damasceno

19 de junho de 2011

Centenário da Assembleia de Deus: verdades e reflexões...


Na data de ontem (18.06.2011), a Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Brasil comemorou 100 anos de sua fundação. Para mim que faço parte desta denominação desde criancinha, é algo que nunca imaginei vivenciar, um momento tão sublime, tão singular e que jamais se repetirá. Muitas vitórias, muitas conquistas, porém, não podemos deixar de falar sobre a desunião que está permeando a denominação, que traz consigo uma doença terrível, que é a doença da alma. É dentro desta perspectiva que quero desenvolver este post fazendo uma análise onde procurarei ser o mais imparcial possível, para não ser injusto.
Fazendo uma análise da instituição Igreja Evangélica Assembleia de Deus, veremos a predominância de uma excelente gestão, lógico que houve falas aqui e ali, mas num todo, dentro de uma perspectiva mais global chegaremos a conclusão mais acertada, qual seja: houve crescimento da Igreja, expansão e consolidação em todo o território nacional e até internacional, pois possui igrejas espalhadas por diversas partes do mundo, crescimento patrimonial, crescimento no número de membros e em arrecadação. Implantação, consolidação e credibilidade de uma estrutura de produção literária, com uma falha aqui outra ali, aquisição de veículos de comunicação e tantas outras coisas que poderíamos ficar aqui enumerando, isso tudo materialmente falando.
É de se considerar que, apesar dos problemas, muitas vidas conheceram a Jesus através da pregação da Palavra de Deus por esta denominação, pessoas tiveram suas vidas transformadas pelo poder da Palavra, pelo fato de membros desta denominação terem aceito o chamado para fazer a Obra de Deus nos mais variados lugares do Brasil e do mundo.
Mas, deixo bem claro que tudo isso só aconteceu pelo fato de Deus ter compromisso com a Sua Palavra, não aconteceu isto ou aquilo pela vontade da denominação, mas sim pela vontade de Deus. Por esta razão devemos comemorar o Centenário com alegria sim, porém com muita responsabilidade, sempre tendo em mente que há pontos a serem mudados, muita coisa necessita ser deixada para trás, não tem como não fazer uma reflexão sobre isto nesta data.
Na minha opinião de ovelha, deixamos a desejar no quesito união. Não temos união entre os diversos Ministérios, não existe união entre os Pastores e consequentemente entre as ovelhas. É um partidarismo que não tem tamanho, por esta razão é que o Centenário levará para a posteridade a marca da desunião, não temos como fugir disto, as provas estão aí, basta ver, porém, podemos usar esta data como marco da mudança, basta querermos.
Problemas como o da desunião aparecem no meio da denominação em função da existência de Pastores com fraturas expostas querendo cuidar de doentes, e doentes graves, o resultado não pode ser outro senão o colapso da saúde espiritual de ambos os lados. Um pastor fraco espiritualmente não tem condições de pastorear um rebanho, não há como fugir desta realidade.
Pastores, na sua maioria, que estão mais interessados consigo mesmo e com o bem estar de suas famílias e de seus agregados, estão até o último fio de cabelo envolvidos em escândalos, investigações e denúncias. Instituições que levam o nome da Igreja que são verdadeiros cabides de emprego, que servem de trampolim para projetar “Pregadores Itinerantes” que rodam o Brasil e o mundo e ‘ganham’ suas ofertas por onde passam, quando não, no mínimo, vendem seus livros, DVD’s e tudo mais, mas a custa do cargo que exercem nas instituições, senão não seriam nem conhecidos, por isso, fazem questão de ostentar o cargo que exercem dentro da instituição.
Outros tantos, que não estão dentro desta panela, pecam pela omissão, fazem vista grossa, cara de paisagem, para mim são iguais, pois sabem do erro e não fazem nada, as vezes para garantir seu salário, seu sustento, preferem se omitir e para mim desprezam o Deus que eles pregam, pois tenho certeza que Deus não deixaria faltar nada para eles e suas famílias, omissão que fede, tem odor terrível.
Não há como conceber que Pastores assim possam cuidar de ovelhas, eles não têm condições de cuidar de si mesmos, pois negam, diuturnamente, o Evangelho que pregam, pois não vivem o que pregam, possui feridas abertas, fraturas expostas, não conseguem se manter em pé espiritualmente, como podem ajudar uma ovelha ferida?
As ovelhas, na maioria das vezes, sabem o que acontecem, sabem das acusações, muitas nem têm mais confiança naquele líder, pois através dos seus atos e omissões acabam por perder sua integridade, um ser sem integridade não tem o respeito de ninguém, não tem credibilidade, não pode cobrar nada.
Estou lendo um livro muito interessante, onde seu autor diz o seguinte:

“Para mim, o ministério pastoral é um grande edifício apoiado em uma só coluna – a integridade. Ruindo a integridade do ministro, cai com ela todo o resto. Não estou insinuando que não consigo perdoar um obreiro que tenha se envolvido em um determinado tipo de escândalo. Nada disso. Acredito sim, que o Senhor restaura qualquer um dos seus filhos que contrito se chegue a Ele em atitude de arrependimento. Mas, sinceramente, tenho dificuldade para ver um obreiro envolvido em pecados morais voltar a exercer com êxito o ministério pastoral. Pelo menos antes de passar por um sério processo de restauração.” (GONÇALVES, José. As ovelhas também gemem. CPAD. Rio de Janeiro - Rj: 2007. p. 18)

Como posso buscar ajuda espiritual em uma igreja que está atolada em escândalos, brigas internas, política baixa, da pior qualidade (alguém já usou esta expressão recentemente na TV...), seus dirigentes com transações escusas, agindo como se fossem políticos, no pior sentido da palavra, ordenando seus filhos e genros como Pastores e empossando-os como Presidentes das Igrejas mais rentáveis do país e fora dele, como posso viver dentro de tudo isso e achar que é normal?
Não podemos fechar os olhos para esta realidade, mesmo comemorando uma festa tão linda e tão importante como a que está sendo comemorada, a Igreja, denominação, está dividida, desunida, existem feudos espalhados por todos os cantos e isso é trágico. E, o que é pior, esta divisão foi provocada pelos líderes, que em benefício de seus interesses se arvoraram no direito de fatiar a denominação, criando pequenos grupos, é triste mais vou usar o termo, são panelinhas mesmo, panelinhas de Pastores e o rebanho segue seus Pastores, as ovelhas têm esta tendência natural.
A função primordial de um Pastor de ovelhas é agregar e nunca espalhar o rebanho, mas o que temos visto dentro de nossa denominação é isto, Pastores que são especialistas em dividir, segregar, espalhas as ovelhas, que ficam, a meu ver, vulneráveis, fragilizadas, sofrendo, gemendo.
Neste livro que estou lendo, seu autor, que, por sinal, é Pastor da Assembleia de Deus, nos diz o seguinte:

“As ovelhas gostam de viver em grupo. Todavia, vez por outra, é comum o pastor encontrar alguma delas fora do aprisco. No seu cuidado com o rebanho, um dos trabalhos mais importantes que o pastor faz com muita frequência é o mantê-lo unido. O pastor tem, portanto, um papel agregador.
A prática pastoral nos ensina que não há nada mais prejudicial ao rebanho do Senhor do que uma divisão. Ao escrever aos crentes de Corinto, o apóstolo Paulo recomenda-lhes ‘que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer’ (1 Co 1.10). Estou certo de que aquilo que Satanás não consegue através de perseguição, ele consegue, contudo, através da divisão”. (Ibidem. p. 31, destacando que fiz duas correções, uma retirando o trema da palavra ‘frequência’, nova lei ortográfica e outra acrescentando o ‘l’ em ‘mantê-lo’, no original está ‘mantê-o’).

Ora, além de estarem totalmente capengas com sua vida espiritual, alguns líderes, ainda procuram dividir o rebanho, causando confusão, trazendo contenda, trocando acusações, muitas vezes levantando falso, para esconder seus problemas espirituais, querem amenizar a sua situação apontando os podres dos outros.
Dentro de um cenário como este, não há outra saída para as ovelhas além de tomar partido para um dos lados, são poucos os que se mantêm neutros, isso é inevitável, por esta razão é que Paulo em 1Co 1.10 acima citado faz as recomendações, pois rebanho dividido é presa fácil para o inimigo, e é o que temos visto, muitos abandonam a fé, pois não estão preparados para conviver com tudo isso, outros preferem viver um fé sem se congregar, pensam que em casa, orando, meditando, fazendo culto doméstico estará tudo bem, longe de todos os problemas.
Não diria que não há o que se comemorar nestes cem anos de fundação da Assembleia de Deus no Brasil, se alguém acha que no presente não há alegria, não há pontos positivos, vá ler um pouquinho mais sobre a história de nossa Denominação e conhecer que problemas sempre existiram, e muitos, desde os primórdios da denominação, com os próprios Pioneiros. Não esqueçamos que vivemos o nosso tempo e podemos influenciar agora, para trás nada podemos fazer, mas de hoje para frente podemos, em Cristo, muitas coisas.
Vale a pena uma reflexão sobre este tema, sobre esta abordagem, não tive a pretensão de esgotar a análise dos problemas, nem creio que tenha analisado profundamente algo, também não sou ingênuo em pensar que se resumem aos que foram apontados aqui.
Pastores com fragilidades em sua saúde espiritual não podem cuidar de ovelhas doentes, não pode um doente cuidar de outro doente. Que possamos regressar ao Caminho, que é Cristo, que saibamos perdoar de verdade, que saibamos confessar os nossos pecados diante de Deus, que possamos reconstruir o altar, para que possamos nos apresentar com dignidade perante o Senhor. Faça a sua parte!
Parabéns Assembleia de Deus no Brasil !!!!!!!
Como está escrito em 2 Coríntios 4:13, parte b:

(...): Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos. (Almeida Revista e Atualizada, negritei).

Fiquem na Paz do Eterno.

Por Fábio José da Silva Lima - Colunista deste Blog.

17 de junho de 2011

Despedida - Snif, snif, snif...


Gostria de passar a todos a informação de que meu irmão em Cristo, amigo e colunista deste blog Fabio e Lu[ casal 20]estarão se ausentando da blogosfera a partir desta semana, eles estão apenas esperando a vinda do cacique para leva-los para aldeia e lá não há internet por isso a despedida da Blogosfera, mas em breve voltarão, talvez no final de Julho ou no início de Agosto voltaremos a ter sua companhia diária.

Quero agradece-los pela fidelidade a Deus e a esse blog em todo tempo, e dizer a vocês que já estou sentindo saudades e estou chorando aqui, mas sei que logo estarão de volta, sei que será por pouco tempo. Mas, quero lhe dizer que este cantinho aqui é seu, tu conquistastes com carinho e carísma a todos os seguidores do Mulheres Sábias e conquistaste a minha amizade, pois vocês entraram na minha cozinha, puxaram a cadeira e se instalaram com todo seu amor a minha casa rss, saibam que vocês hoje fazem falta em todo cantinho da Blogosfera cristã. Amo vocês demais, desde já conte com nossas orações. Vão com Deus. E sigamos salgando sempre
.
Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim. [Isaías 6:8]


16 de junho de 2011

Humildade Cabe Em Qualquer Lugar


Por Marcello Comuna
Tenho observado, com alegria e esperança, o nascimento de uma “revolução silenciosa” nos porões desse império gospel herético que se instaurou nos últimos anos em nossa pátria. Tenho me armado até os dentes com a espada da justiça e tomado parte nessa guerrilha subversiva em prol da implantação do Reino de Deus nessa terra. Sou um militante das boas novas levando a bandeira da revolução do Amor.  Nessa estrada apertada tenho encontrado irmãos com o mesmo sentimento, com o mesmo objetivo – morrer pela causa de Cristo. Morrer para si mesmo.

Apesar do lixo herético avançar nas rádios, nos programas de televisão e nos palcos das seitas auto intituladas cristãs, há uma resistência articulada atuando em várias frentes dando uma resposta a toda heresia propagada. Há dois anos tenho acompanhado e participado dessa revolução e tenho visto que, apesar de nós mesmos, temos conseguido atrair o Supremo General para o comando do nosso exército.

Contudo camaradas, quero fazer um alerta importante sobre uma poderosa inimiga a nossa causa; a arrogância.

Sutil, muitas das vezes ela atua como um câncer silencioso. Quem a tem, nem mesmo sabe que tem. Irmã gêmea do orgulho e prima da grosseria, a arrogância pode colocar toda revolução a perder.  Meu coração se renova quando escuto da boca dos meus camaradas o desejo de subverter as mentes babilônicas e libertar os cativos da religiosidade farisaica.  Porém, muitos se esquecem que somos feitos da mesma matéria orgânica e que temos a mesma herança genética adâmica corrompida dos inimigos do Reino.  

Temos que ficar atentos para não cometer os mesmos erros com uma roupagem nova.

O excesso de vontade pode nos cegar, o excesso de novos conhecimentos pode nos embriagar com a altivez. Temos que nos abastecer de igual modo com piedade e com conhecimento. O essencial para uma vida piedosa é a comunhão espiritual com Deus, ou seja, a oração.

Com muita cultura e sem oração, nos transformamos em uma arma carregada, porém sem uma mira precisa. Quando disparada poucas vezes acerta o alvo, e quando acerta, não mata, apenas fere.
Quantas pessoas não tem andado feridas com as balas perdidas da nossa arrogância?

A arrogância alimenta a fogueira das vaidades. Os músicos que inicialmente queriam apenas quebrar paradigmas e derrubar a religiosidade com um som mais moderno, agora se convencem que seu estilo e jeito de tocar vão converter as pessoas. Os atores do teatro acham que suas belas atuações emocionarão o espírito dos perdidos e os levarão ao arrependimento. E os líderes passam a acreditar que são “a última cereja do bolo”, os donos da verdade absoluta, e quem sem sua maravilhosa visão cultural e liturgia hiper-moderna a humanidade não conhecerá a Cristo. 

Sei que parece paradoxal, mas o arrogante se orgulha até mesmo da sua humildade. Quantas vezes nós nos inflamos por ter tomado alguma atitude aparentemente humilde?

Muitos se justificam alegando que nasceram assim, cresceram assim, e que vão morrer assim, os famosos crentes Gabriela.

Para subverter a ordem babilônica e farisaica é preciso morrer para si mesmo. Não podemos nos conformar com o nosso jeito de ser, com nosso temperamento de nordestino, de italiano, de espanhol, ou de qualquer outra etnia para justificar nosso descontrole e ignorância com os outros, principalmente sobre nossos liderados. Somos convidados a sermos imitadores de Cristo, temos que nos esforçar todos os dias para sermos humildes e mansos como Ele foi!
Chega de se esconder atrás do dia de fúria de Jesus dentro do templo para justificar nossa destemperança!

Essa nossa revolução é de amor. Sejamos grosseiros apenas com o pecado e com o inimigo de nossas almas. Não permitamos que nossa arrogância jogue tudo a perder.

Deus abençoe.
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