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30 de setembro de 2014

Silas Malafaia acabou de postar este video Chocante! Todo cristão precisa saber!


Enquanto o Levy Fidelix pede proteção a PF porque se opôs ao gayzismo no debate da Record, hoje os gays se sentem ofendidos por ele, e dizem ser perseguidos, e que o sangue dos gays estão na mãos do Levy Fidelix. Sim, tudo porque o candidato durante o debate realizado na noite de domingo, o candidato do PRTB, ao ser questionado pela candidata Luciana Genro (PSOL) sobre por que "as pessoas que defendem tanto a família se recusam a defender como  família um casal do mesmo sexo", respondeu com duras críticas e ofensas à comunidade LGBT. Disse ele:
— "Olha minha filha, tenho 62 anos e pelo que eu vi na vida dois iguais não fazem filhos — disse Fidelix que chegou a afirmar ainda que "aparelho excretor não reproduz".   E acrescentou :
— O Brasil tem 200 milhões de habitantes, daqui a pouquinho vai reduzir para cem. Vai para a Paulista e anda lá e vê, é feio o negócio, né? Então, gente, vamos ter coragem. Nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria. Vamos enfrentá-los. Não tenha medo de dizer que 'sou pai, mamãe, vovô', e o mais importante, é que esses que têm esses problemas realmente sejam atendidos no plano psicológico e afetivo, mas bem longe da gente, bem longe mesmo porque aqui não dá — afirmou o candidato."


Enquanto todos voltam seus olhos para o que Levy Fidelix falou, pois ele foi usado como (boi de piranha), a mídia esconde o mal desempenho da Dilma no debate, onde apanhou do inicio ao fim.


E tudo isso acontece porque vivemos em um pais dividido por grupos, que se  sentem prejudicados.
 E dizem ser perseguidos esquecendo que os mais perseguidos no mundo todo são os cristãos, que são mortos por sua fé.   Por sua fé, bem diferente, não é??

PETISTAS CONSEGUIRAM REMOVER O VÍDEO DO YOUTUBE, MAS CONSEGUIMOS RESTABELECÊ-LO EM OUTRA PLATAFORMA, GARANTINDO SEU DIREITO DE ACESSO À INFORMAÇÃO E DEMOCRACIA.
No site do  Silas Malafaia

Xiii, Dilma agora quer o meu emprego na rádio!!! Nem vem, governanta! Imprensa é coisa séria!


Lula, uma vez mais, expressa todo o seu ódio à imprensa livre (Foto: Ivan Pacheco/VEJA.com)
Lula, uma vez mais, expressa todo o seu ódio à imprensa livre (Foto: Ivan Pacheco/VEJA.com)
Xiii… Acho que Dilma Rousseff quer o meu emprego na rádio Jovem Pan. Não que o Brasil não saísse ganhando se, em vez de presidente, ela fosse radialista — só que teria de conquistar os ouvintes, né? Na noite desta segunda, ela participou de um comício em Campo Limpo, em São Paulo, e afirmou: “A onça vai beber água. Eu vou botar os pingos nos is”. Como sabem os leitores, quem põe “Os Pingos nos Is”, todos os dias, entre 18h e 19h, na Pan, é este que escreve, hehe. Já haviam me contado que Dilma estava entre os milhões que nos acompanham. Até duvidei um pouco. Agora, não mais. Sim, leitores, o humor esteve presente no comício, só que se contou lá um monte de piadas involuntárias. E a liberdade de imprensa, ora vejam!, foi açoitada uma vez mais.
Estima-se que cerca de 10 mil pessoas compareceram para ouvir… o ex-presidente Lula! Sim, era ele a estrela do encontro no comício da presidente-candidata, escoltada ainda pelo prefeito Fernando Haddad; por Aloizio Mercadante, ministro da Casa Civil; por Eduardo Suplicy, que pleiteia um quarto mandato para o Senado, e por Alexandre Padilha, que concorre ao governo do Estado pelo PT.
Para não variar — porque nunca varia —, a fala mais deletéria foi a de Lula, que voltou a atacar com dureza a imprensa. Compreendo. A VEJA desta semana informa que Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras que ainda está preso, afirmou em depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público que Antônio Palocci, um dos três coordenadores da campanha de Dilma em 2010, pediu R$ 2 milhões ao esquema corrupto que vigorava na Petrobras para arcar com as despesas do PT. Entendam: segundo Paulo Roberto, que fez um acordo de delação premiada, aquele que viria a ser o homem forte de Dilma no governo — até cair — recorreu aos préstimos da quadrilha que atuava na estatal. A ser verdade, isso desmoraliza aquela história de que os petistas graúdos, tadinhos!, não sabiam de nada.
Essa não é a única reportagem incômoda. VEJA informa também que Paulo Abrão, secretário nacional de Justiça e braço-direito do ministro José Eduardo Cardozo — outro dos coordenadores de Dilma em 2010 —, foi à Polícia Federal escarafunchar um processo arquivado, que correu em segredo de Justiça, para tentar arrumar elementos contra Marina Silva, no que pode caracterizar o uso da máquina do estado para prejudicar adversários.
Lula repudia a imprensa que publica o que ele não gosta de ler. Dirigindo-se a Dilma, no alto do palanque, o poderoso chefão do PT disparou: “Neste país, a imprensa sempre foi conservadora, mas houve um tempo em que a gente conversava mais com os jornais. Hoje, eles são terceirizados e prepostos. Eu quero que você compreenda por que existe tanta bronca e perseguição contra o PT”. Preposto de quem? Ele não disse. Terceirizado por quem? Ele também não disse. O que será que Lula quer dizer com “conversar mais com os jornais”? Na sua cabeça, essa “conversa” quereria dizer exatamente o quê? Jornalistas que têm vergonha na cara conversam com os fatos, meu senhor!
Sim, existe hoje um ativo subjornalismo, especialmente na Internet — mas não só! — que publica tudo o que os petistas gostam de ler desde que não faltem as verbas das estatais. É uma variante do jornalismo que não vende, mas que se vende; que não tem leitor, ouvinte ou internauta, mas clientes. Haver quem resista a esse mercado de consciências e só se preocupe em noticiar o que é fato ofende o, como direi?, senso de dignidade do Babalorixá de Banânia.
Essa piada involuntária de Lula veio embalada pela retórica virulenta, mas ele contou outra, esta realmente do balacobaco. Ao defender a candidatura de Padilha ao governo de São Paulo, afirmou: “Se eleger o Haddad foi bom, imagina eleger o governador e a presidenta…”. Bom pra quem? Deixando claro que não reconhece o valor da democracia, Lula disse não entender por que o tucano Geraldo Alckmin está tão à frente nas pesquisas. Ou por outra: ele só entende o resultado de uma eleição quando o seu partido vence. E afirmou: “Fico imaginando o dia em que o PT governar São Paulo, a revolução que a gente vai fazer”. Ô se vai. A de Dilma, por exemplo, tem como saldo crescimento de 0,3%, juros de 11% e inflação de 6,3%. De fato, crescimento perto de zero, com inflação alta e juros estratosféricos é uma revolução da teoria econômica. É preciso ser fanaticamente incompetente para produzir tal prodígio.
Dilma, claro!, falou. Depois de anunciar que a “onça vai beber água” e que vai botar “os pingos nos is”, a presidente-candidata assegurou que tudo o que há de bom no país ou em São Paulo é obra do PT. Entendi. Nessa toada, Lula ainda acaba descobrindo o Brasil, Dilma assina a Lei Áurea e Delúbio Soares proclama a República. Será o samba-do-petista-doido.
Nem vem! O programa “Os Pingos nos Is” é meu, e ninguém tasca! Cumpre encerrar este texto com uma advertência: se o PT obtiver um quarto mandato, podem se preparar: a turma vai tentar avançar, de novo, contra a liberdade de imprensa. E vai perder outra vez.
Por Reinaldo Azevedo

Dilma tem esperança de ir para o segundo turno com Aecio - Achando ser ele mais fácil de ser abatido.




 A rápida queda de Marina Silva (PSB) nas pesquisas surpreendeu a campanha de Dilma Rousseff (PT), que voltou a ver possibilidade real de enfrentar Aécio Neves (PSDB) no segundo turno. Em almoço com a presença da presidente, petistas avaliaram ontem que o tucano, antes tido como carta fora do baralho, agora teria 30% de chances de chegar ao embate final. Marina ainda seria a favorita, com 70%. “É a eleição mais imprevisível da história”, resume uma dirigente do comitê dilmista.

Fazer contas Pesquisas encomendadas pelo PT sugerem que Marina e Aécio podem chegar ao fim de semana no limite do empate técnico. A dúvida é se o tucano crescerá com a velocidade necessária para uma virada.

Armar a tropa Por via das dúvidas, o PT já mandou desengavetar material que pode ser usado contra Aécio. No domingo, o site Muda Mais voltou a atacá-lo. “É bom para esquentar os punhos”, brinca um dilmista.

Abrir gavetas O mesmo conselheiro da presidente diz que não seria preciso recomeçar do zero caso Aécio surpreenda e vá ao segundo turno. “A gente começou a eleição preparado para isso. O adversário era ele”, explica.

Torresmo Dilma e aliados almoçaram em Belo Horizonte na casa do ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, que coordena sua campanha em Minas. Ela estava animada com a repercussão dos ataques a Marina sobre a CPMF.

Fé na máquina Os tucanos dobraram a aposta nos palanques estaduais e na estrutura do partido para ultrapassar Marina na reta final.
 “A velha política pode nos salvar”, brinca um aecista.


Com informações da Folha de S. Paulo

28 de setembro de 2014

Nacionalistas derrubam estátua de Lênin em cidade do leste da Ucrânia



SÃO PAULO, SP - Nacionalistas ucranianos derrubaram uma estátua do líder comunista russo Vladimir Lênin (1870-1924) no centro de Kharkov, segunda maior cidade da Ucrânia, neste domingo (28). A ação teve o apoio das autoridades locais, segundo a rede britânica BBC. O grupo de manifestantes se reuniu no entorno da estátua para o ato "Kharkov é Ucrânia", numa referência à crise instalada no leste do país desde a queda do presidente pró-Rússia, Viktor Yanukovich, em fevereiro, e a ação de rebeldes separatistas nas cidades de Donetsk e Lugansk. O ministro do Interior ucraniano, Arsen Avakov, escreveu na sua conta no Facebook que dera ordens à polícia para garantir apenas a segurança das pessoas, "não do símbolo". "Lênin? Deixe que ele caia...", escreveu. "Desde que as pessoas não fiquem machucadas. Desde que esse líder comunista sanguinário não faça mais vítimas quando ele cair." Apesar da ordem do ministro, a mídia ucraniana reportou que a polícia iniciou uma investigação de vandalismo. Um manifestante teria ficado ferido na cabeça após a queda da estátua.

- Leia a matéria completa em: http://tnonline.com.br/noticias/geral/58,295155,28,09,nacionalistas-derrubam-estatua-de-lenin-em-cidade-do-leste-da-ucrania.shtml
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27 de setembro de 2014

Agora é oficial: Malafaia é 100% Marina

247 – Antes apoiador do candidato Pastor Everaldo (PSC) para presidente, o líder evangélico Silas Malafaia declarou nesta quinta-feira 25, em um tuitaço, sua mudança de voto no primeiro turno para Marina Silva, do PSB. O pastor da Assembleia de Deus, mesma igreja que a candidata frequenta, dizia que votaria em Everaldo, que tem 1% das intenções de voto, de acordo com as pesquisas eleitorais, na primeira etapa, e em Marina, caso fosse para o segundo turno da disputa ao Planalto.
Hoje, no movimento do Twitter que divulgou a hashtag #MARINAresistentevaiserPRESIDENTE, Malafaia fez críticas à presidente Dilma Rousseff e ao PT entre as 40 mensagens que divulgou com o termo. "Lula, Dilma e Aécio não conseguiram desconstruir a Marina. Ela vai para o 2º turno", escreveu. "O PT está em pânico. Não conseguiram detonar a Marina. Segura aí", atacou ainda o pastor.
Em outras mensagens de defesa a Marina Silva, Malafaia disse que "esta bandidagem que está acabando com o Brasil, em nome de Jesus, está com os dias contados". "Dilma e Aécio possuem quase 16 min contra 2 min de Marina. Empate técnico no 2º turno só pode dar", postou. "Depois de todo o massacre que sofreu nos últimos dias, Marina se mantém estável nas pesquisas. CONCLUSÃO: #MARINAresistentevaiserPRESIDENTE", apoiou.
Ele também retrucou o discurso do PT e do PSDB de que Marina recebe o apoio dos banqueiros. "Vejam quem são amigos dos banqueiros. Lucros dos bancos no gov FHC 31 bi gov Lula e Dilma, perto de 200 bi", tuitou o pastor. Ele também escreveu que "não adianta chorar ou espernear" ao voltar a dizer que Marina sairá vitoriosa. E apelou para que o internauta "pare para pensar: Se com 2 min Marina vai para o 2º turno, imagine no 2º turno que o tempo é igual".


Fonte

Antigo aliado do PT, bispo Edir Macedo muda de lado e publica severas críticas ao governo Dilma



A dez dias das eleições presidenciais, o bispo Edir Macedo publicou um artigo em seu site com críticas indiretas ao governo do PT e com um chamado a seus fiéis para lutarem por um país mais justo.
O texto resume a história de Neemias como líder em Israel e a façanha de reconstruir os muros e portas de Jerusalém em 52 dias, após décadas de abandono e exílio do povo hebreu.
Escrito pela colaboradora Núbia Siqueira, o artigo usa a história bíblica do Velho Testamento para traçar um paralelo com o atual cenário político e social brasileiro, e instiga os fiéis a protestarem nas urnas contra os desmandos que são noticiados diariamente.
“Imensidões de terras nas mãos de latifundiários que as tornam improdutivas, enquanto pequenos agricultores sonham ter um pedacinho de chão para plantar. Temos o segundo maior rebanho bovino do mundo, e milhões de pessoas passam fome. Temos a maior bacia hidrográfica do mundo na Região Norte, e entre sua população milhares de moradores sem água potável. Essa mesma região tem o maior tesouro do mundo, a Floresta Amazônica, mas a perde aos poucos para os predadores internacionais. Nosso índice de analfabetismo está entre os maiores do mundo, e alguns que são contados como alfabetizados têm dificuldade para interpretar um simples texto, tamanha é a incompetência da educação oferecida. Vemos o caos instalado no sistema de saúde pública, onde os doentes são tratados como lixo. As cidades, com taxa de criminalidade altíssima, têm os seus piores crimes cometidos principalmente por jovens. Além disso, o consumo de drogas está entre os mais elevados do mundo. Sem falar no sistema judiciário moroso e desforme devido a leis caducas”, diz o texto publicado por Macedo.
Embora não fale diretamente contra o PT, os fatores acima são fonte das principais críticas feitas pela sociedade como um todo contra o atual governo, e responsável pela ânsia por mudança que a população demonstra. Historicamente, Edir Macedo é um dos principais aliados do Partido dos Trabalhadores dentre os líderes religiosos do país, e o fato de publicar um texto que cobra mudança, embora não revele apoio político a nenhum dos adversários de Dilma Rousseff, mostra uma tomada de postura até então inesperada.
“O Brasil é um gigante em sua extensão e nas desigualdades também, de Norte a Sul. E nós, evangélicos, não podemos nos esconder orando e esperando que um milagre salve o País que moramos. É preciso mais! Na democracia temos a liberdade de escolher aqueles que terão o poder para mudar essa realidade. Mas você sabe reconhecer um bom líder? Liderança grande ou pequena, espiritual, política ou secular nunca pode ser desvinculada do seu caráter íntegro. Apenas qualificações intelectuais e profissionais não são suficientes. Escolha quem realmente tem princípios. Se buscarmos pelo alto padrão de Neemias, poderemos ter uma sociedade mais justa e com menos escândalos de corrupção para nos irritar. Seja cristão, mas também cidadão neste mundo, e bem informado. Não fuja da realidade nem de suas responsabilidades sociais”, sugere o texto.

Gosple Mais

25 de setembro de 2014

Sem citá-lo, Marina critica Lula e o associa à 'visão atrasada' da política

  • Leo Correa/AP
    Marina Silva joga basquete durante campanha no Rio de Janeiro
    Marina Silva joga basquete durante campanha no Rio de Janeiro
Em discurso a dezenas de lideranças comunitárias do Rio de Janeiro, a candidata à Presidência da República Marina Silva (PSB) criticou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem evitara se dirigir até agora. A ex-senadora ainda associou Lula ao que considera uma "visão atrasada" da política.

As declarações foram dadas durante visita à sede da ONG Cufa (Central Única de Favelas), em Madureira, no subúrbio carioca. Marina respondeu à declaração de Lula, dada semanas atrás, de que ela devia tudo o que tem ao PT.

"Tenho  56 anos, fui professora, senadora, vereadora, deputada, ministra, já fui até candidata a presidente, e dia desses ouvi uma pessoa dizer que tudo que eu sou eu devo ao partido, como se nada do meu esforço tivesse nenhum significado, inclusive o esforço de ajudar a criar esse partido. Eu digo: 'meu Deus, essa é a visão mais atrasada e velha da política'. Não se faz as coisas para as pessoas, se faz com as pessoas", disse Marina. 

A exemplo de Campos, Marina sempre evitou criticar Lula, centrando os ataques à Dilma Rousseff. Em entrevista à Folha de S.Paulo, a ex-ministra chorou ao lembrar as críticas feitas pelo ex-presidente.

No discurso, dirigido a uma parcela da sociedade que se beneficiou das políticas sociais ampliadas por Lula, Marina fez elogios à superação individual. Embora tenha elogiado políticas sociais do governo, criticou o que chamou de visão de "casa grande e da senzala" na qual se credita ao governo todas as conquistas populares.

"Não é correto o governo, qualquer governo, o meu --se Deus o povo brasileiro quiserem e eu for eleita--, o PSDB, o PT, quem quer que seja, se apropriar do esforço das pessoas e tantar passara a ideia de que tudo que você conquistou foi o governo que te deu, isso não educa nem ao governo, nem à sociedade. É a visão patrimonialista, da casa grande e da senzala.'

A ex-senadora lembrou os tempos de infância, em que vivia na pobreza no Acre, e relatou as dificuldades que teve de superar para se alfabetizar. Marina também fez elogios ao "empreendendorsmo social".

"Empreendendorismo social é para constranger o governo. Se eu for para o Palácio do Planalto, eu vou constrangida eticamente. Um constrangimento ético bom. Se com tão pouco vocês fizeram tanto, porque que com tanto, o governo faz o que é necessário?", disse.

Marina deixou a sede da Cufa sem dar entrevistas à imprensa, ao contrário do que estava previsto. É a segunda agenda seguida da candidta que ela evita os jornalistas. Ontem, em evento com lideranças sindicais em São Paulo, a ex-senadora também cancelou a entrevista coletiva que estava marcada.

Uol eleições.

Culto vira comício e igreja faz até "pesquisa eleitoral"

Pastor da Assembleia de Deus pede que fiéis repitam várias vezes nome do candidato Guilherme Sartori, sem dizer que ele disputa eleição; culto também tem santinho e enquete de intenção de voto


Pastor Samuel Ferreira, presidente da Assembleia de Deus do Brás
Foto: ADBrás / Reprodução
Já passa das 17h45, e o Culto da Família começa em mais um domingo na Assembleia de Deus do Brás - Ministério Madureira (ADBrás), na zona leste de São Paulo. Do lado de fora, muita gente ainda chegando: homens, mulheres, idosos, crianças. Depois de subir as escadas, já dentro do templo, uma obreira faz um sinal com a mão e diz: “Posso fazer uma pesquisa com você? Em quem você vai votar?”, pergunta, exibindo um formulário onde o fiel pode indicar suas escolhas para senador, deputado federal e deputado estadual. “É só para a gente saber como está o desempenho do pastor aqui da casa”, explica a mulher à reportagem.
O candidato a quem ela se refere é o pastor Cezinha (Cezar Freire), que concorre a uma vaga de deputado estadual pelo DEM. Dentro da igreja, os cerca de 5 mil assentos vão ficando ocupados. Nas cadeiras vazias, junto aos envelopes de “dízimo” e "oferta", os fiéis encontram uma espécie de cartão-postal do presidente da ADBrás, pastor Samuel Ferreira, sorridente ao lado de sua mulher, pastora Keila Ferreira. No verso, uma mensagem sobre “um momento muito importante, as eleições”: “O Cezar hoje é projeto de Deus e de nossa comunidade e precisamos dele na Assembleia Legislativa de São Paulo”, diz o texto, que continua com uma mensagem de “vote”, seguida do nome e do número do candidato.
Além de Cezinha, o santinho pede votos para o deputado federal Jorge Tadeu, também do DEM, que concorre à reeleição. “Apresento-lhe também nosso irmão Jorge Tadeu, para deputado federal. Com ele em Brasília teremos a certeza da defesa e luta pelos nossos ideais”. E então o fiel é informado sobre o número do candidato na urna, não sem antes receber uma nova mensagem do pastor Ferreira: “Peço a você que nos ajude agora com seu voto e sua influência junto aos seus familiares, amigos e conhecidos para conseguirmos mais votos” (veja reprodução do cartão no final da matéria).

A legislação eleitoral proíbe “a veiculação de propaganda de qualquer natureza” em “bens de uso comum” (estádios de futebol, bares, restaurantes, cinemas e igrejas, por exemplo), e o desrespeito à lei pode gerar multa de R$ 2 mil a R$ 8 mil. Para especialistas em direito eleitoral, o material assinado pelo pastor Ferreira configura propaganda irregular.

“O pastor não pode colocar a igreja a serviço da campanha eleitoral de ninguém. Quem está sujeito à multa, neste caso, é o pastor. Se ficar comprovado que os candidatos tinham conhecimento, todos devem pagar”, diz o advogado Arthur Rollo. “Além disso, vão para o inferno”, brinca.
Quanto à pesquisa de intenção de voto, o advogado Guilherme Gonçalves afirma que, como se trata de um “levantamento informal”, não há problema do ponto de vista legal. Já o advogado Arthur Rollo sustenta que a enquete é “uma forma de tutelar o voto do fiel”. “Não é o tipo de conduta saudável à democracia. É como se fizesse lavagem cerebral e quisesse ver se a lavagem cerebral está surtindo efeito”, afirma.
Comício velado
Por volta das 19h, o pastor Samuel Ferreira, que conduz o Culto da Família, diz aos fiéis que quer apresentar “um cara muito simpático, de uma família tradicional, filho de um desembargador do Tribunal de Justiça, que ajuda a igreja em momentos de dificuldade”, e então convida Guilherme Sartori para se juntar a ele. O jovem se levanta de uma cadeira no próprio palco, onde estava sentado com a noiva e a mãe, e ouve com atenção tudo de bom que o pastor tem a dizer a respeito dele e de sua família.
Feito o discurso, o pastor pede para que os presentes agradeçam e orem pela família do desembargador e convida os fiéis a repetirem “Família Sartori”. Depois, conclama o rebanho a gritar em uníssono: “Guilherme Sartori”. Obedientes, os fiéis repetem o nome de Guilherme várias vezes, com os braços erguidos. 
“Quem é esse rapaz?”, pergunta a reportagem para uma fiel que repetia o nome de Sartori. “Não sei direito. Filho de juiz, né?” Em um acesso rápido ao Google, a explicação: Guilherme Sartori é candidato a deputado federal pelo PTB.
Em nenhum momento o pastor Ferreira ou o próprio Sartori contaram aos fiéis que quem estava ali era um candidato. Depois de ser apresentado pelo pastor, Sartori afirma, em discurso, que se coloca à disposição da igreja e dos fiéis porque "quando a gente está na Justiça a gente ajuda a família brasileira" (veja vídeo).
Depois de ser apresentado por pastor e ter nome repetido por fiéis, candidato discursa em culto, mas não diz que disputa eleiçãoClique no link para iniciar o vídeo
Depois de ser apresentado por pastor e ter nome repetido por fiéis, candidato discursa em culto, mas não diz que disputa eleição
Dias depois, em entrevista por telefone, Sartori disse que ver os fiéis repetindo seu nome não lhe causa constrangimento algum. “Constrangimento por quê? Ele (pastor) é meu amigo, fui apresentado como amigo. Sou uma pessoa boa, que quer ajudar as pessoas, ajudar o País. Não tem constrangimento nenhum”, declara. “Não pedi voto, não fiz panfletagem. Isso é antiético, não se pode fazer isso (na igreja)”, continua, para então admitir o objetivo eleitoreiro da visita. “Como eu sou jovem, tenho que ir (ao culto) para fazer o meu nome ser conhecido. A gente é muito ético. Fica difícil concorrer com esses candidatos que têm muito dinheiro", encerra Sartori.
Para o advogado Guilherme Gonçalves, o episódio em que o pastor convida os fiéis a repetirem o nome do candidato em uma espécie de mensagem subliminar pode ser interpretado como propaganda eleitoral irregular. “É uma estratégia para fixar o nome do candidato, é uma forma de propaganda”, diz o advogado. Já Arthur Rollo entende que “não é vedado, mas antiético”. “É um fato atípico, porque não tem material. Mas é claro que fazem isso com o objetivo de conseguir votos. Então não configura ilícito do ponto de vista eleitoral, mas, do ponto de vista ético, é absolutamente condenável. E do ponto de vista religioso também”, conclui.
Bancada evangélica
O voto evangélico é cobiçado. De acordo com o último Censo, divulgado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 42,3 milhões de brasileiros se dizem evangélicos, o que representa 22,2% da população. O percentual de adeptos às religiões evangélicas foi, por sinal, o que mais cresceu: de 15,4% em 2000, para 22,2% em 2010. Em contrapartida, o percentual de católicos caiu de 73,6% para 64,6%.
Ao mesmo tempo em que cresce o número de evangélicos, cresce também o número de representantes dessa parcela do eleitorado no Congresso Nacional. No pleito de 2010, a bancada evangélica passou de 47 para 74 parlamentares (71 deputados e 3 senadores), segundo dados do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).
Para a próxima legislatura, a Frente Parlamentar Evangélica da Câmara espera chegar a, no mínimo, 90 deputados, de acordo com estimativa do deputado João Campos (PSDB-GO), vice-presidente da Frente. Campos, que concorre à reeleição, é pastor da Assembleia de Deus - Ministério Vila Nova, de Goiânia, e autor do projeto que ficou conhecido como "cura gay". Também são fiéis da Assembleia de Deus o deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e os presidenciáveis pastor Everaldo (PSC) e Marina Silva (PSB), além do pastor Silas Malafaia.
Para o sociólogo Francisco Borba Ribeiro Neto, coordenador do Núcleo de Fé e Cultura da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o fundamentalismo da bancada evangélica é algo que cresce na medida em que crescem as divergências culturais na sociedade. “Quanto mais essa população se sente à margem do debate político e cultural, maior é a tendência da bancada em se fechar em questões fundamentalistas, o que dificulta o diálogo”, afirma. 
Outro lado
Procurados, a Assembleia de Deus e o candidato pastor Cezinha não respoderam à reportagem. Já a assessoria de Jorge Tadeu informou que o deputado "desconhece qualquer prática de propaganda eleitoral irregular em sua campanha", mas que "tomará as providências cabíveis" caso encontre alguma irregularidade.
Terra Terra


Segue abaixo um desabafo de uma irmão que congrega na Igreja citada acima.

Seguinte, queria saber de vocês, como estamos em época de eleição, querer mostrar esse link abaixo, sobre a Ad Brás e sua estratégia de colocar um membro da Igreja lá em Brasília para defender os ideais da instituição, Igreja que na qual congrego, porém não comungo mais com grande parte de suas ideologias. É uma Igreja que amo muito, porém está caminhando para um liberalismo sem limites. Esse link fala da estratégia de como angariar votos:Além dessa matéria queria denunciar como essa estratégia é gigantesca, porém prefiro que não apareça o meu nome porque na última reunião extraordinária da convenção da AD, a Igreja tem o poder de excluir o membro que, através das redes sociais, denegrir o nome ou a marca da Igreja. Bem, estou denunciando a instituição por fazer algo que é proibido pelo nosso Estado Laico, mas onde congrego é um campo missionário vamos assim dizer, pra gente falar do Evangelho reformado.

Além dessa matéria, em nossas Igrejas-membros da AdBrás, o pastor a todo o momento pede pra gente fazer 25000 orações, que é o chavão para eleger o candidato da Igreja que e o Pr. Cezinha, que não tenho nada contra a pessoa dele, mas como a organização da Igreja tenha feito de modo incisivo para que os membros votem nesse candidato.

Além dessa matéria excelente que o Terra fez, como membro tenho outras informações acerca:

1. Propaganda: Em nossa Igreja tem guardado os cavaletes com a propaganda eleitoral desse candidato, exposto na porta da Igreja em dias de culto, até aí não pego muito no pé, mas acho cara-de-pau fazer isso a todo o momento dando a entender que o povo todo da nossa Igreja vá votar nele.

2. Propósito do candidato: O nosso pastor (que é amigo íntimo do candidato, vou tentar lembrar o máximo que ele disse) disse que ele precisa ser eleito para que a Igreja tenha voz no plenário, para que as Igrejas não sejam fechadas pelo poder público, sim, eu ouvi ele far isso, aí ele exemplificou de um problema que houve numa Igreja no RJ, que seria derrubada e se não fosse um vereador da Universal que fez deitar mais de 150 pessoas no chão da Igreja impediria que os tratores não ultrapassassem para derribar e algo do tipo, mas só que no site do Pr. Cezinha não existe nada disso em suas propostas de governo (http://pastorcezinha.com.br/ clica em propostas), o que corresponde de que maneira omissa o candidato vai defender seus interesses da Igreja.

3. Comícios regionais dentro do culto: Uma vez por ano a AdBrás promove de tempos em tempos as convenções regionais, no qual eu participei desse último de nossa região, alegando de que o Rev. Samuel Ferreira iria aparecer para pregar, eles falam muito isso, por que o Samuel é idolatrado dentro da Igreja, dentro da sala do pastor da nossa Igreja tem uma foto dele, pra vc ter uma ideia. Como sempre, ele nunca apareceu, mas adivinha quem apareceu? O candidato Pr. Cezinha, e o orador do "culto" falou mais de 30 minutos do porque esse candidato e o outro a Dep. Estadua Jorge Tadeu também fez sala lá tbm, e isso aconteceu em grande parte dessas regionais.

4. Dizeres subliminares para colocar na cabeça do povo que precisa votar no número 25000, falando de que a Igreja precisa de 25000 orações, 25000 outras coisas e por aí vai.

Não sei se vai ter visibilidade, se vai abrir o olho do povo, se vou ser descoberto ou expulso, mas busco que a Igreja cumpra sim o seu papel em todas as áreas da sociedade a fim de promover o Reino, mas não desse jeito que estão fazendo. Caso queiram publicar esse texto e quiser reformular pra que ela seja mais "entendível" e mais enxuta, fiquem à vontade.

Grato pela atenção, fiquem com Deus.

Marina defende política econômica sem aventura e sem desperdícios

Candidata do PSB quer órgão para verificar gasto e dar transparência fiscal.
No Bom Dia Brasil, ela falou de subsídios, agronegócio e negou fragilidade

 

A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, afirmou que, para a economia brasileira voltar a crescer com baixa inflação, é necessário um governo que não vá se "aventurar" na política econômica e corte gastos que geram "desperdício" de recursos públicos. Só assim o país teria credibilidade para atrair investimentos, disse a candidata em entrevista realizada nesta quarta e exibida nesta quinta-feira (25) no Bom Dia Brasil.
(Veja a íntegra e leia a transcrição da entrevista de Marina Silva ao Bom Dia Brasil)
"Nós vamos fazer com que o Brasil volte a crescer. Uma boa parte do capital que o Brasil precisa não é tangível, é intangível. É confiança, credibilidade, respeito a contrato, criar um ambiente que favoreça os investidores a voltar a investir no Brasil. Isso só será possível com um governo que tenha legitimidade e que, de antemão, estabeleça o seguinte: nós não vamos nos aventurar em política econômica, não vamos inventar a roda", afirmou Marina.
BDBR - Marina Silva BDBR (Foto: Rede Globo)A candidata Marina Silva deu entrevista ao Bom Dia
Brasil (Foto: Rede Globo)
A candidata disse que a política econômica vinha dando certo desde o governo de Itamar Franco, passando pelas gestões de Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, mas foi interrompida por Dilma Rousseff, que, segundo ela, "se aventurou". "Agora nós temos o nosso país com baixa credibilidade, pouco investimento, juros altos que favorecem o baixo investimento".
Marina disse ter compromisso com o chamado "tripé econômico", receita criada na década de 90 que combina responsabilidade fiscal, câmbio flutuante e regime de metas de inflação. Ela também propôs a criação de um "conselho de responsabilidade fiscal", novo órgão que teria independência para verificar as contas do governo e dar mais transparência aos gastos públicos, de modo a evitar a "ineficiência" e o "desperdício".
"Nós temos um compromisso de que nós não vamos elevar o gasto público acima do crescimento do PIB e o conselho de responsabilidade fiscal tem que fazer com que o governo dê conta dos investimentos estratégicos na área social e, ao mesmo tempo, não vá pelo caminho da ineficiência, que é o que acontece hoje. Hoje o governo gasta de forma ineficiente. Você tem projetos que começam com R$ 6 bilhões, vão sendo reajustados para 10, 20, 30... E, se nós tivéssemos um conselho de responsabilidade fiscal, o governo seria cobrado para evitar este tipo de desperdício", afirmou.
Hoje o Tribunal de Contas da União já é responsável por fiscalizar os gastos do governo. Segundo Marina, o papel do conselho vai ser complementar ao do TCU, para evitar o que ela chamou de "contas criativas" do governo e gastos desnecessário. "Existe o Tribunal de Contas, mas nós não temos outros conselhos que nos ajudem em relação a dar eficiência às ações do governo. Nesse caso, nós já estamos com as contas que são criativas, que são maquiadas, que o céu é o limite", concluiu a candidata.
Questionada sobre a inflação, Marina disse que manterá a meta em 4,5% ao ano, e não uma diminuição deste patamar, como havia proposto Eduardo Campos, que era o candidato do PSB até agosto, quando morreu num acidente aéreo. Indagada sobre o que faria com os preços regulados pelo governo, como energia e gasolina, a candidata disse que Dilma deveria resolver a questão.
Segundo ela, a presidente está “manipulando os preços administrados para ter bons resultados no que concerne a inflação – e mesmo assim ela está alta – para ganhar dividendos políticos”.
Terceirização
A candidata do PSB também falou que, se for eleita, irá buscar meios para regulamentar o trabalho de funcionários terceirizados no Brasil. Marina defendeu durante a entrevista que esta medida seria um meio para reduzir o número de trabalhadores informais no país. Segundo ela, atualmente, há cerca de 20 milhões de brasileiros que "estão na informalidade".
A proposta de Marina apresentada no Bom Dia Brasil se baseia na regulamentação das chamadas atividades meio, aquelas que não têm relação direta com a atividade principal das empresas, mas que desempenham importante papel no funcionamento delas.
Um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional, que pretende regulamentar a terceirização, tem vários pontos polêmicos, que geraram divergências entre patrões e empregados e levaram sindicalistas a protestar em frente ao prédio Legislativo no ano passado. Um dos trechos polêmicos é a discussão sobre se a terceirização deve ser autorizada para todas as atividades das empresas ou se apenas para trabalhos secundários, as chamadas atividade-meio.
Outro ponto que tem sofrido críticas, inclusive do Ministério Público do Trabalho, é o que define se a responsabilidade da empresa contratante em relação às obrigações trabalhistas deve ser solidária ou subsidiária.
"No governo do Fernando Henrique, ele fez o processo de terceirização para as atividades meio, o governo do PT manteve. Existe uma lei que faz essa regulamentação, mas nem todos os trabalhadores têm os seus direitos assegurados. E nem todas as empresas se sentem seguras com a forma como esse processo foi estabelecido", disse Marina ao Bom Dia Brasil.
Para ela, a eventual atualização das regras dos trabalhadores terceirizados buscaria "manter os direitos já conquistados e ampliar aqueles que os trabalhadores ainda precisam conquistar". Marina foi enfática ao afirmar que a atualização se daria apenas para as atividades meio que, segundo ela, ainda não dá "segurança jurídica" aos empregados e aos empregadores, diferentemente do que propõe o texto em tramitação no parlamento.
Ao ser questionada sobre se pretende mexer nas regras da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), Marina Silva disse que não fará reformas na legislação trabalhista, mas apenas tentará buscar uma "atualização" para que direitos possam "ser criados".
"Nós achamos que há um processo complexo em relação a CLT e que se você vai mexer em tudo isso cria um problema de insegurança para os tralhadores que a duras penas conquistaram esse direito. Nós não vamos mexer na CLT", enfatizou.
"Nós queremos fazer uma atualização para que direitos possam ser criados e para que aqueles aspectos que ainda não estão sendo cumpridos adequadamente possam ser cumpridos", concluiu Marina.
Subsídios e bancos públicos
Marina foi questionada sobre o papel que os bancos públicos – BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – teriam seu governo. Ela disse que eles continuarão com finalidade social, para por exemplo financiar a agricultura e o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, negando que vá enfraquecê-los.
"O que enfraquece os bancos é pegar o dinheiro do BNDES e dar para meia dúzia de empresários; uma parte deles falida, alguns que deram, enfim, um sumiço em bilhões de reais do nosso dinheiro... Esses sim, nós vamos parar com o mau uso".
Antes, Marina também foi indagada se manteria os incentivos para setores da indústria, com redução de tributos. Ela disse que vai “qualificar” essa ajuda, de modo que o governo exija "contrapartidas" dos beneficiários.
"Há necessidade de incentivos para que a indústria e o emprego possam ser protegidos. Isso aconteceu em 2008 naquele momento de fragilidade. O problema é que a continuação do remédio mesmo quando o paciente já deveria ir se preparando para ter autonomia cria situação de dependência", afirmou.
Ela disse que vai enviar, no primeiro mês de governo, uma proposta de reforma tributária que busque justiça, transparência e simplificação no pagamento. Na questão trabalhista, disse que não vai eliminar direitos e benefícios, mas que vai ampliar a formalidade no mercado de trabalho.

  Agronegócio e transgênicos

A candidata também foi questionada se tenderia a ficar ao lado de ambientalistas em detrimento da infraestrutura ou do agronegócio. Ela respondeu que as áreas não são “incompatíveis” e disse que conflitos podem ser “manejados”. “Não há esse dilema para produzir e proteger, as duas coisas são inteiramente possíveis”, disse, ao defender maior produtividade em áreas menores.
“O problema do agronegócio não é proteção do meio ambiente, não são índios e quilombolas. É a falta de infraestrutura, de hidrovias, de ferrovias, de termos estradas adequadas para o transporte, armazenagem e portos”. Ela rebateu críticas por “travar licenciamentos ambientais”, dizendo que, em sua gestão como ministra do Meio Ambiente, foram feitas aquelas “mais complexas”.
Na questão dos grãos transgênicos, Marina disse que sempre defendeu um “modelo de coexistência”, com culturas modificadas geneticamente e naturais.
Fragilidade
Marina também comentou sobre o fato de ter chorado ao falar sobre Lula após uma recente entrevista. Ela negou tratar-se de fragilidade e sim que é uma pessoa “sensível”. Atribuiu o episódio ao “pesar” de suas filhas, que se vestiam de vermelho quando crianças por simpatia ao PT e que agora não têm mais orgulho do partido.
“Ter enfrentado cinco malárias, três hepatites, uma leishmaniose, perder a mãe aos 14 anos, ter sido alfabetizada aos 16 anos,  ter passado o que eu passei, vir me dizer que isso é fragilidade e não me pedir para não ter emoções, sinceramente... Já vi tantos líderes chorando e não é por isso que são mais fracos ou menos fracos”, disse, lembrando do próprio Lula, que “caiu no choro” quando tomou posse na Presidência.
“Eu sou uma pessoa sensível, mas não se pode confundir sensibilidade com fraqueza. As pessoas que não se deixam emocionar, essas sim podem ser muito fracas”, completou.

Vejam os videos no G1

24 de setembro de 2014

ISIS lança transmissão de áudio convocando todos os muçulmanos ao redor do mundo para iniciar assassinatos de não-muçulmanos

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Sheikh Abu Mohammad al-Adnani
por, CBC News | h / t Billy Welch
Em uma gravação de áudio distribuída amplamente em mídias sociais no domingo, o grupo extremista islâmico ISIS exortou os muçulmanos em todo o mundo para lançar ataques contra civis em países membros da coalizão liderada pelos Estados Unidos se opôs a sua propagação violenta através de áreas da Síria e do Iraque.
Transmissão de áudio (em árabe) e tradução (em inglês) aqui:




Vídeo cedido por: All Eyes On ISIS No longo discurso de quase 42 minutos de propaganda enviados para o Twitter, o porta-voz do ISIS, Abu Muhammad al-Adnani, encoraja os muçulmanos a matar os “infiéis” em países, incluindo Canadá, que apoiam a ação militar norte-americana e francesa, contra o grupo no Iraque, “de todas as formas possíveis”. “Se você pode matar um descrente americano ou europeu – especialmente a rancoroso e imundo francês – ou um australiano ou canadense, ou qualquer outro descrente dos descrentes em guerra, incluindo os cidadãos dos países que entraram em uma coalizão contra o Estado Islâmico… faça-o de toda maneira que puder”, disse Adnani. Ameaças feitas na gravação de áudio da ISIS tem feito em outros lançamentos de propaganda, inclusive durante os terríveis vídeos decapitação de dois jornalistas norte-americanos, James Foley e Stephen Sotloff e o trabalhador humanitário britânico David Haines. Adnani culpou os aliados ocidentais por instigar uma guerra contra o grupo terrorista, e disse que as incursões aéreas em curso contra as posições ISIS no Iraque será “o final da campanha dos cruzados.” Ao contrário de outras organizações terroristas como a al-Qaeda, o ISIS estabeleceu uma ampla presença nas redes sociais, através de vídeos altamente produzidos e gravações de áudio em um esforço para recrutar novos combatentes do exterior e intimidar aqueles que se opõem à sua agenda assassina. – – - Nota de rodapé Editorial: Se por acaso o YouTube retirar o áudio transmitido acima, ele pode ser encontrado aqui no Al-Furqan Fonte: http://www.cbc.ca/news/world/isis-audio-urges-muslims-everywhere-to-kill-unbelievers-1.2773636 Tradução: Emerson de Oliveira

Logos apologética Cristã 

22 de setembro de 2014

Dilma diz que mudança na economia brasileira depende dos EUA

Candidata do PT concedeu entrevista gravada ao 'Bom dia Brasil'.

Para ela, Paulo Roberto Costa tinha 'credenciais' para atuar na Petrobras.

Do G1, em Brasília
 A presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, afirmou, em entrevista gravada no domingo e transmitida nesta segunda-feira (22) pelo “Bom dia Brasil”, que a política econômica atual está na “defensiva” por causa da crise financeira internacional e que qualquer mudança dependerá de uma melhora na economia dos Estados Unidos. Ela também disse que o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto, preso pela Polícia Federal por suspeita de corrupção na estatal, tinha "credencias" para ocupar o cargo. Dilma comentou ainda sobre autonomia do banco Central e o desempenho da educação no país.
(Veja a íntegra da entrevista e leia a transcrição da entrevista em "Bom Dia Brasil entrevista Dilma Rousseff".)
“A gente tem de ver como que evolui a crise [...] Os Estados Unidos evoluindo bem, eu acho que o Brasil pode entrar numa outra fase, que precise de menos estímulos. Pode ficar entregue à dinâmica natural da economia e pode, perfeitamente, passar por uma retomada”, afirmou aos jornalistas Miriam Leitão, Chico Pinheiro e Ana Paula Araújo.
Segundo a presidente, apenas com a recuperação econômica de outros países será possível adotar, no Brasil, uma política econômica “ofensiva”. “Estamos numa situação em que o Brasil está na defensiva em relação à crise internacional. Protegendo emprego, salário e investimento. Essas três variáveis. Por quê? Porque vamos apostar numa retomada. Na retomada você muda a política econômica de defensiva para ofensiva.”
Dilma foi, então, questionada sobre o fato de o Brasil estar crescendo menos que outros países da América Latina, como o Chile e a Colômbia. A presidente respondeu dizendo que alguns países vizinhos estão "em situação difícil". "O nosso maior importador aqui na região, que é a Argentina, está numa situação bem problemática. 80% dos nossos manufaturados vão para lá", afirmou.
A presidente destacou ainda que há uma "crise gravíssima" de desemprego no mundo, afetando, sobretudo, os jovens. A jornalista Miriam Leitão lembrou que a taxa de desemprego de jovens no Brasil está em 13,7%. Dilma disse que a taxa média de desemprego no Brasil alcançou, em seu governo, 4,9%. "Nós temos na PNE a menor taxa de desemprego de toda série histórica, de 4,9%.  Ninguém tem, no mundo, taxa de 4,9%", disse.
Banco Central
Na entrevista, Dilma criticou a proposta da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, de dar independência ao Banco Central. Segundo ela, isso significaria criar um “quarto poder” no Brasil. Propaganda eleitoral da coligação de Dilma, veiculada em cadeia nacional de televisão, critica fortemente o trecho do programa de governo de Marina que pretende garantir autonomia, por lei, ao BC. No vídeo, o locutor diz que a candidata quer, com isso, dar "poder aos banqueiros" , inclusive para decidir sobre o "emprego e salários" da população.
Perguntada pelos entrevistadores se esse tipo de peça publicitária não teria o intuito de “gerar medo” nos eleitores em vez de debater propostas, Dilma disse estar apenas “alertando” a população para os efeitos das propostas da adversária.
“Tudo o que eu falo está no programa da candidata. A candidata diz: vou tornar o Banco Central independente. Ora, Banco Central independente nos termos do Brasil é colocar um quarto poder na Praça dos Três Poderes. Aí vai chamar Praça dos Quatro Poderes. Está escrito isso. Mas não é só isso. Ela diz que vai reduzir o papel dos bancos públicos”, afirmou a presidente.
Na entrevista, a jornalista Miriam Leitão lembrou a Dilma que países como Chile e Reino Unido colocaram em prática a proposta de um Banco Central independente e os resultados foram positivos. A presidente, então, disse que o BC no Brasil tem o papel de perseguir “única e exclusivamente controle de inflação”.
Miriam Leitão destacou que esse controle não tem sido eficiente, já que a inflação hoje está perto de ultrapassar o teto da meta. “O seu Banco Central não tem conseguido [controlar a inflação]”, disse. “Nem eles [Estados Unidos]”, respondeu Dilma.
A jornalista questionou a afirmação da presidente apresentando dados. “Eles estão com inflação de menos de 2%”, disse. A presidente respondeu dizendo que a “deflação” é também “preocupante”. Miriam Leitão ressaltou que não se trata de “deflação”, já que não os Estados Unidos não estão vivenciando inflação negativa, mas sim inflação em torno de 2%.
Dilma ponderou que todos os países têm dificuldade em alcançar o centro das metas de controle de preços. “Hoje, no mundo, ninguém está conseguindo cumprir todas as metas no ponto. Oscila. Lá também oscila”, afirmou.
Petrobras
A presidente também falou, na entrevista, sobe as denúncias de um esquema de propina em contratos de empresas com a Petrobras. Dilma disse que irregularidades estão sendo descobertas porque o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu “mecanismos de autonomia” à Polícia Federal.
Segundo ela, antes do governo Lula “a Polícia Federal não saia investigando o que lhe passasse pela cabeça”. “Fomos nós que descobrimos [o esquema na Petrobras]. Foi a Polícia Federal, ligada ao ministério da Justiça. A Polícia Federal integra o meu governo. É um órgão do governo”, disse.
A presidente também foi questionada sobre a indicação de Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento da Petrobras, o que ocorreu no governo do ex-presidente Lula. O ex-diretor da estatal está preso em Curitiba (PR) por suspeita de participar do esquema e aceitou fazer a chamada delação premiada em troca de redução da pena.
Dilma afirmou que Costa foi indicado para a diretoria porque reunia os requisitos para o cargo. “O senhor Paulo Roberto tinha credenciais para ser escolhido diretor. A descoberta que ele fez isso é uma surpresa, porque eu, como quase todos os brasileiros, acredito que os funcionários da Petrobras, de carreira, são pessoas testadas, investigadas.”
Educação
A presidente também foi questionada pelos jornalistas sobre o fato de o Brasil não ter cumprido as metas educacionais fixadas pelo Ministério da Educação para o final do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e  ensino médio, de acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Dilma ressaltou melhorias nos primeiros anos do ensino fundamental, mas reconheceu que o resultado para os anos posteriores de ensino ficou aquém do esperado.
“No Ideb melhorou bastante os anos iniciais, do primeiro ao quinto. Cumprimos direitinho a meta e nos superamos. Os anos finais do ensino fundamental e ensino médio não estão bons. Não conseguimos entrar na meta. Nos dois últimos anos do fundamental nos aproximamos. No ensino médio, não nos aproximamos”, disse. Para reverter a situação, ela propôs uma reforma no ensino médio, com alteração das matérias hoje ministradas aos alunos.
Nota do Bom Dia Brasil
Após a gravação da entrevista, o Bom Dia Brasil esclareceu dúvidas sobre números levantados pela candidata Dilma Rousseff. Como afirmou Miriam Leitão, a taxa de crescimento projetada para a Alemanha neste ano, segundo a OCDE, é de 1,5% por cento. A presidente Dilma se referiu ao crescimento naquele país no segundo trimestre deste ano, comparado ao segundo trimestre do ano passado, que é de 0,8%. É  um outro conceito, mas o dado também está correto.
Sobre o desemprego entre jovens de 18 a 24 anos, a taxa é mesmo de 13,7%, segundo a Pnad, tal como afirmou Miriam. Ou seja, 13,7% dos jovens nessa faixa etária que procuraram emprego não encontraram. A taxa, como afirmou Miriam, não registra aqueles que estudam e não procuraram trabalho.


Assistam os videos no G1

HISTÓRIA DO PENTECOSTALISMO MODERNO - AS TRÊS ONDAS




pentecostalismo teve 3 ondas (até agora), cada uma delas se distanciando mais da verdade:

A primeira onda – Pentecostalismo Clássico. Teve início em 1901, quando a sra. Agnes Ozman, 
nos Estados Unidos, disse ter recebido o batismo do Espírito Santo e falado línguas.
 A prática foi incorporada ao movimento Holiness. Um outro evento mais conhecido deu-se em 
1906, quando se relatou o falar em línguas em uma igreja na rua Azusa (Azusa Street Mission), 
estado da Califórnia. Desses dois eventos procede a maioria das igrejas pentecostais históricas,
 como a Assembleia de Deus e a Igreja do Evangelho Quadrangular.

A segunda onda – Pentecostalismo recente ou Renovação Carismática. Semelhantemente ao
 movimento pentecostal anterior, enfatizou os “dons extraordinários”, com grande ênfase ao 
“dom de línguas”. A grande diferença é que as linhas denominacionais foram quebradas e a
 visão doutrinária pentecostal atingiu várias igrejas. O ano de 1960 marca o início desta 
onda, em uma igreja Episcopal da Califórnia, na qual se observou o falar em línguas.
 A própria imprensa secular deu destaque ao acontecimento. O movimento, nos Estados 
Unidos, se espalhou pelas universidades, entre organizações para-eclesiásticas, tais como
a ABU. Além de atingir denominações tradicionais, como luteranos, presbiterianos e
 metodistas, penetrou nos católico-romanos, partindo da universidade de Notre Dame,
 formando o movimento dos “católicos carismáticos”, que perdura até hoje.
 A maior característica desse período foi a determinação dos persuadidos pelos
 ensinamentos pentecostais, a permanecerem nas denominações de origem, “renovando-as”.

A terceira onda – O movimento de sinais e maravilhas – o Neopentecostalismo. A designação
 “terceira onda” foi cunhada por Peter Wagner, em 1983, um dos proponentes do movimento 
de crescimento de igrejas. Ele escreveu que as duas primeiras ondas continuavam, mas agora 
o Espírito estaria vindo em uma “terceira onda” com sinais e maravilhas. Temos aqui, também,
 o surgimento do movimento Vineyard, que conseguiu adeptos e transformou-se em uma 
denominação, propagando o que ficou conhecido como “evangelismo do poder” 
(power evangelism) – o evangelho é propagado e demonstrado por sinais e maravilhas 
sobrenaturais. O dom de línguas, neste estágio, recebeu uma ênfase menor do que o de “profecias”, 
curas e realização de efeitos especiais e sobrenaturais – muitas vezes sem razão ou conexão 
aparente – tais como: quedas, risos, urros, etc. – Outras características são a teologia da 
prosperidade e/ou as grosseiras aberrações usando algo FÍSICO que vem da superstição 
pagã e até do demonismo aberto (dentes de ouro; vômito / sopro / cola do Espírito; 
gargalhada de Toronto; latidos santos; água magnetizada; óleo de Israel; fogueira santa; 
amuletos, patuás e despachos; etc.). Tal teologia da prosperidade e grosseiras aberrações 
físicas comuns ao ocultismo são enfatizadas em mega-igrejas e mega-TELE-cultos 
(Hinn, Hagin, Macedo, Soares, Rodovalho, Milhomens, Castellano, etc.).

A mensagem central é:

“Faça/ dê/ use isto FÍSICO (que só NOSSA igreja pode lhe vender/ dar), depois
 ORDENE a Deus aos demônios e ao universo, e você vai instantânea e totalmente
 ter TUDO que quiser, quer seja na área financeira, profissional, de saúde, de casamento,
 espiritual, ou qualquer outra área.”

AS TRES ONDAS PENTECOSTAIS NO BRASIL

A Primeira Onda Pentecostal - No Brasil, o Movimento Pentecostal pode ser dividido 
em três ondas: começou em 1910 com a fundação da Congregação Cristã no Brasil e as
 Assembleias de Deus em 1911. Depois, da América, chega a Igreja de Cristo no Brasil
 (1932, Mossoró, RN) e entra em conflito com as outras duas por defender que o Batismo
 com o Espírito Santo dava-se no momento da conversão e não com a experiência posterior
 de falar em línguas. Em seguida, surgiu a Igreja Evangélica do Calvário Pentecostal
 (1935, Catalão, GO) que depois se funde com a Igreja de Deus de Cleveland, EUA, e se 
tornou a Igreja de Deus no Brasil. No ano seguinte surgiu a Igreja de Nosso Senhor
 Jesus Cristo (1936, São Paulo, SP) e, três anos depois, de origem americana, a Missão
 Evangélica Pentecostal do Brasil (1939, Manaus, AM). Novas denominações vão surgindo
 até 1950. A Primeira Onda Pentecostal, portanto, vai de 1910 a 1950.

A Segunda Onda Pentecostal: Começou em 1950 quando dois missionários da International
 Church of The Foursquare Gospel vieram ao Brasil e fundaram a Igreja do Evangelho 
Quadrangular (I.E.Q), construindo um pequeno templo (1951, São João da Boa Vista). 
Em 1952, a convite do pastor da Igreja Presbiteriana do Cambuci viajaram à capital de 
São Paulo e realizaram uma cruzada de evangelização e milagres. Em seguida, conseguiram
 uma tenda de lona no mesmo bairro e, através do rádio, revolucionaram o evangelismo 
pentecostal, com reuniões em tendas a que compareciam milhares de pessoas. Nascia assim 
a Cruzada Nacional de Evangelização, com a tenda número 1 percorrendo todas as cidades 
do estado de SP. Sempre que a tenda se mudava, deixava uma I.E.Q. no local. Desta Igreja 
surgiram muitas outras denominações como O Brasil para Cristo, a Igreja Pentecostal Deus
 é Amor, A Casa da Bênção, Igreja Cristã Pentecostal da Bíblia do Brasil, Igreja Pentecostal 
Unida do Brasil, Ministério Cristo Vive, Igreja Unida, Igreja de Nova Vida e diversas outras.
 A Segunda Onda Pentecostal vai de 1950 a 1970.

A Terceira Onda Pentecostal: Começou em 1970 e deu origem a um novo ciclo chamado de
 Neopentecostal (onde Neo quer dizer Novo), por serem mais liberais, pois a maior parte
das denominações pentecostais anteriores proibiam, inclusive, ouvir-se rádio ou assistir tv, 
e eram rígidas com relação a usos e costumes. De 1977 a 1992 surgiram as Igreja Universal
 do Reino de Deus, fundada pelo Bispo Edir Macedo (1977, Rio de Janeiro), a Igreja 
Internacional da Graça de Deus, fundada pelo Missionário R. R. Soares, (1980, Rio de Janeiro),
 a Comunidade Cristã Paz e Vida, fundada pelo Pr Juanribe Pagliarin (1982, São Paulo), 
Igreja Renascer em Cristo, fundada pelo Apóstolo Estevan Hernandes (1986, São Paulo),
Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, fundada pelo Bispo Robson Rodovalho
 (1992, Brasília) e Igreja Mundial do Poder de Deus, fundada pelo Apóstolo Valdemiro 
Santiago (1998, São Paulo). De um modo geral, os Neopentecostais utilizam intensamente 
a mídia eletrônica e aplicam métodos de moderna administração, bem como o uso de
marketing, planejamento estatístico, análise de resultados etc. O Neopentecostalismo 
é a vertente pentecostal que mais cresce no Brasil e, consequentemente, a mais influente. 
A Terceira Onda Pentecostal está em pleno movimento.

Quase todas as Neopentecostais surgiram por divergências. Ex.: a Universal surgiu por
 divergência entre Edir Macedo e o Pr McAlister, fundador da Igreja de Nova Vida. As
 Igrejas da Graça e Mundial por divergência de R.R. Soares e Valdemiro Santiago 
com Edir Macedo. A Sara Nossa Terra surgiu por divergência entre os Bispos Rodovalho
 e Cesar Augusto, quando presidiam a Comunidade Evangélica de Goiânia.

Renovados: Várias denominações passaram a experimentar as manifestações Pentecostais,
 sendo chamadas de "Renovadas", como a Igreja do Avivamento Bíblico (divisão da IMB),
 Igreja Presbiteriana Renovada (divisão da IPB), Igreja Cristã Maranata (também divisão da IPB),
 Convenção Batista Nacional (divisão da CBB), e a Igreja Adventista da Promessa
 (divisão da Igreja Adventista do Sétimo Dia).

Católicos Carismáticos: Nos anos mais recentes, até a Igreja Católica Apostólica Romana,
seja para fazer frente aos Neopentecostais ou como busca por algo maior, deu origem
à Renovação Carismática Católica, onde padres tentam pregar e se vestir como pastores,
 leem a Bíblia, limpam seus templos dos ídolos e oram para curas pela fé. 
Ocorre que, apesar dessa “renovação”, continuam orando para Maria e colocando-a como
medianeira entre Deus e os homens, em oposição à Tm 2:5.

A Igreja Triunfante: Assim, constatamos em nosso país e no mundo o surgimento 
continuado e crescente de novos ramos denominacionais, mas o que interessa mesmo 
é ser membro da Igreja Triunfante – aquela de Cristo, cujas portas do Inferno não 
prevalecerão contra ela e que subirá como Noiva do Senhor para morar eternamente
 com Ele (Jo 14:1-3).
 


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