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30 de setembro de 2013

Caio Fábio detona o Apóstolo Paulo. Quem é Caio pra falar contra Paulo dizendo que Romanos 9, 10 e 11 não nos é mais necessário ignorando todo escopo Biblico do NT?


Rô Moreira

  Quem é Caio Fábio pra falar do Apóstolo Paulo? Podemos ver as Epístola aos Romanos, as Epístolas aos Coríntios e as poderosas epístolas da prisão, como Efésios, Filipenses e Colossenses. Ficamos impressionados com o majestoso ímpeto, profundidade e consistência com que Paulo expõe o propósito de Deus. (Gl 1.11 e 12) " Faço-vos, porém, saber, irmãos (uma fórmula favorita sua de introduzir uma declaração importante), que o evangelho por mim anunciado não é segundo o homem; porque eu não o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas mediante revelação de Jesus Cristo." 

Eis aí a razão por que o evangelho de Paulo era o padrão pelo qual os outros evangelhos deviam ser medidos. O seu evangelho era (literalmente, versículo 11)  "não... segundo o homem"; não era "invenção humana" "Eu o preguei'', Paulo poderia dizer, "mas não o inventei. Também não o recebi de um homem, como se fosse uma tradição já aceita, passada de uma geração a outra. Também não me foi ensinado, como se o precisasse aprender de mestres humanos. " Pelo contrário, ele veio "mediante revelação de Jesus Cristo". Isto provavelmente significa que ele lhe foi revelado por Jesus Cristo. Alternativamente, o genitivo poderia ser objetivo, caso em que Cristo é a substância da revelação, como no versículo 16, e não o seu autor. Seja qual for o caso, O sentido geral é explícito. Assim como no (versículo 1),  ele afirmou ser divina a origem de sua comissão apostólica, agora ele afirma ser de origem divina o seu evangelho apostólico. 

Nem a sua missão nem a sua mensagem derivaram de homem algum, ambas lhe vieram diretamente de Deus e de Jesus Cristo.




Caio, esse trecho da carta de Paulo não parece com Jesus. Por isso odeio a Jesus! from Vem&Vê TV | Canal Oficial on Vimeo.

Pastor é assassinado por diácono dentro de igreja



Um crime incomum chamou atenção da mídia no último final de semana. Um homem armado entrou na igreja Tabernáculo do Centro de Adoração e Louvor na cidade de Lake Charles, Louisiana. Dirigiu-se ao púlpito e deu dois tiros no pastor Ronald J. Harris enquanto ele estava fazendo a abertura do culto.
Havia cerca de 60 fiéis presentes no templo. O homem então saiu do templo e alguns minutos depois ligou para a polícia. Ele estava a uma quadra de distância. Além de confessar o homicídio, mostrou para os policiais onde estava a espingarda usada na hora do crime.
Seu nome é Woodrow Karey Jr., 53 anos e ex-diácono da igreja. Ele saiu da igreja cerca de 4 anos atrás. Agora, aguarda julgamento sentado em uma cela na prisão do condado. O juiz preventivamente estabeleceu uma fiança de um milhão de dólares. Karey não tem histórico de doença mental nem de atividade criminal.
Em entrevista à rede CNN, Talisha Harris, filha do pastor Harris, relatou: “Foi todo muito caótico. Tinha pessoas correndo por toda parte”. Ela se diz totalmente confusa ao tentar entender por que Karey matou seu pai. Em lágrimas, declarou: “Meu pai era um grande pessoa… um pregador e mestre impressionante. Tinha um grande coração, amava a todos, e sempre queria ajudar”. Por fim, disse estar convicta que se tivesse sobrevivido, o pai perdoaria seu algoz.
Porém, a polícia divulgou que o motivo aparente do crime é o envolvimento amoroso do pastor com a esposa de Karey. Dois dias antes do assassinato, a mulher procurou a polícia para denunciar que o pastor a tinha estuprado. Em depoimento à polícia, o autor dos disparos afirmou ter encontrado mensagens amorosas do pastor enviadas para sua esposa.
Nas últimas horas, surgiram especulações de que a situação pode ser ainda mais séria. Um membro da igreja, que pediu para não ser identificado, afirmou que o pastor tem um histórico de envolvimento sexual com diferentes mulheres na Igreja. Segundo ele a filha de Karey está grávida e não quer revelar quem é o pai da criança. Karey suspeitaria que era o pastor Harris, o que aumentaria seu desejo de vingança.
Com informações de Reuters, Daily Mail e Pimpreacher – Gospel Prime

29 de setembro de 2013

PASTOR ENTRA COM CARRO IMPORTADO NA IGREJA PARA QUE FIÉIS PASSEM A MÃO. ONDE FOI PARAR A DIGNIDADE DESSE POVO?


Onde foi parar a dignidade desse povo? Sabe o que é sentir vergonha alheia? Pois é, é o que eu sinto ao ver uma imagem dessas... As pessoas se deixam iludir pelo materialismo pregado por meia dúzia de impostores. 

Antigamente o que se buscava nas igrejas ou nos templos era conhecimento interior, era a busca em como melhorar a si e ao próximo, era a salvação espiritual... Hoje em dia o que se vê são pobres diabos, loucos, insanos, por tudo aquilo que a mídia (inspirada em um governo norte americano) prega. O mercado da fé é lucrativo e impiedoso, a mercantilização da fé funciona através de escambos, e nessa troca quem faz o papel de ignorante são os fiéis que no auge de sua inteligência devem achar um belo adjetivo quando são intitulados de ovelhas, cordeiros e etc. Ovelhas de Fato são inofensivas e não muito racionais. O mais legal é ver esses vermes inúteis (me refiro apenas aos que fazem esse tipo de babaquice, pois não são todos os religiosos cristãos que fazem isso) indo contra o que prega o próprio livro que eles consideram sagrado... Será que não entendem que passando a mão em um carro luxuoso eles estão nada mais nada menos que ADORANDO algo?? E depois reclamam e se acham superiores aos católicos por não adorarem imagens. Essa hipocrisia FEDE!!! Quanto mais eu vejo essas merdas, mais eu acredito que se existe uma força superior, inteligente e com poder de criar as coisas, ela não se encontra no meio desse povo! E como ja disse Crowley no liber CCCXXXIII capitulo 40: 

"Tudo o que sabemos sobre o Homem, Natureza, Deus, é apenas aquilo que eles não são;
é aquilo que rejeitam como repugnante."

Eu só tenho a lamentar, e a minha revolta com isso tudo é explicita... Só existe o malandro porque existe o otário, e a cada minuto nasce um otário no mundo, já dizia o pensador! 

Me sinto em plena idade media, não pelo materialismo em que nos encontramos, mas pela BURRICE que extravasa pela cabeça de alguns religiosos como se fosse um ectoplasma.
(Diego Beunizam)


***



O texto acima é assinado por Diego Ferreira, e foi reproduzido sem cortes, portanto quaisquer palavra ofensiva e/ou considerada torpe é de sua exclusiva responsabilidade do e não representa o proprietário deste blog.

Distante do Trono: Confissões de um Ex-valadete

Por Igor Sabino, 18 anos, Estudante de Relações Internacionais da UEPB
Durante muito tempo relutei em escrever esse texto, não por vergonha ou por não querer reconhecer meus erros, mas por medo de ser incompreendido e magoar pessoas que amo e respeito. Porém, não posso mais guardar essa experiência apenas para mim. Espero que este não seja apenas mais um desses textos de “apologética” que mais parecem textos de fofoca gospel. Quero compartilhar minha experiência, pois realmente me preocupo com os milhares de jovens que hoje fazem parte do movimento “Gospel” brasileiro e que sequer conhecem o Evangelho verdadeiro e caminham para o inferno.
Minha experiência com a cultura Gospel começou cedo. Nasci em um lar cristão e quando ainda era uma criança o Evangelho fez sentido para mim. Sempre gostei muito de música e comecei a me envolver com o Gospel através dos CD’s infantis do Diante do Trono que eram lançados anualmente. Ao me tornar pré-adolescente, comecei a buscar alguns referenciais em minha caminhada cristã e foi aí que entrei de vez no mundo Gospel. No início, eu ouvia apenas Diante do Trono. Naquela época as músicas do DT ainda eram tocadas com muita frequência nas igrejas e como a internet ainda não era muito acessada ninguém aqui na Paraíba sabia ao certo o que acontecia na Lagoinha. Hoje vejo que muito do que a Ana Paula Valadão prega e faz o que considero errado teologicamente, já era praticado por ela há muito tempo atrás. Foi aí que virei, digamos um “valadete”, embora não goste muito de usar esse termo, pois nunca cheguei a extremos que hoje vejo os fãs do Diante do Trono fazerem.
“Valadete” convicto
Eu sabia todas as músicas, é verdade, mas não era desses de gastar dinheiro com produtos do DT ou ir a todos os shows onde quer que fossem. Eu mesmo nunca fui à BH, tampouco conheço a Lagoinha, a “meca” dos “valadetes”. Ao longo dos dez anos em que acompanhei o DT só participei de 2 gravações e fui a 3 shows, todos aqui no Nordeste. Hoje ao olhar para isso percebo com mais clareza o que me levou a me envolver tanto com o Diante do Trono. Eu realmente amava a Deus e tinha sede por Ele, ao mesmo tempo era um jovem adolescente em busca de referenciais e deslumbrado com o mundo da música e da fama. O que me fez buscar na Igreja aquilo que via meus colegas de escola buscando no mundo, em seus ídolos musicais. O Diante do Trono, era na verdade, uma grande fuga para mim, em uma série de aspectos.
Essa minha relação com o DT começou a mudar de uns dois anos para cá. Mesmo tendo frequentado uma Igreja Presbiteriana desde de criança só então tive contato de verdade com a teologia reformada. Mas por estar em contexto pentecostal, não aceitei tudo de primeira. A partir desse momento, comecei a ver o quanto a cultura Gospel aqui no Brasil se distanciava cada vez mais do Evangelho verdadeiro. Comecei a perceber o quanto o culto estava virando um show e quis me distanciar disso. Fui a alguns shows do Diante do Trono durante esse período e mesmo reconhecendo a idolatria que mantive por eles durante tanto tempo (e me arrependendo disso), já estava apegado demais à “adoração profética”; espontânea. Gostava daquele ambiente em que se repetia diversas vezes as mesmas frases de uma música e de repente Deus “começava a falar”. Palavras proféticas eram liberadas às nações e eu me emocionava. Achava que aquilo realmente era bom.
Viciado em “Adoração Espontânea” 
Foi nesse momento em que o DT se tornou insuficiente para mim. Eu queria mais daquilo, eu queria “experimentar” a presença de Deus. Foi aí que descobri a indústria Gospel americana. Aprendi a falar inglês e assim como hoje, meu coração possuía um forte desejo de ser missionário, de influenciar a sociedade com o Evangelho e mudar o mundo! Foi exatamente isso que encontrei em movimentos como o Jesus Culture e a Bethel Church. Só que isso nunca era suficiente para mim. Sempre queria mais e foi aí que a “adoração” se tornou um vício para mim. Eu baixava um novo CD em inglês de “adoração” praticamente todo dia. Nesse período eu nunca deixei de ler a Bíblia, mas ainda assim não conseguia enxergar o meu erro. Necessitava diariamente de um novo hit, de uma nova canção de adoração para “experimentar” a presença de Deus, mas quanto mais eu buscava a Deus dessa forma mais eu me distanciava d’Ele.
Até que nessa minha busca por “adoração” comecei a ler um livro escrito pelo Zach Neeze, um pastor da Gateway Church dos Estados Unidos. Embora ele não seja um autor reformado, nem defenda o princípio regulador do culto, encontrei em suas palavras exatamente a resposta para o que eu estava vivendo. O Zach fala que o movimento de “adoração” está cada vez voltado para nós mesmos, para os nossos gostos e preferências e é por isso que muitas músicas aparentemente voltadas para Deus, tem o intuito de satisfazer apenas o homem. É aí que nos tornamos idólatras de nós mesmos. Após terminar a leitura, percebi que muitas coisas estavam erradas em meu coração, foi aí que me lembrei de uma outra pregação do Zach Neeze aqui no Brasil, em um congresso do Diante do Trono no ano passado.
Cheio de Adoração, mas Distante do Trono
Essa pregação se encontra no Youtube e nela o Zach se utiliza de uma mesa cheia de objetos aparentemente lícitos para explicar o seu conceito de adoração com base atitude de Jesus ao entrar no templo e virar a mesa dos vendedores no templo. Segundo o Zach, adoração é virar as mesas dos nossos corações e tirar tudo o que nos afasta de Deus, até as coisas lícitas, até a “adoração”, em meu caso. Depois disso comecei a pedir a Deus que me mostrasse o que me afastava d’Ele e como eu poderia virar as mesas do meu coração. Confesso que não foi fácil descobrir isso, mas agradeço a Deus por ter me respondido de uma forma que eu nunca poderia imaginar. Lembro-me de alguns dias depois ao me aconselhar com meu pastor sobre outros problemas que vinha enfrentando, algo aparentemente sem nenhuma ligação com isso, o primeiro conselho que ele me deu foi: pare de ouvir as músicas que você tem ouvido, até mesmo as inglês. Desde então, um longo processo se iniciou em meu coração e aos poucos fui percebendo o quanto estava Distante do Trono, mas agradeço a Deus por ser fiel em completar a obra que Ele mesmo começou em mim!
Um culto cada vez mais feminizado
Por fim, gostaria apenas de fazer alguns esclarecimentos com relação à Ana Paula Valadão e aos chamados “valadetes”. Em primeiro lugar, gostaria de esclarecer que em momento algum julgo o coração da Ana Paula ou de qualquer outra pessoa do DT. Ao contrário, creio realmente que eles são crentes fiéis, mas que infelizmente tem trilhado um caminho que embora lhes pareçam bom, não é. Como diz Provérbios 16.2, “Todos os caminhos do homem lhes parecem puros, mas o Senhor avalia o espírito.” Digo isso com base em minha própria experiência acima relatada. Vemos um exemplo claro disso em 2 Samuel 6, quando Davi ao levar a Arca. Embora achasse que estava adorando a Deus de forma correta não estava e trouxe morte ao invés de vida para aqueles que estavam ao seu redor. Infelizmente é isso que tem acontecido com o Diante do Trono.
Milhares de jovens tem seguido a Ana Paula Valadão não para adorar a Deus, mas sim para adorar a ela. A Ana infelizmente não passa de mais uma celebridade gospel, venerada por milhares de jovens. Muitos dos quais não tem referenciais fortes de masculinidade e acabam contribuindo para um culto cada vez mais feminizado e distante dos referenciais bíblicos. Não é à toa que tantos gays seguem o Diante do Trono…
Pelo fim da Cultura Gospel
Faço das palavras do Rodolfo Abrantes na Lagoinha as minhas, e realmente oro a Deus pelo fim da cultura Gospel, pelo fim do mercado Gospel, pelo fim dos cantores Gospel. Oro para que o Evangelho verdadeiro seja pregado no Brasil. Oro para que o show acabe e que Deus seja cultuado da forma que Lhe apraz, não satisfazendo nossas vontades. Oro para que os jovens evangélicos realmente conheçam o Evangelho e se deixem transformar por Ele. Oro para que a “adoração” deixe de ser um ídolo em nossas igrejas. Oro para que outros jovens assim como eu, reconheçam o seu pecado e o deixem.

Sem perspectiva com partido, Marina Silva deverá ganhar convite de Aécio




Faltam exatos sete dias para que
 o Brasil saiba  se o partido que
a ex-senadora Marina Silva
 pretende criar, o Rede
Sustentabilidade,sairá ou não do
papel. As perspectivas, no entanto,
não parecem nada positivas.
Segundo o vice-procurador-geral
eleitoral, Eugênio Aragão, ele não
 fará "nenhuma concessão" para que
 o partido seja criado fora dos parâmetros legais.
De acordo com  um parecer produzido por ele, Marina comprovou pouco mais de 100
 mil das 492 mil assinaturas exigidas.
Nos tribunais superiores, não há muita boa vontade para providenciar um "jeitinho".
 "Coloque o dedo na ferida: sem as assinaturas é uma esperança vã", disse o ministro
Marco Aurélio Mello. Marina apelou para artistas, como Marcos Palmeira e Adriana
Calcanhotto, que postaram vídeos no YouTube, mas a ministra Carmen Lúcia afirmou
que isso não mudará a posição do Tribunal Superior Eleitoral, presidido por ela.
Portanto, a tendência concreta é a de que Marina não consiga êxito na criação
da Rede – o que não terá sido por falta de tempo, nem de recursos,
uma vez que sua  candidatura é apoiada por bilionários, como Guilherme
 Leal, da Natura, e Neca Setúbal, do Itaú.
Nesse quadro, o que fazer então com seu patrimônio eleitoral, de 16% dos votos,
segundo o Ibope?
 Um partido nanico, o PEN, ofereceu a Marina uma proposta inusitada.
Trocaria seu nome  para "Rede", caso ela aceitasse disputar a presidência
 pelo partido. Ela ainda teria opções
como o PPS e o PV, mas sem o controle da máquina partidária.
Nesse cenário de indefinições e incertezas, Marina será tentada com uma nova oferta:
 a de ser vice do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Os tucanos pretendem tratar
o não registro  do Rede como uma violência do PT contra Marina.
Em seguida, abrirão as portas do partido.
 Ontem, Aécio afirmou que o Brasil "merece ter uma alternativa como Marina".
 Neste sábado,  na coluna de Sônia Racy, no Estado de S. Paulo, o ex-presidente
 Fernando Henrique Cardoso diz que a ex-senador é uma "liderança moral" do País.
Depois de 5 de outubro, após a decisão provavelmente contrária do TSE à Rede,
o assédio
tucano a Marina será pesado. Com apoio de vários colunistas e grandes meios
 de comunicação.

Ministério Público pede rejeição de partido de Marina



Devido à insuficiente comprovação de apoio popular, o Ministério Público Eleitoral recomendou nesta terça-feira (1º) à Justiça que negue o pedido de registro do partido da ex-senadora Marina Silva, o que aumenta as dificuldades para que ela dispute o Palácio do Planalto pela Rede Sustentabilidade.
Em parecer assinado pelo vice-procurador-geral Eleitoral, Eugênio Aragão, o Ministério Público afirma que o pedido do partido "continua sem condições de ser atendido". "Criar o partido com vistas, apenas, a determinado escrutínio [eleições de 2014] é atitude que o amesquinha, o diminui aos olhos dos eleitores", escreveu Aragão em seu parecer.
A posição do procurador é um dos elementos que os sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral usarão como base para decidir, nesta quarta ou nesta quinta, se aprovam ou não a Rede.
A decisão de Aragão é baseada no fato de a Rede não ter conseguido as assinaturas mínimas de apoio para a sua criação, que é de 492 mil nomes. Faltaram cerca de 50 mil assinaturas.
Marina foi por mais de cinco anos ministra do Meio Ambiente do governo Lula, mas abandonou a pasta em 2008 após perder uma queda de braço interna sobre a condução da política para o setor.
No ano seguinte, saiu do PT e ingressou no PV, partido pelo qual disputou a Presidência da República em 2010, tendo ficado em terceiro lugar com 19,6 milhões de votos (19,3% dos votos válidos).
Após divergir com a cúpula do Partido Verde, Marina também abandonou a legenda em 2011. No início de 2013, ela e seu grupo de apoiadores começaram a coletar assinaturas de apoio pelo país para tentar montar a Rede.
O partido afirma ter obtido quase 1 milhão de assinaturas que, após triagem interna, levaram à apresentação de mais de 600 mil aos cartórios eleitorais, responsáveis por checar se os nomes e os dados coletados conferem com o banco de dados dos eleitores.
Caso a Rede seja rejeitada, Marina ainda tem como opção se filiar a outra legenda para concorrer ao Planalto, mas ela tem se recusado a falar sobre essa hipótese.

28 de setembro de 2013

Não, Caio Fábio, Jesus não é sua chave hermenêutica!



Nas primeiras vezes que eu li o texto da Grande Comissão e vi Cristo dizendo
 que deveríamos ensinar os discípulos a obedecer tudo o que Ele ordenou,
 eu fiquei me perguntando onde o resto do Novo Testamento entrava nisto.
 Não bastaria ficarmos com aquilo que Cristo falou, e só? Se temos os ensinos
 do próprio Deus-Filho registrados, para que mais palavras de homens mortais?
 Com pouco tempo de fé, pude encontrar boas respostas para meus 
questionamentos infantis. Porém, muitas pessoas ainda estão confundidas 
com este assunto. Um exemplo de promotor deste tipo de confusão é Caio Fábio,
 que hoje tem arrebanhado para sua religião muitos seguidores e fiéis:

Eu estou em Jesus, eu não estou na Bíblia. [...] O cara que
 quiser que Jesuse a Bíblia toda deem certo tá danado. [...]
 Pela Bíblia é melhor a gente  acabar esse programa porque
 está todo mundo danado. [...] eu não ando  [conforme o texto bíblico],
 tanto quanto Jesus [...]. Quem quer andar com Jesus,
 é assim. Quem quer base bíblica, vira fariseu, joga pedra.[1]

Em outro lugar, Caio Fábio diz que aquilo na Escritura que não está afirmando 
ou que 1. Jesus é Deus, ou que 2. somos pecadores, não passa de capricho
 ignorando pelo Cristo: 
É estranho como Jesus e os apóstolos não usaram 
a Bíblia como  argumento de fé [...] Afinal, a Bíblia jamais seria a apologia
 de Jesus; posto que Jesus fosse o Verbo vivo e falando o que a Bíblia nem 
poderia sonhar em falar, revelar e dizer… Cristãos que vivem para defender 
a Bíblia ainda não conheceram Jesus mesmo! [...] Da Bíblia o que se pode dizer
 é que ela é fiel como Palavra apenas porque afirma que Jesus é Deus e
 eu sou dos pecadores o principal! O mais é um diletantismo ao qual Jesus 
jamais teria tempo e animo para se dar… Depois que o Evangelho entrou 
em mim a Bíblia passou a ser apenas um Testemunho, mas não o Testemunho! 
Sim, pois em mim o Testemunho é o do Espírito! [2]

Em outro momento, concordando que o Jesus dos evangelhos não se parece nada 
com o Jesus que Paulo apresenta em Romanos 9-11, chamando esta posição 
de “simples, sábia e sensata”, Caio Fábio diz que estes capítulos são
 “um apêndice de um surto paulino” que não se parece com nenhum outro 
escrito ou com a prática de Paulo. “Na minha opinião, Romanos 9, 10 e 11
 são totalmente dispensáveis. Sabe porque? A descrição de Paulo, 
tentando explicar o inexplicável, criou uma bananosa filosófica”.
 Ele ainda diz que as palavras negativas do texto, como “odiou”, 
não cabem, pois “não parecem com o todo de Jesus”
“Eu prefiro ficar com Jesus, que não sendo Paulo”, pregou coisas 
diferentes. “Isso é o poder dessa chave hermenêutica”, diz ele. 
”Meu amigo Paulo, eu lamento muito que você tenha tentado fazer 
essa viagem. Você não tinha nem linguagem. 
Você não tinha adequação”. ”É uma conversa que tem a ver com 
a dimensão de um homem judeu, psicologicamente maltratado,
 frustrado, perseguido, magoado”. Ele diz que vê, neste texto, 
“o surto do Paulo judeu”. Ele chama ainda, esta atitude de Paulo
 de uma “gafe” que empobreceu e enfeiou Deus. “quando Paulo
 coincide com Jesus, Paulo tá com tudo, quando Paulo fala como Paulo, 
eu olho um homem, um tempo, uma relatividade, uma circunstância”.
 Ele, literalmente, lança várias repreensões e conselhos ao apóstolo Paulo 
em vários momentos do vídeo [3].

A prerrogativa que ele e seus discípulos usam para tal posição é que eles
 possuem Jesus como chave-hermenêutica. Para eles, isso significa 
que só deve ser aceito como verdade Bíblica aquilo que for semelhante
 à imagem que eles possuem de Cristo. Se qualquer outro trecho 
da Escritura ensinar algo que, porventura, não pareça pertencer 
ao Cristo, então deve ser considerado anátema.

O que Caio Fábio e seus pupilos não conseguem perceber é que ter Jesus
como nossa chave hermenêutica significa que nós vamos ler toda a Escritura
procurando como cada ensino, cada doutrina e cada livro se relaciona com 
o Plano maior de Deus na redenção de Cristo, e não que vamos solapar tudo
 aquilo que não gostamos na Escritura com a desculpa de que 
“Jesus não pregaria isso”. Assim, uma constatação torna-se inegável: 
praticamente todos que advogam ter Jesus como chave hermenêutica 
são ímpios que leem a Escritura desconsiderando tudo aquilo que suas 
mentes carnais odeiam. Você encontra esta loucura nos blogs e comentários
 de tais homens. Ter Cristo como chave hermenêutica deveria nos motivar
 a encontrar como a história do Evangelho está prefigurada, confirmada,
 anunciada, ilustrada ou ensinada em cada página da Bíblia, e não nos
 fazer arrancar da Escritura tudo aquilo que a gente acha que Jesus não diria.
 Aqueles que dizem que as palavras de Jesus são mais importantes que
 as de Paulo, não entenderam as palavras de Jesus.

Eu, sinceramente, não entendo como uma pessoa inteligente pode cair em
 erro tão crasso. 
A igreja está fundamentada na doutrina dos Apóstolos (Ef 2:20). 
Nós não vimos Jesus pessoalmente, eles sim.
 Por isso que Pedro e João podiam falar sobre 
“as coisas que vimos e ouvimos”, pois eles estavam lá, e atestaram
 com sangue o que pregaram. Assim, como alguém comentou
 no meu Facebook certa vez, só pode ser um louco aquele que 
cisma em separar o ensino Bíblico do ensino de Jesus, a autoridade
 bíblica da autoridade de Jesus e a visão bíblica da visão de Jesus. 
Os discípulos precisam de toda a Escritura, e não de parte dela.
 É um verdadeiro insulto a Jesus dizer que nada, a não ser parte do 
que foi registrado de Sua Revelação ao longo da  história bíblica 
– a encarnação – vale a pena considerar como Palavra do Senhor.
 É como se dissessem que amam tanto suas esposas que não se importa
 com as mães, amigos, família, conversa ou qualquer coisa que não seja 
ela própria. Estes caem na condenação de Jesus, através de Paulo,
quando condena aqueles que, dizendo ser apenas de Cristo, se recusavam 
a ouvir o que diziam os apóstolos (ver 1 Co 1:10-17).

Cristo prometeu aos seus apóstolos não apenas que o Espírito Santo os faria
“lembrar de tudo o que vos tenho dito” (Jo 14:26), mas também 
que o Espírito Santo “vos ensinará todas as coisas” (Jo 14:26) 
“vos guiará a toda a verdade” (Jo 16:13). Os apóstolos receberam 
de Cristo, através do Espírito, mais daquilo que o Senhor desejou 
que soubéssemos. O próprio Jesus deixou claro que ensinaria 
mais aos Apóstolos mesmo após Sua morte e ascensão.
 Paulo deixa isso claro aos Gálatas: “Irmãos, quero que saibam que
 o evangelho por mim anunciado não é de origem humana. 
Não o recebi de pessoa alguma nem me foi ele ensinado; pelo contrário, 
eu o recebi de Jesus Cristo por revelação” (Gl 1:11-12). 
É por isso que o apóstolo Pedro podia dizer que 
“o mandamento do Senhor e Salvador” 
foi “ensinado pelos vossos apóstolos” (2 Pe 3:2), além de dizer que
 os escritos de Paulo estavam equiparados com todo o Antigo 
Testamento, chamando-os de“Escritura” (2 Pe 3:16). Paulo podia dizer: 
“Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento 
do Senhor o que vos escrevo” (1 Co 14.37). O apóstolo agradecia a Deus 
sem cessar pelos Tessalonicenses: “ao receberem de nossa parte a palavra de Deus, 
vocês a aceitaram não como palavra de homens, mas segundo verdadeiramente é,
 como palavra de Deus” (1 Ts 2:13). Paulo ensinava “não com palavras ensinadas
pela sabedoria humana, mas com palavras ensinadas pelo Espírito” (1 Co 2:13). 
Paulo não poderia ser mais claro: “Cristo fala por meu intermédio” (2 Co 13:3).

Outros livros também entram neste escopo. 
O próprio Paulo, em 1 Timóteo 5:17,18 diz fazer uma citação da “Escritura”
e segue fazendo duas referências: uma a Deuteronômio 25:4 e outra a Lucas 10:7 
(usando até o mesmo fraseado grego)! Para o apóstolo, os escritos 
neotestamentários dos evangelhos também eram Palavra de Deus. 
Tanto os Evangelhos como as Epístolas no Novo Testamento vêm a nós com 
a autoridade de Jesus, e Ele quer que nós ensinemos essas coisas aos discípulos.

“Somos seguidores de Cristo ou de Paulo?”, podem perguntar alguns. 
“Como podemos seguir o ensino de outros homens além de Jesus?”, 
já me foi questionado. Respondo, com sinceridade, que Cristo é meu único Senhor.
 No entanto, tudo o que sabemos sobre Cristo vem de Paulo e dos outros discípulos
de Cristo. Se não acreditarmos nestes, não nos sobra nada dAquele. 
Como alguém pode dizer que só segue Jesus, e não os apóstolos, se todos 
os registros que possuímos sobre Jesus provêm dos apóstolos e de 
seus companheiros? Cristo nunca escreveu sobre si. 
Tudo o que temos sobre Ele passou pela mão de seus discípulos primitivos.

Crer em Jesus está definitivamente ligado a crer nos Apóstolos e em seus 
companheiros. Se você não acredita na doutrina de Paulo, de Tiago, de Pedro,
 de Lucas, de Marcos, de Mateus, de João e de Judas, como você pode acreditar
nos registros que alguns deles fizeram do Messias? Se Paulo disse algo 
em Romanos ou aos Coríntios que foi fruto de seus preconceitos ou de sua 
criação judaica, por que ele não poderia ter feito o mesmo ao instruir Lucas 
em seu registro do Evangelho? Se Pedro não é digno de toda a nossa confiança, 
ou se sua doutrina é inferior ou secundária, como podemos dar tanta atenção 
àquilo que Marcos aprendeu dele e registrou no Evangelho? Se Tiago poderia
errar, por que não Mateus? Se João se enganou em suas epístolas ou no Apocalipse,
 por que acreditamos em seu registro da vida do Logos? A verdade que muitos tolos
 ignoram é que, ou você aceita o Novo Testamento por completo, até a última letra,
 ou você não tem Jesus, não tem cristianismo, não tem Bíblia, não tem fé e não tem
 salvação. Ou temos o Novo Testamento por completo ou não temos 
Testamento nenhum.

Deve-se admitir, então, que se vamos ter uma religião não doutrinária,
 ou uma religião doutrinária fundamentada meramente em verdades gerais, 
isso significa que não somente temos que nos livrar de Paulo, 
da igreja primitiva de Jerusalém, mas também de Jesus: 
Infelizmente, ainda há, em pleno século XXI, quem tente opor
  Jesusaos outros escritores bíblicos. Como disse Gresham Machen,
 tem-se a impressão que o liberal substitui a autoridade da Bíblia pela
 autoridade de Cristo. Tal homem diz que não pode aceitar o que ele 
considera um ensino imoral do Antigo Testamento ou um argumento
 sofisticado de Paulo, em oposição os simples e morais ensinos de Jesus.
 Assim, ele se considera o mais puro verdadeiro cristão, uma vez que, 
rejeitando todo o restante da Bíblia, ele só depende de Cristo[4].

Paulo deixa claro que as suas epístolas também são coisas que Jesus agora nos ordena,
 de tal modo que “aquele que rejeita estas coisas não está rejeitando o homem,
 mas a Deus” (1 Ts 4:8). Você entendeu bem o que acabou de ler? Você nega a
 Deus se ignora todo o escopo do Novo Testamento! Como comenta Thomas Edwards: 
“Quem se recusa a ouvir os apóstolos de Cristo recusa-se a ouvir o próprio Cristo
 e atrai sobre si seu descontentamento”[5]. Homens como Caio Fábio e sua corja,
 que tratam o que é revelado após Jesus como contaminado com o machismo,
 judaísmo ou o diabo que for de Paulo estão, na verdade, negando a Deus. 
O destino dos que tal coisa fazem é certo e inequívoco, a menos que se 
arrependam de sua blasfêmia. Parafraseando o que o Dr. Jay E. Adams diz sobre
 Paul Tillich, durante uma das suas preleções na Conferência Fiel para Pastores 
e Líderes, em 1989: “Ler ou ouvir um sermão de Caio Fábio é ouvir o que 
o inimigo tem a dizer”[6].

Notas:
[1] FÁBIO, Caio. Pra eles, sou um herege, pois eles estão na bíblia, e eu estou
em Jesus! Disponível em: <http://youtu.be/GuCjSuACYMc>. Acesso em: 3 jun. 2013.
[2] FÁBIO, Caio. A Bíblia serve a Jesus, não Jesus à Bíblia! 
Disponível em: <http://www.caiofabio.net/conteudo.asp?codigo=05222>. 
Acesso em 5 jun. 2013.
[3] FÁBIO, Caio. Caio, esse trecho da carta de Paulo não parece com Jesus. 
Por isso odeio a Jesus! Disponível em: <http://vimeo.com/75018092>. 
Acesso em 28 set. 2013.
[4] MACHEN, Gresham. Cristianismo e Liberalismo. São Paulo, SP: Sheed
 Publicações, 2012, p. 43,68.
[5] EDWARDS, Thomas. A commentary on the first epistle to the
 Corinthians. London: Hodder & Stoughton, 1903, p. 384.
[6] Referência muito bem lembrada por Alan Rennê Alexandrino Lima, no Facebook.

***
Por Yago Martins
Fonte: Yago Martins
Vi lá no Revista Monergista


Vejam Só - Quem se Converte de Fato Ainda Pode Perder a Salvação?




A liberdade de Deus. Uma exposição em Romanos 9:6-29



Rô Moreira

Diante de alguns acontecimentos desta semana em que um lider se achou mais capaz de compreender a salvação do que o Apóstolo Paulo, e alguns de seus seguidores concordando com com seu líder disseram que muitas vezes Paulo fazia questão de afirmar (isto digo eu e não o Senhor), esquecendo do  Evangelho revelado a Paulo pelo próprio SenhorJesus.

Podemos ver as Epístola aos Romanos 9 que foi contestada por um líder falho que mais atrapalha do que ajuda, podemos ver as Epístolas aos Coríntios e as poderosas epístolas da prisão, como Efésios, Filipenses e Colossenses. Ficamos impressionados com o majestoso ímpeto, profundi­dade e a consistência com que Paulo expõe o propósito de Deus de eter­nidade a eternidade. Gl 1.11 e 12 Faço-vos, porém, saber, irmãos (uma fórmula favorita sua de introduzir uma declaração importante), que o evangelho por mim anunciado não é segundo o homem; porque eu não o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas mediante revelação de Jesus Cristo. Eis aí a razão por que o evangelho de Paulo era o padrão pelo qual os outros evangelhos deviam ser medidos. O seu evangelho era (literalmente, versículo 11) "não... segundo o homem"; não era "invenção hu­mana" "Eu o preguei'', Paulo poderia dizer, "mas não o inventei. Também não o recebi de um homem, como se fosse uma tradição já aceita, passada de uma geração a outra. “Também não me foi ensinado, como se o precisasse aprender de mestres humanos.” Pelo contrário, ele veio "mediante revelação de Jesus Cristo". Isto provavelmente significa que ele lhe foi revelado por Jesus Cristo. 

Sabemos que a liberdade de Deus significa desigualdade. Desigualdade, porém, sempre levanta em nós  homens o sentimento de injustiça. Queremos medir 
Deus por nossos padrões morais, religiosos e limitados; Padrões nunca aceitos por Deus! Mas a justiça de Deus não pode ser mensurada pelos nossos padrões que são comparados a trapos de imundícia ( Isaías 64:6. ); Isso inclui sua liberdade soberana absoluta; senão ele não seria o Deus que dispõe de todas as coisas livremente. Sua dádiva não está sujeita a qualquer regra, mas tão somente à sua livre vontade que jamais se perde em sua essência: (“sua singular e soberana liberdade”); por isso é Deus!! Ele assim concede sua misericórdia a quem deseja. Ninguém tem direito a esta misericórdia. Não existe possibilidade de conquistá-la (não depende de quem corre mais...), a misericórdia é uma livre dádiva de Deus, como fruto do seu amor gracioso; contudo, Deus endurece a quem ele quer, e assim como o barro é moldado, para uso de honra, há vasos que não serviram jamais e a estes não lhes cabe contestar o oleiro. Qual é a natureza do seu endurecimento, ele nos mostra em Faraó, e assim sendo ele (Deus) é sempre glorificado e honrado, por sua livre soberania e justiça de agir como lhe apraz! Portanto, nisto, também, esse é o segredo de sua onipotência – Deus afirma sua vontade e sua honra. A razão humana sempre se revolta e se posiciona irônica e ferozmente com o substancia e essência do que Paulo o Apóstolo trouxe-nos em seus textos no livro de Romanos; “Se Deus age assim, onde está a culpa humana..?” se afinal tudo esta nas mãos de Deus, onde está a nossa responsabilidade? O pensamento humano jamais reconcilia a liberdade de Deus e a nossa responsabilidade pois, são antagônicos, a nossa liberdade é condicionada à nossa moral corrompida pela queda do homem, e a liberdade de Deus é sempre santa, soberana, e plenamente livre.
 Contudo, Paulo não admitira ser atraído para os caminhos filosóficos. Quem quer que não possa suportar a ideia de Deus ser o Senhor absolutamente livre esquece-se que é criatura, e que está colocando-se em pé de igualdade com o Criador. Portanto, deve primeiro ser mostrado a ele novamente de maneira tão obvia quanto possível quem ele é: uma criatura, que, assim como já citado, um vaso de barro nas mãos do oleiro. Portanto, o tema deste texto, é a justiça de Deus e a justiça do homem, pois diz respeito à justiça que Deus aplica, e não ao tipo de justiça que o homem crê possuir por si mesmo, diz respeito à livre misericórdia e não às pretensões humanas e qualquer um que não queira ou deseja reconhecer isso, será precisamente a sua ruína! - ("O orgulhoso de coração levanta contendas, mas o que confia no SENHOR prosperará." (Provérbios 28 : 25)-( "Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus," (II Timóteo 3 : 4) – (Romanos 9:14,15,16 - Que diremos pois? que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma. 15 Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. 16 Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece. Bom final de semana a todos.

27 de setembro de 2013

Pornô, Sex Shop e Redes Sociais Gospel, agora teremos Cristãobook. Já temos um grupo no facebook chamado (Só para Evangélicos que gostam de sexo)


Rô Moreira

A coisa esta cada vez pior no meio Evangélico, não sei onde vamos parar com este modismo "Gospel" que usam para santificar as mazelas que  trouxeram para dentro do nosso meio.
Lamentável, além de termos:Carnaval gospel, balada gospel, praia de nudismo gospel, filme pornô gospel, Sex shop gospel, em breve novela gospel, Swing gospel, Polydancy gospel, tudo gospel... Sabe porque?? Porque se você colocar o gospel ai você pode, isso mesmo irmãos, para alguns se tiver o nome Gospel, esta santificado e sendo assim ta valendo!! Só falta o inferno gospel agora. Depois querem falar das musicas do "mundo"??

E agora mesmo que a coisa piorou,  teremos as Redes Sociais chamado (Cristãobook), só para crentes.
  E o pior irmãos, é que eu descobri um grupo no Facebook intitulado "evangélicos que gostam de sexo", sabe quantos seguidores frequentam este grupo ? 11.838 pessoas  fazem parte deste grupo.
 Fico me perguntando: qual será o assunto que publicam lá?

Ah meus irmãos, eu antes fazia questão de ser chamada de evangélica, Deus e todos aqui são testemunhas  de que sempre fiz questão de dizer (sou evangélica). Sempre fiz questão de orientar a todos  a congregar pois ainda creio que há crentes fieis. Mas, cada dia que passa, acredito que estamos indo na contramão. Estamos indo contra essa multidão que se instalou dentro do meio evangélico por culpa de homens  amantes de si, que não conseguem liderar suas famílias, e querem liderar a igreja de Jesus,  pois até permitem que suas mulheres mandem nas Igrejas dando a elas  títulos de pastoras. Eu nunca vi tantas mulheres com este título, chego até pensar que elas recebem este título como um cala boca dos homens para agradá-las somente. Porque esta demais irmãos. Virou febre agora,  mulheres recebendo títulos de pastoras.
 E assim vai seguindo este meio que não passa de "business evangélico". Ninguém se preocupa com ninguém a não ser consigo mesmo. O que importa para estes homens é que vendam bastante, não se importam que usem o nome do nosso Senhor.
Estou muito cansada de tudo isso. Todos os dias  confronto a mim mesma com a palavra de Deus para que eu posso não jogar a toalha, ou chutar o balde como diz os cariocas. Todos os dias eu peço a Deus força para prosseguir, peço a Ele para me livrar da apostasia. Bom final de semana  a todos.

Apenas um desabafo.

Assistam o vídeo abaixo.


Calvin treinamento disponíveis on-line


O MOOC CALVIN AFETAR UM PÚBLICO MAIS AMPLO O ÚNICO PROTESTANTE D. R


.


Faculdade Autônoma de Teologia da Universidade de Genebra oferece a partir de meados de outubro, o treinamento livre, aberto e à distância através da Internet, o rosto da Calvin consacréeà. A nova iniciativa deve reunir-se um verdadeiro sucesso.
Mooc (pronuncia Mouk) abertura de cursos on-line massivos ou de formação e-learning aberto e à distância. A palavra estranha sonoridade, mas, no entanto, abre o campo do conhecimento. Lançado em 2008 pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, o conceito tem a intenção de democratizar o acesso ao conhecimento. Ao contrário de um curso on-line, aberto todo o ano, o MOOC é um conjunto de cursos que têm um começo e um fim.
Totalmente gratuito, ele oferece a oportunidade de fazer parte de uma promoção que se desenvolve gradualmente. Qualquer pessoa com uma ligação à Internet pode ter um MOOC. Os participantes vêm de todo o mundo têm perfis muito diferentes. Na prática, apenas uma pequena porcentagem de usuários realmente segue a MOOC para a qual estão registrados. Mas a vantagem deste curso é permitir uma maior autonomia na gestão do seu tempo. Desde 2011, o MOOC se multiplicam em todo o mundo. Alguns deles se reúnem mais de 100 000 participantes!
Democratização do conhecimento
Lançamento em 01 de outubro MOOC em "Calvin - História e recebimento de Reforma", Universidade de Genebra quer pioneiro, pois é o primeiro de seu tipo em francês e teologia em uma plataforma (Coursera), essencialmente cursos relacionados às ciências naturais ou tecnológicas. "Não há um lado sério que seria a tecnologia de ciência, física, astrofísica e outras ciências decorativos, como história ou teologia. É importante preencher este nicho ", diz Michel Grandjean, professor de história do cristianismo na faculdade autônoma de teologia.
O programa de MOOC Calvin: a vida eo pensamento do reformador e sua influência no mundo moderno e contemporâneo. Em cinco semanas, 50 cursos serão ministrados em francês com legendas em Inglês e incluem apresentações de vídeos curtos com duração de 8-15 minutos. Cada aula será acompanhada de um questionário de avaliação e um exame final vai concluir o curso.
Para Christophe Chalamet, professor de teologia sistemática na Faculdade de Teologia de Genebra, MOOC e coordenador do projeto é muito emocionante. "Não é nem de canonizar ou condenar Calvino, mas para compreender este número, o estudo crítico, sutil e reconhecer suas limitações. A idéia não é ficar em Calvin, mas abrir para além da Europa e considerar o calvinismo como um fenômeno global. "
Para os professores, essa formação é uma grande oportunidade de atingir um público amplo: "Nas profundezas da Austrália, Benin e China, tudo que você precisa é de uma conexão com a Internet, para este curso, c é fantástico! Além disso, essa democratização do conhecimento é a reforma ideal para atingir as massas. Há uma boa correspondência entre o curso que democratiza o acesso à informação e que os reformadores, incluindo Calvin queria fazer: não reservar esse conhecimento para uma elite. "
Objetividade e clareza
Uma nova aventura percebido pelos professores responsáveis ​​pelo projeto como uma oportunidade de oferecer um novo olhar sobre Calvin. É a crença de François Dermange, professor de ética da Faculdade de Teologia de Genebra. "Muitas pessoas não sabem Calvin somente através de Max Weber ou que algumas igrejas dizem. O público tem pouco acesso à informação de qualidade sobre o personagem. Estado como uma universidade, nós oferecemos o ponto de vista mais objetivo possível em pontos de homem luz e mais escuro. Isso nos permite chegar a um público muito mais amplo do que apenas os protestantes. "Correndo o risco de ofender os crentes? "Eu não penso assim. Nosso objetivo não é evangelismo, mas para estudar Calvin forma não militante. Geralmente, os protestantes acreditam que a racionalidade não se opõe à fé.Nós fornecer informações de qualidade, aberta e crítica, o que não é dirigida contra a fé. Talvez ele vai permitir que as pessoas para fortalecê-la. "
Com mais de 6000 participantes e quarenta novos alunos a cada dia, MOOC Calvin já é um sucesso antes mesmo de começar. Aposta vencedora para a Universidade de Genebra.


26 de setembro de 2013

Caio, se você soubesse quem eu sou... um famoso cantor gospel! Me sinto um monstro. Me degradei nesse meio!


Todos Deveriam Ver esse Vídeo!
Observação; o fato do Caio ter suas contradições, não tira a credibilidade deste aconselhamento. Até porquê, ele mesmo confessa suas fraquezas aqui.
Neste aconselhamento Caio desmonta a farsa da industria e dos altares gospel. Muito forte! Senta pra não cair.

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Uma cantata de salvação e libertação



SALMOS 113-118. UMA CANTATA DE SALVAÇÃO E LIBERTAÇÃO
Qualquer coisa no A.T. que se relacione com o Senhor Jesus Cristo é de valor supremo para o cristão. Em conseqüência, é muito possível que o conjunto de Salmos que vai do Sl.113 ao 118 forme uma parte das celebrações da Páscoa judaica; a cena que se pode encontrar neste conjunto de salmos, por meio de uma analise exegética, são os acompanhantes que cantam nos salmos 113, 114, estes cânticos eram entoados antes da refeição Pascoal, e os salmos 115 a 118 seria um hino/hinos e orações que se deram no final; (conf. Mat. 26:30). – É evidente que cada grupo de salmo tem a sua própria história literária, pois juntos (agrupados) eram chamados de “Um Hallel Egípcio”, ou seja: um ato de louvor (litúrgico pois se deu no templo), também um comentário cantado de Êxodo 6:6,7.
O Salmo 113 declara todo o sucesso do Senhor, como és intrínseco/essencial/inerente a sua dignidade exaltada, e exalta o pobre e o necessitado . O 114 registra majestosamente o êxodo, mostrando como Ele, Criador administra a sua criação para o beneficio de seu povo. Os salmos 115 e 116 se equilibram um com o outro, em comparação do resgate da morte espiritual nos 115 e da morte física nos 116, respectivamente a comunidade e o individuo. O 117 amplia a verdade dos acontecimentos do êxodo e seus limites mundiais: o que um fato para Israel será para todos (a salvação e a libertação em Cristo). Por último, o salmo 118 nos permite unirmos tudo o que aconteceu (113-117) e reconhecer a presença do mesmo Deus, e de seu anuncio que és anunciado/saldado pelo povo, com a entrada/chegada do líder do templo, com os seguintes dizeres: “Baruk Raba Beshir Adonai”: bendito é o que vêm em nome do Senhor.
Exegese:
(Obs.: não se trata de uma exegese de pericope, mas de um só verso, que podemos também chamar de eixegese).
Salmo 118:26 -

Hosannah = uma forma de oração judaica ligada á liturgia do templo no período davídico e salmódico; sendo então que Hosannah antevêem o que se sucede, como sendo a conclusão de uma oração litúrgica, ficando assim: Hosannah Baruk Raba Beshir Adonai. Esta oração era pronunciada ao líder do templo, quando este chegava e entrava na sinagoga (templo); este líder do período davídico é sombra/um tipo daquele que haveria de vir, e a mesma frase de saldação e oração seria pronunciada a Ele (Cristo), conf. (Malaquias 3:1= como alicerce de uma profecia messiânica, que nos transporta a Mateus 21:9; Portanto a oração litúrgica de Baruk Raba Beshir Adonai remete todo o povo hebreu e a nós participantes de seus benefícios, ao Cristo que haveria de vir e ser louvado entre os homens, daí então digamos (Hosannah) a Jesus o Cristo.

Cacp

25 de setembro de 2013

O Sinal do Pacto de obras

A  
 Rô Moreira

Ár  A arvore da Ciência do Bem e do Mal, não continha malignidade alguma, pois tudo que Deus fizera era essencialmente bom. O pecado ou a sedução não estavam impregnados nela. O Criador colocou-a como desafio à fidelidade do casal primevo, como sinal concreto de uma lei proibitiva: algo no qual o homem estava “impedido”, sob pena de morte, de tocar. Era um teste de obediência, de submissão, de acatamento e de respeito a que Deus submetera a sua Imago Dei. A árvore – símbolo - era o sinal da “autoridade divina”, estabelecendo o “direito e o senhorio do Criador” sobre a sua criatura. O homem, ouvindo proposta contrária, livremente optou pela “desobediência”, pelo “rompimento” da aliança com Deus. Esse acordo pactual e legal tem sido designado de “Pacto de Obras”, pois dependia exclusivamente do homem, de sua fidelidade, para ser cumprido e mantido. Adão sem pecado, mas sujeito a pecar A experiência do Éden indica-nos que Deus não concebe nem concede liberdade ou livre arbítrio sem responsabilidade pessoal e sem limites. Os opostos “correto e incorreto” estavam presentes, embora simbolicamente, no ambiente natural do homem, figurados na “Árvore da Ciência do Bem e do Mal”.
  

O bem dominava completamente a vida e a mente do homem, mas a tendência ao mal se despontou, aguçando a curiosidade de experimentação do oponente. O livre arbítrio permitiu a prática do mal, o direito de oposição a Deus, a prerrogativa de opção por propostas discordantes. No uso de sua vontade não contrariada e não obstaculada por Deus, o homem desobedeceu, rompeu seus laços relacionais com o Pai celeste, tornou-se insubmisso, pecou, e tendo pecado, a sua morte espiritual foi imediata, tanto quanto a expulsão do Édem, e a partir de então o seu estado de total inabilidade para se reconciliar de forma autônoma com Deus, e por si mesmo voltar a ter comunhão com o Criador, tornou-se nula e moralmente impossível; A natureza moral do homem foi corrompida pela sua escolha, e jamais por esta mesma livre escolha ele poderá se voltar espiritualmente a Deus, a não ser que por Ele (Deus) seja desperto e chamado à vida (da morte para a vida); portanto o homem não tem livre arbítrio para deixar de pecar e se voltar voluntariamente à Deus. Tal é a incapacidade do Homem que ele não tem poder, nem direto nem indireto, de cumprir a lei moral ou aceitar a Cristo ou de mudar sua natureza de modo a aumentar seu “poder”; e assim não pode cumprir seu dever sem a graça, nem preparar-se, por iniciativa própria, para a graça da salvação; a sua (do homem) incapacidade tem por única base o estado moral insatisfatório dessas faculdades. Ela é a má disposição moral da alma, que sempre o leva a pecar.



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